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A estrutura do solo é atributo fundamental porque faz com que ele seja um meio poroso. Um grande número de propriedades físicas e processos biológicos e químicos são afetados pelo tipo, tamanho e grau de desenvolvimento dos agregados do solo.
(LEPSCH, Igo F. Formação e Conservação dos Solos – São Paulo: Oficina de Textos, 2002)
Com base nestes conhecimentos, informe (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Em condições naturais, as partículas de areia, silte e argila encontram-se aglomeradas no solo em unidades definidas como agregados.
( ) Os agregados têm formato e tamanho idênticos e estão separados uns dos outros por pequenos fendilhamentos.
( ) As partículas de diferentes tamanhos se arranjam em agregados de partículas que formarão, juntamente com os poros entre agregados, a estrutura do solo.
( ) A estrutura do solo refere-se à agregação em condições naturais das partículas do solo (areia, silte e argila) em unidades compostas que são separadas de agregados adjacentes por superfícies de fraca resistência.
( ) Entre os agregados do solo, encontram-se os poros maiores ou macroporos e, dentro desses agregados, os poros menores ou microporos. A quantidade de macroporos e microporos não depende do tamanho e modo com que os agregados se ajustam. Eles têm forma e tamanho variados.
A sequência correta é
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Os tipos de solos são caracterizados, entre outras coisas, por seu tipo de estrutura. Convencionalmente, alguns destes tipos de estruturas são referenciados conforme afirmações a seguir.
(LEPSCH, Igo F. Formação e Conservação dos Solos – São Paulo: Oficina de Textos, 2002)
A esse respeito, informe (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Granular, quando a forma for de esferas ou se a maior parte das faces for arrendondada.
( ) Angular, quando tem as dimensões horizontais próximas das verticais e as faces são planas ou quase planas.
( ) Laminar, quando as faces têm aspecto plano e as dimensões horizontais excedem as verticais.
( ) Prismática, se as dimensões verticais ultrapassam as horizontais e quando todas as faces são planas.
( ) Subangular, quando tem as dimensões horizontais próximas das verticais e as faces não são planas ou são quase planas.
( ) Colunar, quando em formato alongado vertical, mas com a face superior arredondada.
A sequência correta é
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A caracterização de um solo, através de parâmetros obtidos em ensaios de laboratório, depende, simultaneamente, da qualidade da amostra e do procedimento dos ensaios.
(CRAIG Robert F. Mecânica dos Solos. Tradução Amir Kurban. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2007)
Considerando-se os cuidados com a retirada de amostras de solo, deformadas ou indeformadas, correlacione o tipo de amostragem ao tipo de amostra.
TIPOS DE AMOSTRAGEM
1 - Deformada
2 - Indeformada
TIPOS DE AMOSTRAS
( ) Trado cavadeira.
( ) Escavações (blocos).
( ) Trado manual.
( ) Amostrador de pistão.
( ) Amostrador de parede grossa.
( ) Amostrador por pressão estática e constante.
( ) Sondagem rotativa.
( ) Amostrador de parede fina.
A sequência correta é
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A superfície terrestre é um mosaico constituído de grandes placas e de placas menores de litosfera rígida, que se movem lentamente sobre a astenosfera dúctil.
(GROTZINGER, John; JORDAN, Tom. Para Entender a Terra. 6 Ed. Porto Alegre: Bookman, 2013)
( ) Nos movimentos relacionados com os limites divergentes, as placas afastam-se e uma nova litosfera é criada.
( ) Na separação de placas nos oceanos, o assoalho oceânico separa-se à medida que a rocha quente derretida sobe pelos riftes para formar uma nova crosta oceânica.
( ) Nos movimentos relacionados com os limites convergentes, as placas movem-se juntas, a litosfera oceânica é reciclada de volta ao manto e as placas continentais são deformadas.
( ) Nos movimentos relacionados com os limites transformantes, as placas deslizam horizontalmente uma em relação à outra.
( ) Na convergência continente-continente, isto é, quando dois continentes convergem, a crosta é amassada e espessada, formando pequenas montanhas e um amplo planalto.
A sequência correta é
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A superfície terrestre é um mosaico constituído de grandes placas e de placas menores de litosfera rígida, que se movem lentamente sobre a astenosfera dúctil.
