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Foram encontradas 6.737 questões.

738409 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Os 20 livros das Etymologiae foram produzidos, segundo Martin Dreher, por:
 

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735658 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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O conhecimento filosófico se define como:
 

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735628 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Leia o texto para responder à questão.

Surgimos da confluência, do entrechoque e do caldeamento do invasor português com índios silvícolas e campineiros e com negros africanos, uns e outros aliciados como escravos. Nessa confluência, que se dá sob a regência dos portugueses, matrizes raciais díspares, tradições culturais distintas, formações sociais defasadas se enfrentam e se fundem para dar lugar a um povo novo. Novo porque surge como uma etnia nacional, que se vê a si mesma e é vista como uma gente nova, diferenciada culturalmente de suas matrizes formadoras. Velho, porém, porque se viabiliza como um proletariado externo, como um implante ultramarino da expansão europeia que não existe para si mesmo, mas para gerar lucros exportáveis pelo exercício da função de provedor colonial de bens para o mercado mundial, através do desgaste da população. Sua unidade étnica básica não significa, porém, nenhuma uniformidade, mesmo porque atuaram sobre ela forças diversificadoras: a ecológica, a econômica e a migração. Por essas vias se plasmaram historicamente diversos modos rústicos de ser dos brasileiros: os sertanejos, os caboclos, os crioulos, os caipiras e os gaúchos. Todos eles muito mais marcados pelo que têm de comum como brasileiros, do que pelas diferenças devidas a adaptações regionais ou funcionais, ou de miscigenação e aculturação que emprestam fisionomia própria a uma ou outra parcela da população.

(Darcy Ribeiro. O povo brasileiro, 1995. Adaptado.)

De acordo com Darcy Ribeiro, dois movimentos caminharam concomitantemente ao longo do processo de formação do povo brasileiro:

 

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732856 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
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Trasímaco estava impaciente porque Sócrates e os seus amigos presumiam que a justiça era algo real e importante. Trasímaco negava isso. Em seu entender, as pessoas acreditavam no certo e no errado apenas por terem sido ensinadas a obedecer às regras da sua sociedade. No entanto, essas regras não passavam de invenções humanas.
RACHELS, J. Problemas da filosofia. Lisboa: Gradiva, 2009.
O sofista Trasímaco, personagem imortalizado no diálogo A República, de Platão, sustentava que a correlação entre justiça e ética é resultado de
 

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730198 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
Confidência do itabirano
De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço:
esta pedra de ferro, futuro aço do Brasil;
este São Benedito do velho santeiro Alfredo Durval;
este couro de anta, estendido no sofá de visitas;
este orgulho, esta cabeça baixa.
Tive ouro, tive gado, tive fazendas.
Hoje sou funcionário público.
Itabira é apenas uma fotografia na parede.
Mas como dói.
ANDRADE, C. D. Sentimento do mundo. São Paulo: Cia. das Letras, 2012 (fragmento).
O poeta pensa a região como lugar, pleno de afetos. A longa história da ocupação de Minas Gerais, iniciada com a mineração, deixou marcas que se atualizam em Itabira, pequena cidade onde nasceu o poeta. Nesse sentido, a evocação poética indica o(a)
 

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729574 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
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A natureza fez os homens tão iguais, quanto às faculdades do corpo e do espírito, que, embora por vezes se encontre um homem manifestamente mais forte de corpo, ou de espírito mais vivo do que outro, mesmo assim, quando se considera tudo isto em conjunto, a diferença entre um e outro homem não é suficientemente considerável para que um deles possa com base nela reclamar algum benefício a que outro não possa igualmente aspirar.
HOBBES, T. Leviatã. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
Para Hobbes, antes da constituição da sociedade civil, quando dois homens desejavam o mesmo objeto, eles
 

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729391 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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Segundo Aristóteles, o ser humano é um animal racional, ou seja, um ser capaz de raciocínio. Mas o que quer dizer “raciocinar”? Raciocinar quer dizer dar razões, isto é, justificações coerentes e dotadas de sentido, numa palavra, “argumentar”. [...] Cabe à filosofia a tarefa de manter viva a luz da razão contra os enganos que procedem da aceitação ingênua e acrítica de qualquer discurso, especialmente se escrito ou recitado nos meios de comunicação de massa. [...] Nos seus apontamentos que remontam à década de 30, eis o que escrevia Wittgenstein: “Filosofar é: descartar argumentações erradas”.

