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Ter uma comunicação adequada é essencial para que a
mensagem chegue a nosso interlocutor de forma correta,
sem dar margem para outras interpretações. Além disso,
a maneira como falamos ajuda a estabelecermos
relacionamentos. Credibilidade e empatia são
conquistadas não apenas pelo conteúdo de nossa fala,
mas também pela maneira como nos expressamos.
Assim, avalie as proposições:
I.A comunicação só pode existir quando houver pelo menos um emissor e um receptor.
II.Quando o enunciador não transmite sua mensagem adequadamente, ou quando o destinatário não a compreende/interpreta, tem-se uma comunicação falha.
III.A comunicação oral deve ser pensada só na fala.
Assinale a alternativa correta:
I.A comunicação só pode existir quando houver pelo menos um emissor e um receptor.
II.Quando o enunciador não transmite sua mensagem adequadamente, ou quando o destinatário não a compreende/interpreta, tem-se uma comunicação falha.
III.A comunicação oral deve ser pensada só na fala.
Assinale a alternativa correta:
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Considere as afirmativas relacionadas a Audiometria,
apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F,
para falsas:
(__)A audiometria já se faz muito importante nos primeiros dias de vida, por meio do teste da orelhinha, indicado para verificar se o recém-nascido está com suas capacidades auditivas aptas;
(__)A audiometria de altas frequências (AAF) vem sendo cada vez mais utilizada na prática audiológica e trata-se da avaliação dos limiares auditivos tonais aéreos na faixa de 9 kHz a 20 kHz;
(__)O exame é realizado em uma cabine de isolamento acústico, em que o paciente entra e fica sentado.
Assinale a alternativa com a sequência, de cima para baixo, correta:
(__)A audiometria já se faz muito importante nos primeiros dias de vida, por meio do teste da orelhinha, indicado para verificar se o recém-nascido está com suas capacidades auditivas aptas;
(__)A audiometria de altas frequências (AAF) vem sendo cada vez mais utilizada na prática audiológica e trata-se da avaliação dos limiares auditivos tonais aéreos na faixa de 9 kHz a 20 kHz;
(__)O exame é realizado em uma cabine de isolamento acústico, em que o paciente entra e fica sentado.
Assinale a alternativa com a sequência, de cima para baixo, correta:
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No contexto de comunicação interpessoal e profissional,
qual das alternativas abaixo representa a definição
adequada de linguagem?
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A prevenção pode ser divididas, segundo Andrade
(1996) em três fases. A prevenção realizada no período
da patogênese compreende duas fases:
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O programa de monitoramento de ruídos e vibrações tem
o objetivo de monitorar o nível de ruídos e vibrações
gerados por obras, com a identificação e caracterização
das fontes que apresentem níveis elevados desses,
visando minimizar impactos negativos. Uma das metas
desse programa é:
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A apraxia de fala na infância (AFI) é um distúrbio motor da fala que afeta a capacidade de a criança planejar e programar
movimentos articulatórios para produzir a fala de maneira clara e consistente, apesar de não haver problemas musculares
ou de compreensão. Esse transtorno é caracterizado por dificuldades em realizar movimentos motores precisos para a
fala, mesmo sabendo o que deseja dizer e possuindo força e controle muscular adequado.
Caso clínico: Desde cedo, os pais notaram que a criança não alcançava marcos de desenvolvimento da linguagem esperados. Aos 2 anos, ainda emitia poucas palavras e apresentava dificuldades para articular sons básicos. A criança frequentemente demonstrava frustração ao tentar se comunicar, diminuindo o que compreendia das palavras, mas tinha dificuldades em produzi-las. Na avaliação com o fonoaudiólogo, foi observado que o menino tinha vocabulário expressivamente limitado e que suas tentativas de fala envolviam omissões, distorções e substituições de fonemas. Ao tentar repetir palavras, os erros eram inconsistentes, o que é característico da apraxia de fala.
Nesse contexto, avalie as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. O plano de intervenção incluiu terapia fonoaudiológica intensiva, com foco na prática de fonemas isolados e na combinação de sílabas em palavras. Usou-se uma abordagem baseada na reprodução e sem feedback sensorial para melhorar a consistência e o controle motor da fala. Sessões frequentes foram recomendadas para maximizar a plasticidade neural e o aprendizado motor.
