Foram encontradas 6.731 questões.
Sobre a história do pensamento geográfico e os
fundamentos que contribuíram para a constituição da
Geografia como ciência, analise as afirmativas a
seguir:
I. A filosofia foi essencial na formação do pensamento geográfico, oferecendo um embasamento conceitual para as ciências, por meio da reflexão abstrata e geral sobre o conhecimento.
II. A consolidação da geografia como disciplina científica se deu a partir do século XVIII, quando houve um aumento na quantidade de conhecimento e no número de instrumentos técnicos disponíveis.
III. As teorias geográficas são independentes das demais áreas do saber e não utilizam conceitos emprestados de outras ciências.
IV. Os pensadores pré-socráticos, principalmente das escolas Jônica, Itálica e Eleata, influenciaram a base filosófica da geografia ao proporem reflexões sobre a natureza.
Estão CORRETAS:
I. A filosofia foi essencial na formação do pensamento geográfico, oferecendo um embasamento conceitual para as ciências, por meio da reflexão abstrata e geral sobre o conhecimento.
II. A consolidação da geografia como disciplina científica se deu a partir do século XVIII, quando houve um aumento na quantidade de conhecimento e no número de instrumentos técnicos disponíveis.
III. As teorias geográficas são independentes das demais áreas do saber e não utilizam conceitos emprestados de outras ciências.
IV. Os pensadores pré-socráticos, principalmente das escolas Jônica, Itálica e Eleata, influenciaram a base filosófica da geografia ao proporem reflexões sobre a natureza.
Estão CORRETAS:
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Ao abordar ética em sala, qual exercício
filosófico favorece internalização reflexiva dos
princípios morais?
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O espanto é a disposição fundamental que nos leva ao
filosofar. [...] Por isso, o filósofo é, de certa forma, um ser
estranho aos outros homens: eles se integram no mundo como
algo evidente e não se preocupam com ele, enquanto o filósofo
rompe com a evidência do mundo e começa a questioná-lo.
REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia: Antiguidade e Idade Média. 5. ed. São Paulo: Paulus, 2003. p. 16
A partir do excerto, avalie as afirmações a seguir e assinale a opção correta que melhor distingue senso comum de filosofia:
REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia: Antiguidade e Idade Média. 5. ed. São Paulo: Paulus, 2003. p. 16
A partir do excerto, avalie as afirmações a seguir e assinale a opção correta que melhor distingue senso comum de filosofia:
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Sócrates caracterizou seu método como maiêutica, que
significa literalmente a arte de fazer o parto, uma analogia com o
ofício de sua mãe, que era parteira. Ele também se considerava
um parteiro, mas de ideias. O papel do filósofo, portanto, não é
transmitir um saber pronto e acabado, mas fazer com que outro
indivíduo, seu interlocutor, através da dialética, da discussão no
diálogo, dê à luz suas próprias ideias (Teeteto, 149a-150c).
MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 2002. p. 47.
A partir da passagem acima, avalie os itens abaixo em verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) O método socrático da maiêutica tem como objetivo principal a exposição do conhecimento acumulado pelo filósofo, que deve ser transmitido aos discípulos.
( ) A maiêutica é uma metáfora para explicar que o conhecimento verdadeiro nasce do próprio interlocutor, com auxílio do diálogo.
( ) A mãe de Sócrates era parteira, assim se compara seu papel de filósofo ao de alguém que auxilia no nascimento de ideias.
( ) O diálogo e a discussão são ferramentas essenciais no método socrático, pois permitem ao interlocutor desenvolver o próprio pensamento.
A opção que representa corretamente a sequência das afirmações é:
MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 2002. p. 47.
A partir da passagem acima, avalie os itens abaixo em verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) O método socrático da maiêutica tem como objetivo principal a exposição do conhecimento acumulado pelo filósofo, que deve ser transmitido aos discípulos.
( ) A maiêutica é uma metáfora para explicar que o conhecimento verdadeiro nasce do próprio interlocutor, com auxílio do diálogo.
( ) A mãe de Sócrates era parteira, assim se compara seu papel de filósofo ao de alguém que auxilia no nascimento de ideias.
( ) O diálogo e a discussão são ferramentas essenciais no método socrático, pois permitem ao interlocutor desenvolver o próprio pensamento.