PENCO, Carlo. Introdução à filosofia da linguagem. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006. p. 13.

O texto faz uma reflexão sobre o uso da linguagem para expressar o raciocínio e o papel da filosofia. Nesse contexto, a filosofia deve

 

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726731 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Defendo a liberdade de expressão irrestrita, mesmo depois desse trágico evento em que os cartunistas do jornal satírico “Charlie Hebdo” foram mortos, além de outras pessoas em um mercado kosher, em Paris. [...] Sou intransigente no que diz respeito à liberdade de expressão de cada um: e sou ainda mais intransigente quando matam em nome de Alá, de Maomé, de Cristo, de comunismo, de nazismo, de fascismo etc. Caricaturar nunca é crime. Caneta e lápis não matam. Exageram, humilham, fazem rir, mas não matam.
(Gerald Thomas. “Quem ri por último ri melhor”.
Folha de S.Paulo, 17.01.2015.)
O argumento defendido no texto está baseado na
 

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726308 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Aristóteles escreveu, numa de suas obras: “O ser que não é social ou é Deus ou é um bruto”. Esta afirmação traz subjacentes dois pressupostos: a) Para que haja verdadeira sociabilidade é necessária a existência de dois ou mais seres da mesma espécie. b) Para que haja verdadeira sociabilidade é necessária a presença de uma consciência racional. Neste contexto, podemos afirmar:
1) Deus não pode sociabilizar-se porque, sendo um ser único, não tem outro da mesma espécie com quem fazê-lo.
2) Os seres brutos não podem sociabilizar-se porque não possuem a exigência da consciência racional.
3) Os homens são os únicos seres que podem sociabilizar-se porque possuem ambas as exigências: outros seres da mesma espécie e consciência racional.
Está(ão) correta(s):
 

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724854 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Moral para médicos — O doente é um parasita da sociedade. Em certo estado, é indecente viver mais tempo. Prosseguir vegetando em covarde dependência de médicos e tratamentos, depois que o sentido da vida, o direito à vida foi embora, deveria acarretar um profundo desprezo na sociedade. Os médicos, por sua vez, deveriam ser os intermediários desse desprezo — não apresentando receitas, mas a cada dia uma dose de nojo a seus pacientes… Criar uma nova responsabilidade, a do médico, para todos os casos em que o supremo interesse da vida, da vida ascendente, exige a mais implacável supressão e rejeição da vida que degenera. Morrer orgulhosamente, quando não é mais possível viver orgulhosamente. A morte escolhida livremente: de modo que ainda seja possível uma real despedida, em que ainda esteja ali aquele que se despede. A questão, aqui, desafiando todas as covardias do preconceito, é estabelecer, antes de tudo, a apreciação correta, ou seja, fisiológica, da chamada morte natural. A morte nas condições mais desprezíveis é uma morte não livre, uma morte no tempo errado, uma morte covarde. Por amor à vida, deveria ser desejada outra morte, livre, consciente, sem acaso, sem assalto…

Friedrich Nietzsche. 100 aforismos sobre o amor e a morte. Companhia das Letras, s. d. (com adaptações).

A partir da filosofia de Nietzsche e tomando como referência inicial o texto acima, julgue os itens de 7 a 10, assinale a opção correta no item 11, que é do tipo C, e faça o que se pede no item 12, que é do tipo D.

O aforismo de Nietzsche apresentado no texto pode ser considerado como uma condenação à eutanásia, mas não ao suicídio.

 

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