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“O positivismo lógico, nascido em Viena em 1920, foi uma forma enérgica de filosofia baseada em avanços na matemática e na física. Cientistas naturais, cientistas sociais, matemáticos e filósofos se reuniam para debater e desenvolver o programa positivista lógico no que veio a ser chamado de Círculo de Viena. O positivismo lógico se desenvolveu a partir de várias fontes. Entre as mais importantes estavam os métodos e ideias filosóficos de Frege e Russell. Apesar de não ser membro do Círculo de Viena, Wittgenstein teve uma influência crucial no desenvolvimento das visões dos positivistas lógicos. Os membros do Círculo de Viena conferiram ao Tractatus Logico-Philosophicus a honra de ser lido e discutido linha por linha. Ele forneceu um impulso intelectual que ajudou a definir o programa básico dos positivistas lógicos”.
(SCHWARTZ, S. Uma breve história da filosofia analítica: de Russell a Rawls. São Paulo, Loyola, 2017, p. 45-47, adaptado)
Considerando o texto acima e as características do positivismo lógico, assinale a afirmativa INCORRETA.
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O materialismo histórico, cujas bases foram colocadas por Marx e Engels, desenvolveu-se ao longo do século XX em várias partes do mundo e com distintos matizes. Na América Latina, o marxismo ganhou alguns contornos específicos e teve no peruano José Carlos Mariátegui um dos seus pensadores mais originais. Na obra Sete ensaios de interpretação da realidade peruana (1928), o autor discorre, dentre outros assuntos, sobre a evolução econômica, a questão indígena e o problema agrário. Sobre o pensamento marxista de Mariátegui, é CORRETO afirmar:
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“Trata-se, entretanto, de uma tarefa – no nosso caso, filosófica – que tem como ponto de partida afirmar o que a Modernidade declarou como a Exterioridade descartada, não valorizada, o ‘inútil’ das culturas (‘descartes’ entre os quais se encontram as filosofias periféricas ou coloniais), e desenvolver as potencialidades, as possibilidades dessas culturas e filosofias ignoradas; afirmação e desenvolvimento que são efetuados a partir de seus próprios recursos, num diálogo construtivo com a Modernidade europeia e norte-americana”
(DUSSEL, E. Paulo de Tarso na filosofia política atual e outros ensaios. São Paulo: Paulus, 2016, p. 198)
O texto acima refere-se ao projeto de diálogo interfilosófico mundial proposto por Enrique Dussel (1934). Esse projeto filosófico é conceituado pelo filósofo latino-americano como:
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Trata-se de regras
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( ) Platão argumenta que, dado o fato de a arte enfatizar os atos moralmente perfeitos dos deuses, ela é socialmente útil para inspirar os seres humanos a imitar esses atos. Já, para Aristóteles, que fora discípulo de Platão, considerava a arte, devido à sua capacidade purgativa ou catártica, como um poder para os seres humanos que os incita a se envolverem em comportamento violento e antissocial, ou em tentativas neuróticas de negar a realidade.
( ) Freud afirma que impulsos irracionais e antissociais (por exemplo, sexualidade e agressão) podem ser sublimados em formas de criatividade socialmente aceitáveis, como ciência, arte, religião, filosofia ou moralidade. Para Marx, seu argumento e espanto derivava do fato de que a arte, como outras formas de cultura (religião, moralidade, filosofia), normalmente incorpora os valores socioeconômicos de determinada cultura ou período histórico. Porém, existe uma “grande arte” que supera a ideologia de uma cultura ou tempo histórico e torna-se válida, mesmo nos dias de hoje, (como um dos exemplos, ele forneceu o da “Tragédia Grega”).
( ) Segundo Aristóteles, a arte é uma expressão dos fatos cotidianos, sendo uma imitação de coisas ou eventos particulares (um saber-fazer, ou seja, uma “techné”). O neoplatonismo, o classicismo e o romantismo diferem da teoria da “arte pela arte”, teoria que pretende desvelar a beleza como aquilo que é intrinsecamente valioso (isto é, capaz de fazer com que todas as pessoas compartilhem dos mesmos sentimentos).
( ) O conceito de estética descende do conceito de gosto. No século XVIII, o conceito de gosto surgiu, em parte, como um corretivo para a ascensão do racionalismo, particularmente quando aplicada à beleza, e ao surgimento do egoísmo, particularmente quando aplicado à virtude. Contra o racionalismo sobre a beleza, a teoria do gosto do século XVIII sustentava que o julgamento da beleza era imediato; contra o egoísmo sobre a virtude, considerava o prazer da beleza desinteressado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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Com base na reflexão sobre a filosofia de Jean-Jacques Rousseau, analise as afirmativas abaixo.
I. Hobbes, Locke e Rousseau concordam em usar a hipótese teórica do “estado de natureza”, na qual os indivíduos são considerados antes de sua participação na sociedade. O conceito de “Estado de Natureza” é uma abstração teórica que se refere a um “momento” em que os seres humanos organizavam-se apenas sob as leis da natureza. É um momento anterior ao surgimento de qualquer tipo de organização social e do Estado Civil. Rousseau afirma que a sociedade civil perverte as virtudes naturais ao fazer com que as pessoas se preocupem mais em cumprir a lei e serem educadas do que em serem morais e sinceras.
II. Segundo Rousseau, sou obrigado a obedecer a uma lei como expressão da vontade geral, exceto se discordar dela. Na sociedade civil, afirma Rousseau, os indivíduos tornam-se mais sinceros e motivados a agir moralmente na medida em que respondem às leis que os obrigam a agir educadamente. Virtudes naturais como amor-de-si ou piedade, argumenta Rousseau, são destruídas no momento em que entramos em um “Contrato Social” para seguir, acompanhado dos outros, a vontade geral.
III. Para Rousseau, as distinções morais (por exemplo, “bom/mau”) surgem nas sociedades ou comunidades antes da distinção “legal/ilegal” estabelecida na sociedade civil. De acordo com ele, um cidadão está vinculado ao contrato social apenas se ele ou ela se envolver livremente no contrato e se beneficiar do acordo.
IV. Rousseau argumenta que é responsabilidade do Estado melhorar a sensibilidade moral de seus cidadãos por meio de leis. De acordo com Rousseau, como os governos têm um interesse legítimo no bem-estar de seus cidadãos, eles têm justificativa para aprovar leis que obriguem as pessoas a se aprimorarem.
Estão corretas as afirmativas:
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Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
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