A opção que representa corretamente a sequência das afirmações é:
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Na obra de Marilena Chaui, Convite à filosofia, nos deparamos
com a comparação entre mito e filosofia. Veja os dois textos a
seguir:
Texto I
O mito pretendia narrar como as coisas eram ou tinham sido no passado imemorial, longínquo e fabuloso, voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como existe no presente. A Filosofia, ao contrário, se preocupa em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são como são.
Texto II
O mito narrava a origem por meio de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças divinas sobrenaturais e personalizadas, enquanto a Filosofia, ao contrário, explica a produção natural das coisas por elementos naturais primordiais [...] por meio de causas naturais e impessoais [...].
CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2004. p. 36.
Comparando os dois textos é possível afirmar que
Texto I
O mito pretendia narrar como as coisas eram ou tinham sido no passado imemorial, longínquo e fabuloso, voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como existe no presente. A Filosofia, ao contrário, se preocupa em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são como são.
Texto II
O mito narrava a origem por meio de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças divinas sobrenaturais e personalizadas, enquanto a Filosofia, ao contrário, explica a produção natural das coisas por elementos naturais primordiais [...] por meio de causas naturais e impessoais [...].
CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2004. p. 36.
Comparando os dois textos é possível afirmar que
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A Filosofia é, pois, o sistema de todo o conhecimento
filosófico [...]. Até então não é possível aprender qualquer
filosofia; pois onde esta se encontra, quem a possui e segundo
quais características se pode reconhecê-la? Só é possível
aprender a filosofar, ou seja, exercitar o talento da razão,
fazendo-a seguir os seus princípios universais em certas
tentativas filosóficas já existentes [...].
KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleção Os Pensadores). p. 407-408.
A partir do excerto acima é correto afirmar que
KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleção Os Pensadores). p. 407-408.
A partir do excerto acima é correto afirmar que
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No Prefácio dos “Princípios da Filosofia do Direito”, Hegel
afirma que “o que é racional é real e o que é real é racional”,
procurando constatar que a racionalidade do sujeito deva ser a
mesma racionalidade do mundo. Tal afirmação visa, entre outras
coisas, superar a dicotomia sujeito e objeto.
HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Princípios da filosofia do direito. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
Da mesma forma, partindo da afirmação hegeliana, pode-se dizer que é possível superar outra dicotomia, qual seja: a separação entre mundo virtual e mundo real.
Ao compreender a afirmação de Hegel, comparando com a dicotomia real x virtual, pode-se dizer que
HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Princípios da filosofia do direito. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
Da mesma forma, partindo da afirmação hegeliana, pode-se dizer que é possível superar outra dicotomia, qual seja: a separação entre mundo virtual e mundo real.
Ao compreender a afirmação de Hegel, comparando com a dicotomia real x virtual, pode-se dizer que
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Leia os dois textos abaixo:
Texto I
Se considerasse somente a força e o efeito que dela resulta, diria: quando um povo é obrigado a obedecer e o faz, age acertadamente; assim que pode sacudir esse jugo e o faz, age melhor ainda, porque, recuperando a liberdade pelo mesmo direito por que lha [sic] arrebataram, ou tem ele o direito de retomá-la ou não o tinham de subtraí-la. A ordem social, porém, é um direito sagrado que serve de base para todos os outros. Tal direito, no entanto, não se origina da natureza: funda-se, portanto, em convenções.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social. São Paulo: Nova Cultural, 1999. (Coleção Os Pensadores). p. 53-54.
Texto II
Para bem compreender o poder político e derivá-lo de sua origem, devemos considerar em que estado todos os homens se acham naturalmente, sendo este um estado de perfeita liberdade para ordenar-lhes as ações e regular-lhes as posses e as pessoas conforme acharem conveniente, dentro dos limites da lei da natureza, sem pedir permissão ou depender da vontade de qualquer outro homem.
(LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo. 3. Ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. [Coleção os Pensadores]. p. 35.)
Com base nos textos apresentados e nos fundamentos teóricos de seus autores, assinale a alternativa correta.
Texto I
Se considerasse somente a força e o efeito que dela resulta, diria: quando um povo é obrigado a obedecer e o faz, age acertadamente; assim que pode sacudir esse jugo e o faz, age melhor ainda, porque, recuperando a liberdade pelo mesmo direito por que lha [sic] arrebataram, ou tem ele o direito de retomá-la ou não o tinham de subtraí-la. A ordem social, porém, é um direito sagrado que serve de base para todos os outros. Tal direito, no entanto, não se origina da natureza: funda-se, portanto, em convenções.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social. São Paulo: Nova Cultural, 1999. (Coleção Os Pensadores). p. 53-54.