PORQUE
II. Os testes aplicados incluíram o Demonstration Checklist for CAS (checklist de demonstração para apraxia de fala na infância), o qual demonstrou dificuldades em habilidades motoras sequenciais, ritmo da fala e articulações precisas dos sons. A análise mostrou inconsistências nos erros articulatórios, sobretudo em palavras com sílabas mais complexas, além de uma prosódia atípica (melodia da fala). Essa inconsistência e dificuldade em pronunciar sílabas indicam planejamento motor deficiente.
A respeito dessas assertivas, assinale a alternativa CORRETA.
Caso clínico: Desde cedo, os pais notaram que a criança não alcançava marcos de desenvolvimento da linguagem esperados. Aos 2 anos, ainda emitia poucas palavras e apresentava dificuldades para articular sons básicos. A criança frequentemente demonstrava frustração ao tentar se comunicar, diminuindo o que compreendia das palavras, mas tinha dificuldades em produzi-las. Na avaliação com o fonoaudiólogo, foi observado que o menino tinha vocabulário expressivamente limitado e que suas tentativas de fala envolviam omissões, distorções e substituições de fonemas. Ao tentar repetir palavras, os erros eram inconsistentes, o que é característico da apraxia de fala.
Nesse contexto, avalie as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. O plano de intervenção incluiu terapia fonoaudiológica intensiva, com foco na prática de fonemas isolados e na combinação de sílabas em palavras. Usou-se uma abordagem baseada na reprodução e sem feedback sensorial para melhorar a consistência e o controle motor da fala. Sessões frequentes foram recomendadas para maximizar a plasticidade neural e o aprendizado motor.
PORQUE
II. Os testes aplicados incluíram o Demonstration Checklist for CAS (checklist de demonstração para apraxia de fala na infância), o qual demonstrou dificuldades em habilidades motoras sequenciais, ritmo da fala e articulações precisas dos sons. A análise mostrou inconsistências nos erros articulatórios, sobretudo em palavras com sílabas mais complexas, além de uma prosódia atípica (melodia da fala). Essa inconsistência e dificuldade em pronunciar sílabas indicam planejamento motor deficiente.
A respeito dessas assertivas, assinale a alternativa CORRETA.
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A linguagem nas modalidades oral e escrita, na educação infantil, é uma prática que visa desenvolver a fala e a escrita, e
está relacionada à mudança de comportamento da criança. Para desenvolver a oralidade, pode-se: ler histórias e poesias,
fazer brincadeiras de palavras, usar rimas e travas línguas, realizar rodas de conversa etc. Para desenvolver a escrita,
pode-se: atuar como escrita do que é falado e vivido pela criança, explorar semelhanças e diferenças entre textos escritos,
distinguir desenho de escrita, brincar com os sons das palavras dos textos etc.
Caso clínico: João é um menino de 9 anos, estudante do 3º ano do Ensino Fundamental, cujos pais e professores notaram dificuldades persistentes na escrita, para escrever palavras. Desde o início da alfabetização, apresenta dificuldade em escrever palavras, mesmo as que já foram praticadas várias vezes. Apesar de compreender bem a leitura e ter um bom vocabulário falado, ele frequentemente comete erros na forma escrita de palavras simples, troca letras que possuem sons parecidos (como “f” por “v” e “p” por “b”), e omite letras em palavras. Os pais relatam que João não apresenta problemas em outras áreas, como matemática, e tem um desempenho geral razoável nas outras disciplinas. Ele lê fluentemente, mas a escrita ortográfica está abaixo do esperado para a sua idade e ano escolar. A família não tem histórico de dificuldades de aprendizagem, e João não apresenta problemas visuais ou auditivos que possam justificar o quadro e nem déficit visual ou auditivo e as habilidades cognitivas estão adequadas para a idade.
Resultados das avaliações:
• Teste de desempenho escolar (TDE): pontuação abaixo da média em escrita para a idade, especialmente em habilidades de ortografia.
• Avaliação fonoaudiológica: identificação de dificuldades específicas na codificação ortográfica e na memória visual para a ortografia das palavras; leitura fluente e boa compreensão.
• Avaliação neuropsicológica: memória de curto prazo e habilidades visoespaciais dentro dos parâmetros normais, sem evidências de dificuldades mais amplas de aprendizagem, como dislexia.