(GROTZINGER, John; JORDAN, Tom. Para Entender a Terra. 6 Ed. Porto Alegre: Bookman, 2013)
( ) No fundo do mar, em bacias no centro de expansão oceânica, o limite entre as placas em separação é marcado por uma dorsal mesoceânica, compreendendo uma cadeia submarina de montanhas que exibe terremotos, vulcanismo e rifteamento.
( ) Os limites divergentes em estágios iniciais da separação de placas nos continentes são caracterizados por vales em riftes paralelos, sem atividade vulcânica e terremotos, distribuídos sobre uma zona mais larga que a dos centros de expansão oceânicos.
( ) Na convergência oceano–oceano, se as duas placas envolvidas são oceânicas, uma desce abaixo da outra em um processo conhecido como subducção.
( ) A profusão de eventos geológicos resultantes da colisão de placas torna os limites convergentes os menos complexos observados na tectônica de placas.
( ) Na convergência oceano-continente, se uma placa tem uma borda continental, ela cavalga a placa oceânica porque a crosta continental é mais leve e subduz mais dificilmente que a crosta oceânica.
A sequência correta é
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As paisagens evoluem por meio de lentas transformações, controladas pela interação dos geossistemas, que combinam-se para esculpir a superfície terrestre.
(GROTZINGER, John; JORDAN, Tom. Para Entender a Terra. 6ª Ed. Porto Alegre : Bookman, 2013)
Informe (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) As paisagens podem ser consideradas como resultado da competição entre os processos que provocam o levantamento da crosta terrestre e aqueles que causam seu rebaixamento.
( ) Os processos tectônicos e de superfície interagem; assim, as paisagens propriamente ditas não dependem da proporção entre esses processos.
( ) O soerguimento de áreas da crosta terrestre não provoca a mudança do clima e da velocidade do intemperismo em escala regional e em escala global.
( ) O clima, que varia em função da altitude, controla o intemperismo e a erosão e, portanto, também modula o soerguimento das cadeias de montanhas; assim, a paisagem é controlada pelas interações de dois geossistemas globais.
( ) De forma geral, o controle da paisagem é feito pela interação dos mecanismos térmicos internos e externos da Terra.
A sequência correta é
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O Estado da Bahia caracteriza-se por apresentar uma enorme diversidade de domínios metalogenéticos.
(MISI, Aroldo; TEIXEIRA, João B. G.; SÁ, José Haroldo S. (Coord. e org.) Mapa metalogenético digital do Estado da Bahia e
principais províncias minerais. Salvador: CBPM, 2012 – Série publicações especiais; 11. Convênio CBPM, DNPM, UFBA-CPGG)
Considerando-se os muitos domínios metalogenéticos conhecidos no Estado da Bahia, analise a relação apresentada a seguir e correlacione o bem mineral, listado à sua distribuição geográfica correspondente no Estado.
BENS MINERAIS
1 - Cobre
2 - Zinco
3 - Manganês
4 - Vanádio
5 - Níquel
6 - Fosforito
DISTRIBUIÇÕES GEOGRÁFICAS
( ) Caetité-Licínio de Almeida.
( ) Ipiaú-Itagibá.
( ) Boquira.
( ) Vale do Rio Curaçá.
( ) Maracás.
( ) Irecê-Lapão.
A sequência correta é
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O Projeto “Mapa metalogenético digital do Estado da Bahia e principais províncias minerais” – Salvador (CBPM, 2012) elaborou o Mapa de Distribuição das Mineralizações sobre Base Geológica e o Mapa dos Principais Domínios Metalogenéticos do Estado. Com a coordenação e a organização de Aroldo Misi, João Batista Guimarães Teixeira, José Haroldo da Silva Sá”, este Projeto é parte integrante do Convênio CBPM, DNPM, UFBA-CPGG e tem como objetivo reunir e tornar acessível o conhecimento geológico do Estado da Bahia.
(MISI, Aroldo; TEIXEIRA, João B. G.; SÁ, José Haroldo S. (Coord. e org.) Mapa metalogenético digital do Estado da Bahia e
principais províncias minerais. Salvador: CBPM, 2012 – Série publicações especiais; 11. Convênio CBPM, DNPM, UFBA-CPGG)
( ) Embora a cromita tenha sido minerada em caráter artesanal desde 1907, nas regiões de Campo Formoso e Santa Luz, a implantação de empreendimentos industriais somente foi viabilizada em 1961 nas regiões de Campo Formoso e do vale do rio Jacurici, com a inauguração das minas de cromo da Companhia de Ferro Ligas da Bahia S. A. (Ferbasa).
