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Foram encontradas 6.731 questões.

3693337 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
A chave para entender o pensamento de Thomas Hobbes é o que ele diz do estado de natureza. Sabemos que Hobbes é um contratualista, quer dizer, um daqueles filósofos que, entre o século XVI e o XVIII, afirmaram que a origem do Estado e/ou da sociedade está num contrato: os homens viveriam, naturalmente, sem poder e sem organização – que somente surgiriam depois de um pacto firmado por eles, estabelecendo as regras de convívio social e de subordinação política.

(Janine Ribeiro. In: Weffort, 2006)

Para Renato Janine Ribeiro, a justificativa para o contrato social em Hobbes baseia-se
 

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3693336 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Mais de quatro séculos nos separam da época em que viveu Maquiavel. Muitos leram e comentaram sua obra, mas um número consideravelmente maior de pessoas evoca seu nome ou pelo menos os termos que aí têm sua origem. Maquiavélico e maquiavelismo são adjetivo e substantivo que estão tanto no discurso erudito, no debate político, quanto na fala do dia-a-dia. Seu uso extrapola o mundo da política e habita sem nenhuma cerimônia o universo das relações privadas.

(Sadek, 2006. In: Weffort, 2006)

Segundo Maria Tereza Sadek, as acepções comuns do maquiavelismo estão associadas a
 

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3693335 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
É no nível dos pressupostos e premissas que podemos ter os melhores debates filosóficos, pois, nesse nível, podemos concordar ou discordar sobre a maneira como se exprime a experiência do mundo, as vivências cotidianas, as crenças e opiniões, entre outras.

(Savian Filho, 2010. Adaptado)

Segundo esclarece o autor, o debate filosófico ocorre, principalmente, em torno às premissas porque
 

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3693334 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Consideremos a seguinte sentença: “Deve ter chovido recentemente, porque os peixes não estão mordendo a isca”. Se imaginarmos a cena descrita por essa sentença, podemos montar o seguinte argumento: “Sempre que chove, os peixes não mordem a isca. Os peixes não estão mordendo a isca. Então, deve ter chovido recentemente”.

(Savian Filho, 2010)

Segundo Juvenal Savian Filho, esse argumento deve ser considerado
 

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3693333 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Todo argumento ou raciocínio é um movimento do nosso pensamento para produzir uma conclusão. O ponto de partida é sempre dados já adquiridos em nossas vivências, e o caminho é o da articulação entre esses dados. Assim, temos sempre pontos de partida nascidos de nossa observação do mundo, de ideias já adquiridas.

(Savian Filho, 2010)

Segundo Juvenal Savian Filho, a relação entre premissas e conclusão em um argumento deve garantir a
 

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3693332 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Contemporâneo da Revolução Francesa e Imbuído do espírito de sua época, Georg Wilhelm Friedrich Hegel fundou seu sistema a partir da noção de liberdade do sujeito, cuja experiência se encontra envolvida pelo coletivo. Nesse sentido, Hegel criticou a filosofia transcendental de Kant por ser muito abstrata. Hegel introduz uma noção nova, a de que a razão é histórica, ou seja, a verdade é construída no tempo. Partindo da noção kantiana de que o sujeito interfere ativamente na construção da realidade, propõe o que se chama filosofia do devir, do ser como processo, como movimento, como vir-a-ser.

(Aranha e Martins, 2009)

Como ressaltam Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, dessa nova concepção de vir-a-ser surge a dialética, entendida por Hegel enquanto uma nova
 

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3693331 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
John Locke contrapõe-se tanto à concepção de Thomas Hobbes de um soberano absoluto quanto à dos defensores dos direitos divinos dos reis. Segundo a concepção de Locke, a sociedade resulta de uma reunião de indivíduos, visando garantir suas vidas, sua liberdade e sua propriedade, ou seja, aquilo que pertence a cada um. É em nome dos direitos naturais do ser humano que é realizado o contrato social entre os indivíduos que instaura a sociedade, e o governo deve, portanto, comprometer-se com a preservação destes direitos.

(Marcondes, 2010. Adaptado)

Danilo Marcondes (2010) ressalta que, para John Locke, o princípio fundamental da sociedade é
 

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3693330 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
No tempo de Kant (séc. XVIII), a ciência newtoniana já estava plenamente constituída e as questões relativas ao conhecimento ainda giravam em torno da controvérsia entre racionalistas e empiristas. Sua filosofia é chamada criticismo porque, diante da pergunta “Qual é o verdadeiro valor dos nossos conhecimentos e o que é conhecimento?”. Em sua obra Crítica da razão pura, Kant coloca a razão em um tribunal para julgar o que pode ser conhecido legitimamente e que tipo de conhecimento não teria fundamento.

(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)

Ressaltam Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins que, para Kant,
 

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3693329 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
A própria noção de Iluminismo indica, através da metáfora da luz e da claridade, uma oposição às trevas, ao obscurantismo, à ignorância, à superstição, ou seja, à existência de algo oculto. O Iluminismo enfatiza, ao contrário, a necessidade de o real, em todos os seus aspectos, tornar-se transparente à razão. O pressuposto básico do Iluminismo afirma, portanto, que todos os seres humanos são dotados de uma espécie de luz natural.

(Marcondes, 2010. Adaptado)

Como aponta Danilo Marcondes, o Iluminismo pressupõe que
 

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3693328 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Locke critica a doutrina das ideias inatas de Descartes, afirmando que a alma é como uma tabula rasa – tábua sem inscrições –, como um pedaço de cera em que não há qualquer impressão, um papel em branco. Por isso o conhecimento começa apenas a partir da experiência sensível. Se houvesse ideias inatas, as crianças já as teriam, além de que a ideia de Deus não se encontra em toda parte, pois há povos sem essa representação ou, pelo menos, sem a representação de Deus como ser perfeito.

(Aranha e Martins, 2009)

Segundo as autoras, ao investigar a origem das ideias, ao contrário dos filósofos racionalistas, Locke preferiu priorizar
 

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