Após análise do caso clínico, pode-se concluir que João apresenta
Caso clínico: João é um menino de 9 anos, estudante do 3º ano do Ensino Fundamental, cujos pais e professores notaram dificuldades persistentes na escrita, para escrever palavras. Desde o início da alfabetização, apresenta dificuldade em escrever palavras, mesmo as que já foram praticadas várias vezes. Apesar de compreender bem a leitura e ter um bom vocabulário falado, ele frequentemente comete erros na forma escrita de palavras simples, troca letras que possuem sons parecidos (como “f” por “v” e “p” por “b”), e omite letras em palavras. Os pais relatam que João não apresenta problemas em outras áreas, como matemática, e tem um desempenho geral razoável nas outras disciplinas. Ele lê fluentemente, mas a escrita ortográfica está abaixo do esperado para a sua idade e ano escolar. A família não tem histórico de dificuldades de aprendizagem, e João não apresenta problemas visuais ou auditivos que possam justificar o quadro e nem déficit visual ou auditivo e as habilidades cognitivas estão adequadas para a idade.
Resultados das avaliações:
• Teste de desempenho escolar (TDE): pontuação abaixo da média em escrita para a idade, especialmente em habilidades de ortografia.
• Avaliação fonoaudiológica: identificação de dificuldades específicas na codificação ortográfica e na memória visual para a ortografia das palavras; leitura fluente e boa compreensão.
• Avaliação neuropsicológica: memória de curto prazo e habilidades visoespaciais dentro dos parâmetros normais, sem evidências de dificuldades mais amplas de aprendizagem, como dislexia.
Após análise do caso clínico, pode-se concluir que João apresenta
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A dificuldade durante a deglutição – ato de engolir – pode trazer graves consequências à saúde, tendo em vista que os
desvios de alimentos ou saliva podem obstruir parcial ou completamente as vias respiratórias. O envelhecimento natural
de estruturas envolvidas na deglutição como lábios, língua e bochechas, bem como doenças neurológicas (Parkinson,
Alzheimer, Acidente Vascular Cerebral), distrofias musculares e câncer de cabeça e pescoço podem facilitar esses
desvios.
Caso clínico: A Sra. Maria Silva, 78 anos, tem hipertensão controlada, diabetes tipo 2, artrite reumatoide, relata: “Estou com dificuldade para engolir, sinto que a comida fica presa na garganta.” Nos últimos seis meses, começou a sentir dificuldades para engolir alimentos sólidos, especialmente carnes e pães. Segundo ela, a comida frequentemente “parece entalar’, e tem que tomar vários goles de água para ajudar a descer. Nas últimas semanas, notou que a dificuldade também se estende a alimentos mais pastosos e, ocasionalmente, até líquidos. Sra. Maria Silva menciona, ainda, que está perdendo peso, pois reduziu a quantidade de comida para evitar o desconforto ao engolir, a voz fica mais rouca após as refeições e que, em alguns momentos, engasga-se com líquidos. Não apresenta dor significativa, mas descreve uma sensação de “peso” na garganta. Não há relatos de tosse ou febre.
Exame físico: peso: 60 kg (perda de 5 kg nos últimos três meses); pressão arterial: 130/80 mmHg; frequência cardíaca: 72 bpm; orofaringe sem sinais de inflamação ou infecção visíveis; ausculta pulmonar normal; sem linfonodos cervicais palpáveis.
Exames complementares:
- Endoscopia digestiva alta: sem sinais de obstrução mecânica ou tumores.
- Videofluoroscopia da deglutição: evidência de lentificação na fase oral da deglutição, com resíduo alimentar na região faríngea e ocasional penetração de líquidos na laringe, sem aspiração.
- Avaliação fonoaudiológica: Identificação de dificuldades no controle motor fino da língua e lábios, além de redução da força e da coordenação na musculatura da deglutição.
Diante do caso clínico relatado, é possível afirmar que essa paciente apresenta
Caso clínico: A Sra. Maria Silva, 78 anos, tem hipertensão controlada, diabetes tipo 2, artrite reumatoide, relata: “Estou com dificuldade para engolir, sinto que a comida fica presa na garganta.” Nos últimos seis meses, começou a sentir dificuldades para engolir alimentos sólidos, especialmente carnes e pães. Segundo ela, a comida frequentemente “parece entalar’, e tem que tomar vários goles de água para ajudar a descer. Nas últimas semanas, notou que a dificuldade também se estende a alimentos mais pastosos e, ocasionalmente, até líquidos. Sra. Maria Silva menciona, ainda, que está perdendo peso, pois reduziu a quantidade de comida para evitar o desconforto ao engolir, a voz fica mais rouca após as refeições e que, em alguns momentos, engasga-se com líquidos. Não apresenta dor significativa, mas descreve uma sensação de “peso” na garganta. Não há relatos de tosse ou febre.
