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Paciente adulto, sexo masculino, 46 anos, chega ao consultório com queixa de só conseguir falar frases curtas, durante a avaliação apresenta não coordenar respiração e fala, faz pausas inapropriadas; há imprecisão de fonemas, sejam plosivos ou fricativos; e flutuação dos marcadores de intensidade, duração e frequência, com alteração na velocidade de fala, foi então dado a hipótese diagnóstica de Disartria.
MARCHESA, I., Silva, H.J. & Tomé, M.C. Tratados das Especialidades em Fonoaudiologia. Rio de Janeiro. Editora Roca, 2014.
Baseado no relato, que tipo de Disartria o paciente apresenta?
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Um paciente apresenta, na avaliação de paralisia facial, os seguintes sinais: fraqueza óbvia e assimetria facial desfigurante, nenhum movimento da fronte, fechamento ocular incompleto do lado atingido, assimetria bucal mesmo com muito esforço para manter simétrica.
LAZARINI, P.R. & Fouquet, M. L. Paralisia Facial – Avaliação, Tratamento e Reabilitação. São Paulo, Ed Lovise, 2006.
Qual é o grau na classificação de paralisia facial periférica apresentado por esse paciente?
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Pode-se descrever esse domínio como a habilidade para controlar e coordenar movimentos grossos e movimentos finos. Esse domínio de competência contém manifestações da capacidade de compreender e manipular o ambiente por meio de ações amplas e finas.
BELLO, Machado & Capellini. Marcos do Desenvolvimento Infantil. Aprenda a olhar para o desenvolvimento infantil. São Carlos, Pedro & João Editores, 2022.
Qual é o nome do domínio de competências descrito pelas autoras?
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Muitas condições patológicas causam alterações auditivas na infância. A base para o início da intervenção é a definição da existência da perda auditiva, além da caracterização quanto ao grau e tipo. O fonoaudiólogo que realiza a avaliação audiológica infantil deve ter domínio não apenas de métodos comportamentais, mas também eletroacústicos e eletrofisiológicos para avaliar a sensibilidade e a função auditiva, assim como a integridade neurológica da criança. Sobre a avaliação audiológica infantil, analise as afirmativas a seguir.
I. Devido à alta ocorrência de otite média nessa população, a realização da timpanometria é fundamental, pois a alteração de orelha média, quando presente, dificulta a interpretação dos resultados dos demais procedimentos que compõem a avaliação e, consequentemente, o diagnóstico diferencial entre a perda auditiva condutiva e a sensorioneural.
II. A presença de emissões otoacústicas evocadas demonstram a funcionalidade das células ciliadas externas, o que diminui a probabilidade de haver perda auditiva periférica, uma vez que as alterações cocleares são as de maior prevalência ao nascimento e as células ciliadas externas são mais vulneráveis a lesões do que as internas. Entretanto, não descarta a presença de alteração auditiva, visto que, no espectro da neuropatia auditiva ou nas alterações retrococleares periféricas ou centrais, as emissões otoacústicas poderão estar presentes independentes do limiar psicoacústico.
III. Na utilização dos potenciais evocados auditivos, deve ser sempre considerado o processo maturacional das estruturas do sistema auditivo, que se reflete na amplitude e latência dos componentes. Ao nascimento, a cóclea está respondendo praticamente com seu processo maturacional completo; porém, o nervo auditivo e o tronco encefálico continuam seu desenvolvimento até os dezoito meses de idade. O processo maturacional ocorre da porção periférica para a central, com diminuição linear da latência da onda V com a idade.
Está correto o que se afirma em
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