( ) As grandes jazidas de magnesita e talco da serra das Éguas, município de Brumado, foram descobertas em 1939 pela Divisão de Fomento da Produção Mineral. Entretanto, a consolidação da mineração de magnesita na Bahia só ocorreu efetivamente a partir da década de 70.
( ) As atividades industriais da Magnesita S. A., concessionária das maiores jazidas locais, foram iniciadas em 1940 com a produção de refratários aluminosos e sílico-aluminosos, seguindo-se a produção dos refratários magnesianos e cromo-magnesianos.
( ) No Estado da Bahia, não há registro da descoberta de ocorrências uraníferas e, consequentemente, não existem informações da existência de depósitos de urânio sendo minerados no Estado.
( ) Na lista de minerais e produtos minerários produzidos na Bahia e direcionados unicamente para o mercado interno, destacam-se: água mineral, areia, arenito, argila, artefatos minerais, barita, cromo, ligas de ferro (ferromanganês, ferro-cromo, ferro-silíciocromo), ligas de alumínio, pedras preciosas e rochas ornamentais.
A sequência correta é
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O Projeto “Mapa metalogenético digital do Estado da Bahia e principais províncias minerais” – Salvador (CBPM, 2012) elaborou o Mapa de Distribuição das Mineralizações sobre Base Geológica e o Mapa dos Principais Domínios Metalogenéticos do Estado. Com a coordenação e a organização de Aroldo Misi, João Batista Guimarães Teixeira, José Haroldo da Silva Sá”, este Projeto é parte integrante do Convênio CBPM, DNPM, UFBA-CPGG e tem como objetivo reunir e tornar acessível o conhecimento geológico do Estado da Bahia.
(MISI, Aroldo; TEIXEIRA, João B. G.; SÁ, José Haroldo S. (Coord. e org.) Mapa metalogenético digital do Estado da Bahia e
principais províncias minerais. Salvador: CBPM, 2012 – Série publicações especiais; 11. Convênio CBPM, DNPM, UFBA-CPGG)
( ) O Estado da Bahia começou a despontar como produtor de minérios com a descoberta de ouro na serra de Jacobina, em 1701. Em 1844, pouco mais de um século depois, teve início o grande ciclo do diamante da Chapada Diamantina, originado na lavra dos aluviões do rio Mucugê.
( ) A fase da industrialização mineral verticalizada, compreendendo desde a extração, produção de concentrado de minério e metalurgia, foi iniciada em 1957, com a inauguração da mina de chumbo de Boquira.
( ) Processos de vulcanismo continental e de formação de bacias sedimentares na Bahia resultaram na geração de concentrações minerais de magnesita, estanho, ouro, diamante, fosforito, fluorita, zincochumbo, barita, sal-gema, hidrocarbonetos (óleo e gás) dentre outros.
( ) Na lista de minerais da Bahia, comercializados no mercado internacional, destacam-se: ouro, urânio, cobre, magnésio, níquel, bentonita, cal, calcário, calcita, caulim, diatomita, feldspato, grafita, manganês, quartzo, sal-gema, talco e vermiculita.
( ) Em 1939 foi instituído o ciclo do petróleo, a partir da descoberta do campo de óleo do Recôncavo, na localidade de Lobato, subúrbio de Ilhéus.
A sequência correta é
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A consistência do solo é uma característica física do solo (grau de ligação entre as partículas), que serve para descrever o comportamento mecânico do solo sob diferentes condições de umidade. A resistência do material do solo, em estado natural, a alguma força que tende a rompê-lo é conhecida como consistência. Quando aplicada aos solos finos ou coesivos, a consistência está ligada à quantidade de água existente no solo, ou seja, ao teor de umidade.
(LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos – São Paulo: Oficina de Textos, 2002)
Informe (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as falsas, sabendo-se que a avaliação da consistência do solo é feita em três condições de umidade: seco, úmido e molhado.
( ) Quando seco, testa-se a dureza.
( ) Quando úmido, testa-se a plasticidade.
( ) Quando molhado, testa-se a pegajosidade.
( ) Quando úmido, testa-se a friabilidade.
( ) Quando molhado, testa-se a plasticidade.
( ) Quando seco, testa-se a tenacidade.
A sequência correta é
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