Texto II
Para bem compreender o poder político e derivá-lo de sua origem, devemos considerar em que estado todos os homens se acham naturalmente, sendo este um estado de perfeita liberdade para ordenar-lhes as ações e regular-lhes as posses e as pessoas conforme acharem conveniente, dentro dos limites da lei da natureza, sem pedir permissão ou depender da vontade de qualquer outro homem.
(LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo. 3. Ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. [Coleção os Pensadores]. p. 35.)
Com base nos textos apresentados e nos fundamentos teóricos de seus autores, assinale a alternativa correta.
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Sobre origem das ideias e princípios de causalidade, temos a
seguinte afirmação:
Partindo dessa concepção da origem das ideias e do conhecimento, Hume, o mais radical dos empiristas, chegará a negar validade universal ao princípio de causalidade e à noção de necessidade a ele associada. A causalidade não seria, assim, uma propriedade do real, mas simplesmente o resultado de nossa forma habitual de perceber fenômenos, relacionando-os como causa e efeito, a partir de sua repetição constante.
MARCONDES, Danilo. O empirismo inglês. In: REZENDE, Antonio (Org.). Curso de Filosofia: para professores e estudantes dos cursos de ensino médio e de graduação. Rio de Janeiro: Zahar, 1986. p. 120-121.
Avalie as afirmações abaixo e julgue se elas são Verdadeiras (V) ou Falsas (F) em relação ao que se afirma no trecho.
( ) Podemos definir uma causa como um objeto seguido de outro de tal forma que todos os objetos semelhantes ao primeiro são seguidos de objetos semelhantes ao segundo.
( ) Objetos semelhantes sempre se encontram em conexão com outros objetos semelhantes.
( ) Um objeto seguido de outro, e cuja aparição sempre conduz o pensamento à ideia desse outro objeto.
( ) A relação de causa e efeito é obtida e fundamentada racionalmente sem relação direta com a experiência
A sequência correta está descrita em:
Partindo dessa concepção da origem das ideias e do conhecimento, Hume, o mais radical dos empiristas, chegará a negar validade universal ao princípio de causalidade e à noção de necessidade a ele associada. A causalidade não seria, assim, uma propriedade do real, mas simplesmente o resultado de nossa forma habitual de perceber fenômenos, relacionando-os como causa e efeito, a partir de sua repetição constante.
MARCONDES, Danilo. O empirismo inglês. In: REZENDE, Antonio (Org.). Curso de Filosofia: para professores e estudantes dos cursos de ensino médio e de graduação. Rio de Janeiro: Zahar, 1986. p. 120-121.
Avalie as afirmações abaixo e julgue se elas são Verdadeiras (V) ou Falsas (F) em relação ao que se afirma no trecho.
( ) Podemos definir uma causa como um objeto seguido de outro de tal forma que todos os objetos semelhantes ao primeiro são seguidos de objetos semelhantes ao segundo.
( ) Objetos semelhantes sempre se encontram em conexão com outros objetos semelhantes.
( ) Um objeto seguido de outro, e cuja aparição sempre conduz o pensamento à ideia desse outro objeto.
( ) A relação de causa e efeito é obtida e fundamentada racionalmente sem relação direta com a experiência
A sequência correta está descrita em:
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O estudo das condições a priori do conhecimento foi
denominado por Kant “transcendental”, que nada tem a ver com
o “transcendente”, mas com aquelas condições que, de parte do
sujeito, contribuem constitutivamente para a possibilidade da
experiência. A demonstração da necessidade a priori para a
experiência ocupou o centro da Crítica da razão pura sob o nome
de “Dedução transcendental das categorias”
ROHDEN, Valério. O criticismo kantiano. In: REZENDE, Antonio (Org.). Curso de Filosofia: para professores e estudantes dos cursos de ensino médio e de graduação. Rio de Janeiro: Zahar, 1986. p. 131.
Com base nesse trecho, assinale a alternativa correta.
ROHDEN, Valério. O criticismo kantiano. In: REZENDE, Antonio (Org.). Curso de Filosofia: para professores e estudantes dos cursos de ensino médio e de graduação. Rio de Janeiro: Zahar, 1986. p. 131.
Com base nesse trecho, assinale a alternativa correta.
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