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Na perspectiva contemporânea, muitas vezes, o cientista é equiparado a um mito. Ideologicamente, essa comparação pode ser descrita como:
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Dentre as alternativas abaixo relacionadas, indique qual noção teórica é utilizada para fundamentar a argumentação utilizada na seguinte citação:
“O discurso ideológico é o discurso dogmático, não-crítico, que resiste à interpelação, que é incapaz de explicitar seus fundamentos, de apresentar suas justificativas. Não é apenas pelo que diz, que pode ser considerado ideológico, mas principalmente pelo modo como diz. Nesse sentido, a ideologia não se contrapõe à ciência, a um saber verdadeiro, não-ideológico, mas sim à crítica, ao questionamento, à possibilidade de oferecer justificativas à interpelação, à possibilidade de ter pressupostos examinados".
(MARCONDES, Danilo. Filosofia, Linguagem e Comunicação. São Paulo: Cortez, p.124-125).
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O projeto filosófico de Descartes pode ser considerado como:
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Indique as principais características da ciência moderna:
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Aristóteles distingue os vícios e virtudes pelos critérios do excesso, da falta e da moderação. Para ele, enquanto a virtude é um sentimento ou conduta moderada, o vício ocorre de dois modos: pela falta da virtude ou pelo excesso da mesma. Assinale a sequência CORRETA dos vícios por deficiência e dos vícios por excesso que correspondem, especificamente, às virtudes da coragem, do respeito próprio, da gentileza, e da prodigalidade.
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A crítica de Parmênides a Heráclito, ao caracterizar o movimento como um aspecto superficial das coisas e sustentar que além da experiência dos sentidos está a verdadeira realidade, única e imutável, introduz uma das distinções mais básicas do pensamento filosófico antigo:
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(...) E na introdução à dialética transcendental, Kant diz: “Verdade ou aparência não se encontram no objeto na medida em que ele se dá na intuição e sim no juízo a seu respeito, na medida em que é pensado.”
A caracterização da verdade como “concordância”, adequatio, omoiosis, é, de certo, por demais vazia e universal. (...)
(HEIDEGGER, Martin. Ser e tempo, § 44, b). In: MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009, p.156.)
A partir do trecho da obra Ser e tempo de Heidegger, pode ser afirmado que
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