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Foram encontradas 30.301 questões.

3872761 Ano: 2024
Disciplina: Física
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Juquitiba-SP
Sobre a condutividade elétrica, são verdadeiras as afirmativas posteriores, salvo:
 

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3872759 Ano: 2024
Disciplina: Física
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Juquitiba-SP
Usando as unidades de medida no sistema MKS, é verdadeira a seguinte alternativa:
 

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3870433 Ano: 2024
Disciplina: Física
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Ubatuba-SP
Em consonância com os pressupostos conceituais apresentados por Hewitt (2011), leia os enunciados a seguir e destaque o que apresenta um erro conceitual.
 

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3870428 Ano: 2024
Disciplina: Física
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Ubatuba-SP
Dentro da Física, observa-se a existência de quatro tipos de grandezas fundamentais independentes, descritas a seguir, exceto:
 

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3870427 Ano: 2024
Disciplina: Física
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Ubatuba-SP
Leia os enunciados a seguir e destaque a alternativa que define de forma mais precisa a Lei de Ohm.
 

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3870151 Ano: 2024
Disciplina: Física
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Ubatuba-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Por que as cores mudam durante o pôr do sol? Astrônoma explica 



Pode parecer estranho, mas as cores do sol se põem com tempos diferentes. A luz solar, na verdade, é composta de todas as cores. Próximo ao meio-dia, vemos seus feixes na coloração branca, pois é como o cérebro interpreta essa mistura de cores. O ultravioleta, que tanto nos preocupa no verão, é também um dos tipos de luz que o sol emite, mas que nosso cérebro não consegue interpretar.

Uma das propriedades mais legais da luz é que ela muda de direção quando passa de um meio para o outro. Por exemplo, a água e o ar são meios diferentes. A luz que estava viajando pelo ar, quando adentra a água, muda de direção. O mesmo acontece quando ela sai da água para o ar. O efeito visual é que os objetos estão deslocados dentro da água.

As cores são desviadas por ângulos diferentes. Se pensarmos no arco-íris, as cores vermelhas são menos desviadas, ao passo que as cores mais próximas do azul e violeta são mais desviadas. Um prisma deixa isso muito claro: como elas sofrem deslocamentos diferentes, conseguimos separar um feixe branco de luz solar em diferentes cores.

A atmosfera funciona como um prisma. Quando os feixes de luz solar entram na atmosfera, suas cores mudam de direção. Portanto, podemos pensar que, na verdade, a imagem do Sol é formada por uma sobreposição de uma infinidade de sóis de diferentes cores. Da mesma maneira que um prisma, a atmosfera separa essas “imagens”.

Como a luz vermelha é menos desviada durante o pôr do sol, fenômeno que chamamos de refração, ela acaba se pondo antes do que as cores mais próximas do azul. Mas por que não conseguimos ver essa diferenciação? Bem, a diferença de tempo entre o sol vermelho e o sol violeta é de apenas dois segundos. O efeito é bastante sutil.

Só que, se for assim, faria sentido vermos um sol azul nos segundos finais de um dia, certo? Aí entra outro fenômeno físico: o espalhamento. A atmosfera é composta de uma infinidade de partículas que interagem com a luz do sol. Essas partículas são capazes de desviar também as cores, mas em direções aleatórias. As cores que são mais afetadas por isso são justamente violeta e azul. Isso significa que elas quase não chegam até nós, porque à medida que se deslocam pela atmosfera da Terra, elas são espalhadas para outras direções. Aliás, esse é o principal motivo pelo qual a cor do sol poente é mais avermelhada.

Esse fenômeno é chamado de “flash verde”. Nos últimos segundos do pôr do sol, na sua pontinha final, é como se você visse um raio verde, com uma duração muito rápida. Para isso, porém, a atmosfera precisa estar suficientemente limpa, pois partículas de poeira podem agravar esse espalhamento. Em uma atmosfera muito poluída, a luz verde é atenuada, e o efeito se perde. Em raríssimas exceções, numa atmosfera muito “limpa”, podemos até ver um flash azul. Mas cuidado: olhar para o sol durante muito tempo pode ser perigoso para seus olhos. Se quiser admirar esse fenômeno, use óculos escuros e abuse da sua câmera.

Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/mulheres-das-estrelas/coluna/2024/03/por-que-as-cores-mudam-o-por-do-sol-astronoma-explica.ghtml>

Quanto à observação humana da luz do Sol, é incorreto afirmar que:
 

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3870028 Ano: 2024
Disciplina: Física
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guarujá Sul-SC
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Observe a figura abaixo:

Enunciado 4640218-1

Fonte: MORA, José Ferrater. FUNDAMENTOS TEÓRICOS DA DISCIPLINA. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO, p. 90.

Num olho normal, a luz incidente paralela é focalizada num ponto F' da retina (R). Na retina estão as células sensíveis à luz (cones e bastonetes) que transmitem sinais ao nervo ótico (N), o qual está ligado ao cérebro, onde se produz a sensação luminosa. Para uma pessoa míope, marque a alternativa CORRETA.

 

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3869327 Ano: 2024
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA
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Os raios X fazem parte de um espectro de radiação eletromagnética e são produzidos pela interação de elétrons fora do núcleo. Nesse sentido, é uma propriedade dos raios X:
 

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3869291 Ano: 2024
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA
No laboratório de mecânica, foi realizada uma atividade prática sobre o movimento dos corpos. O experimento era composto por um disco maciço de massa 1,0 kg e raio R=20,0 cm bem como por um sensor de polia dentada, no qual passa um fio de massa desprezível, que acopla o disco a um corpo de massa m=200 g. O experimento foi montado conforme a figura a seguir: 


Enunciado 4850867-1


Partindo do sistema em repouso, o corpo é liberado de uma altura h=17,5 cm, iniciando o movimento até que atinja o solo (h=0 cm). Ao término do experimento, o sensor da polia registrou que a velocidade máxima do corpo de prova foi de 1,0 m/s, considerando g=10m/s². A partir desses dados, considerando que o atrito da polia dentada do sensor é nulo, conclui-se que a energia cinética de rotação do disco maciço e a velocidade angular ω do disco são, respectivamente,
 

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3869290 Ano: 2024
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA
Para um experimento no laboratório de eletricidade, um professor utilizou um gerador de Van de Graaff. Na atividade prática, o docente sugeriu uma montagem diferente: ele colocou uma esfera metálica sobre uma base isolante e a conectou ao gerador, conforme a figura abaixo.


Enunciado 4850866-1


Foram fixadas duas fitas metálicas, uma no interior e outra no exterior da esfera. Ao ligar o gerador, observou-se que a fita metálica do exterior sofreu uma deflexão, enquanto a fita do interior permaneceu em repouso. Considerando os conhecimentos sobre eletricidade, conclui-se que a fita metálica do interior não sofre nenhum efeito durante o experimento, pois
 

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