Exame físico: peso: 60 kg (perda de 5 kg nos últimos três meses); pressão arterial: 130/80 mmHg; frequência cardíaca: 72 bpm; orofaringe sem sinais de inflamação ou infecção visíveis; ausculta pulmonar normal; sem linfonodos cervicais palpáveis.
Exames complementares:
- Endoscopia digestiva alta: sem sinais de obstrução mecânica ou tumores.
- Videofluoroscopia da deglutição: evidência de lentificação na fase oral da deglutição, com resíduo alimentar na região faríngea e ocasional penetração de líquidos na laringe, sem aspiração.
- Avaliação fonoaudiológica: Identificação de dificuldades no controle motor fino da língua e lábios, além de redução da força e da coordenação na musculatura da deglutição.
Diante do caso clínico relatado, é possível afirmar que essa paciente apresenta
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A disfonia é uma alteração na voz que afeta sua qualidade, intensidade ou frequência, tornando-a rouca, fraca, tremida ou
até mesmo inaudível em casos graves. A disfonia ocorre quando há algum problema nas estruturas que produzem a voz,
como as cordas vocais, laringe ou o sistema respiratório, e pode ser temporária ou crônica, dependendo da causa.
Caso clínico: Após anamnese e avaliação clínica de uma professora, que trabalha 30h semanais e participa ativamente de um grupo de canto na igreja, com queixas de alterações vocais, identificou-se que não há alinhamento postural adequado entre a cabeça e o corpo; solta o ar expiratório antes de falar; fala na inspiração com incoordenação entre a respiração e a fonação. Apresenta, ainda, tensão generalizada de todo o corpo e da musculatura do aparelho fonador durante a fala, além de usar constantemente intensidade excessivamente reduzida e velocidade de fala aumentada.
Partindo dessa avaliação, qual alternativa apresenta o diagnóstico dessa paciente?
Caso clínico: Após anamnese e avaliação clínica de uma professora, que trabalha 30h semanais e participa ativamente de um grupo de canto na igreja, com queixas de alterações vocais, identificou-se que não há alinhamento postural adequado entre a cabeça e o corpo; solta o ar expiratório antes de falar; fala na inspiração com incoordenação entre a respiração e a fonação. Apresenta, ainda, tensão generalizada de todo o corpo e da musculatura do aparelho fonador durante a fala, além de usar constantemente intensidade excessivamente reduzida e velocidade de fala aumentada.
Partindo dessa avaliação, qual alternativa apresenta o diagnóstico dessa paciente?
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A paralisia facial é uma condição em que há perda parcial ou total dos movimentos de um lado do rosto devido a uma
disfunção no nervo facial (nervo craniano VII). Esse nervo controla os músculos faciais responsáveis por expressões
faciais, além de algumas funções relacionadas ao paladar e às lágrimas. Quando ele é afetado, a pessoa pode ter
dificuldades para movimentar os músculos de um lado da face, resultando em sorriso assimétrico, dificuldade para fechar
um olho e outras alterações.
Caso clínico: Foi solicitado o comparecimento de um fonoaudiólogo no pronto-socorro para avaliar uma paciente de 66 anos, com características de um acidente vascular cerebral (AVC). Ela apresentava leve dificuldade na alimentação, a fala um pouco “arrastada” e mímica facial com diferença perceptível, porém não desfigurante, sincinesia visível, mas não severa, contratura/espasmo hemifacial, em repouso simetria/tônus normais, a testa com movimento leve a moderado, fechamento dos olhos forçado, discreta fraqueza nos lábios ao esforço.
Marque a alternativa que melhor expressa o diagnóstico fonoaudiológico, em relação à mímica facial dessa paciente.
Caso clínico: Foi solicitado o comparecimento de um fonoaudiólogo no pronto-socorro para avaliar uma paciente de 66 anos, com características de um acidente vascular cerebral (AVC). Ela apresentava leve dificuldade na alimentação, a fala um pouco “arrastada” e mímica facial com diferença perceptível, porém não desfigurante, sincinesia visível, mas não severa, contratura/espasmo hemifacial, em repouso simetria/tônus normais, a testa com movimento leve a moderado, fechamento dos olhos forçado, discreta fraqueza nos lábios ao esforço.
Marque a alternativa que melhor expressa o diagnóstico fonoaudiológico, em relação à mímica facial dessa paciente.
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