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Rosa Luxemburgo (1870 - 1919) teve importante participação nos debates teóricos e práticos da Revolução Russa, sobretudo com suas considerações sobre o bolchevismo.
Em sua abordagem crítica do bolchevismo, a filósofa defendia a
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Em Os Elementos da Filosofia Moral (2006), James Rachels define por subjetivismo ético a posição segundo a qual nossas opiniões morais expressariam apenas sentimentos ou emoções.
Sobre essa posição subjetivista, afirma-se que
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A Lógica é o ramo da filosofia que estuda princípios e métodos de inferência.
De acordo com Mortari, em sua obra Introdução à Lógica (2017), define-se um argumento válido como aquele em que
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Em sua obra O que é Utilitarismo, John Stuart Mill, ao abordar a concepção de felicidade utilitarista, conclui que “É melhor ser um ser humano insatisfeito do que um porco satisfeito, é melhor ser Sócrates insatisfeito do que um tolo satisfeito”
in: BONJOUR, L; BAKER, A. Filosofia – Textos fundamentais comentados. 2 ed. São Paulo: Artmed, 2010. p. 405.
Com essa conclusão, Mill procura ilustrar que
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A filosofia pré-socrática é caracterizada pela preocupação cosmológica, concentrando-se na busca do princípio (monismo) ou dos princípios (pluralismo) capaz(es) de explicar o mundo natural.
São filósofos pluralistas:
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Em Fundamentação da Metafísica dos Costumes, Kant aborda a dificuldade filosófica envolvida em qualquer tentativa de fundamentar a realidade do imperativo da moralidade.
Por que essa é uma dificuldade para Kant?
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São Boaventura e Santo Tomás de Aquino são dois clássicos da escolástica. Leão XIII falou deles como “due olivae et duo candelabre in domo Dei Lucentia” (duas oliveiras e dois candelabros resplandecentes na casa de Deus).
REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia. 2. Ed. São Paulo: Paulus, 2005. v. 2, p. 261.
São Boaventura diferencia-se de Santo Tomás de Aquino por
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Em Crítica da Razão Pura, Kant analisa a própria faculdade da razão para demonstrar tanto a sua autoridade quanto para delimitar seus limites.
De acordo com a posição de Kant nessa obra, é correto afirmar que
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Citando determinado filósofo, Giovanni Reale e Dario Antiseri dizem: “Os deuses não podem nada ou podem qualquer coisa. Se eles não podem, por que lhes ergues preces? Se eles podem, por que não lhes suplicas que te concedam não temeres nem desejares algumas dessas coisas e de não te amargurares por algumas delas, ao invés de obtê-las ou evitá-las? Porque, de qualquer forma, se eles podem ajudar os homens, devem ajudá-lo também nisso. Talvez digas: ‘Os deuses deram-me faculdade para agir a esse respeito.’ Então, não é melhor que te sirvas livremente do que está em teu poder ao invés de inquietar-te servil e vilmente por aquilo que não está em teu poder? Ademais, quem te disse que os deuses não nos coadjuvam também naquilo que está em nosso poder? Começa a suplicar-lhes nesse sentido e verás."
REALE, G; ANTISERI, D. História da filosofia. 3. ed. São Paulo: Paulus, 2007. v. 1, p. 332.
O filósofo citado por Reale e Antiseri expressa a filosofia
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No Livro I de O Contrato Social, Rousseau afirma que “O homem nasceu livre e por toda parte ele está agrilhoado. Aquele que se crê senhor dos outros não deixa de ser mais escravo que eles. Como se deu essa mudança? Ignoro-o. O que pode legitimá-la? Creio poder resolver esta questão” (ROUSSEAU, J. O Contrato Social. São Paulo: Martins Fontes, 1999. p. 9).
Rousseau defendeu nesse livro que
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