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Fichte escreve em Lições sobre a Vocação do Sábio, na segunda lição “A vocação do Homem na sociedade” que “o conceito de razão, do agir conforme a razão e do pensar é também dado no homem, e ele quer necessariamente não só realizar este conceito em si mesmo, mas vê-lo de igual modo realizado fora de si. Uma das suas necessidades é a de que, fora dele, existam seres racionais da sua espécie. Ele não pode produzir tais seres; mas põe o conceito dos mesmos na base da sua observação do não-Eu, e espera encontrar algo que lhe corresponda. O primeiro caráter, que antes de mais se oferece, mas simplesmente negativo, da racionalidade é a eficácia segundo conceitos, a atividade segundo fins. O que apresenta o caráter da finalidade pode ter um autor racional; aquilo a que o conceito da finalidade se não pode aplicar não tem nenhum autor racional. Mas esta característica é ambígua; a consonância do múltiplo desembocando na unidade é o caráter da finalidade; mas há várias espécies dessa consonância, que podem explicar-se a partir de simples leis da natureza – não justamente de leis mecânicas, mas sim orgânicas; por conseguinte, precisamos de um indício para, de uma experiência certa, podermos inferir com convicção para uma sua causa racional”. Deriva daí o entendimento do filósofo quanto ao alcance do conceito de liberdade que, por sua vez, constitui a vocação do Homem na e para a sociedade, assim posto por ele: “Mas posso tornar-me consciente de que, numa certa determinação do meu Eu empírico mediante a minha vontade, não sou consciente de nenhuma outra causa além desta própria vontade; [...] É possível, neste sentido, tornar-se consciente de uma acção própria mediante a liberdade [...] Daqui brota, apoderando-me da terminologia kantiana, uma acção recíproca segundo conceitos; uma comunidade em vista de um fim; e tal é o que denomino de sociedade. O conceito de sociedade está agora inteiramente determinado”. Como se vê, entre os impulsos fundamentais do homem, depara-se com a exigência de admitir, fora de si, seres racionais da sua espécie; assim sendo, Fichte distingue e diferencia a sociedade do Estado. Assinale a alternativa que contradiz essa diferenciação feita por esse filósofo em relação à sociedade e ao Estado:
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Auguste Comte (1798-1857), um dos maiores expoentes do positivismo, desenvolve a sua teoria filosófica no contexto histórico da modernidade para a contemporaneidade através do Cours de philosophie positive, “desmitificando” a ideia ou concepção de que a filosofia é a “grande ciência”, a “ciência mater” ou a “ciência de todas as ciências”. Em História da Filosofia Contemporânea, no Capítulo 6, subtema 3 “A filosofia como metodologia da ciência” , Sofia Vanni escreve: “Mas, para além deste objeto especial, isto é, constituir uma nova ciência, o Curso tem um objetivo geral: construir uma filosofia positiva. Pode-se perguntar se ainda haverá lugar para uma filosofia na concepção comtiana”. Comte responde afirmativamente: “A filosofia não é o conjunto de todas as ciências, as quais, quanto mais progridem, mais exigem especialização, mas é o estudo das ‘generalidades científicas’ (Cours, I, I, p. 27). Esse estudo das “generalidades científicas” consiste em
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Assinale a opção que apresenta corretamente uma das ideias teológicas do romantismo alemão do séc. XIX, conforme o pensamento de Friedrich Schleiermacher.
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Ao ser aprovado no concurso para Capelão Naval, um Pastor se percebe numa nova realidade de experiência pastoral que possui Militares e Civis, Oficiais e Praças, níveis de escolarização distintos, pessoas de vários locais do Brasil, trazendo consigo a cultura específica da região da qual vieram. Diante disso, numa tentativa de fazer Teologia, ele leu o livro Teologia ao alcance de todos: inclusive você, de autoria do Dusilek (2016), e percebeu que a Teologia procura explicar de um modo coerente a experiência religiosa do ser humano, tomando como ponto de partida:
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Leia o texto abaixo:
"O místico deseja um contato direto com Deus pela intuição imediata ou pela contemplação. Se a ênfase se coloca na união da essência dos místicos com a essência da divindade na experiêndcia do êxtase, que é a coroação da experiência mística, estamos diante do misticismo filosófico. Se a ênfase reside numa união emocional com a divindade pela intuição, o misticismo é psicológico. O principal objetivo em ambos os casos é a apreensão imediata de Deus numa forma extra-racional, em que o místico espera por ele numa atitude receptiva e passiva." (CAIRNS, 1988, p. 202).
Assinale a opção que apresenta as duas causas principais para o surgimento, no século XIV, dos dois tipos de misticismo mencionados no texto acima.
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