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3799167 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Na noite do dia 24 para 25 de janeiro de 1835, um grupo de africanos escravizados e libertos ocupou as ruas de Salvador, e durante mais de três horas enfrentou soldados e civis armados. Foi a Revolta dos Malês.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Ainda sobre essa revolta, segundo a obra citada, é correto afirmar que
 

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3799166 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Considera-se como o país cristão mais antigo da África subsaariana, sem que houvesse contato com a coloniza ção. O cristianismo foi introduzido a partir de Alexandria, durante a ocupação romana do Egito. Salvo uma curta ocupação da Itália no século XX, o país nunca foi ver dadeiramente colonizado. O cristianismo só perdeu sua preponderância perante o islamismo, imposto durante o império otomano.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
O excerto apresenta referências
 

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3799165 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
O que Marc Bloch não aceitava em seu mestre Charles Seignobos, principal representante dos historiadores “positivistas”, era iniciar o trabalho do historiador somente com a coleta dos fatos.
(Jacques Le Goff, Prefácio. Em: Marc Bloch, Apologia da história,
 ou, O ofício do historiador
. Adaptado)
Para Marc Bloch, havia uma fase anterior à coleta de fatos, que exige do historiador
 

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3799164 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Estudar as crônicas de uma aldeia, o que é feito com enorme frequência hoje em dia, é algo completamente sem sentido. O dever do historiador é estudar as origens daquelas ideias que moldam nossas vidas, não escrever novelas. Basta eu citar um exemplo: há muita conversa atualmente sobre a necessidade de retorno ao mercado. Quem inventou o mercado? Os homens do século dezoito. E na Itália quem se preocupava com isso? Os pensadores do Iluminismo, Genovese e Verri. É importante situar firmemente no centro de nossos estudos as raízes de nossa vida moderna.
(Franco Venturi, Lumi di Venezia. Apud Giovanni Levi. Em: Peter Burke
(org.). A escrita da história: novas perspectivas, 2011, p. 10. Adaptado)
Segundo o excerto, Franco Venturi,
 

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3799163 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
A nova história é a história escrita como uma reação deliberada contra o “paradigma” tradicional. Será conveniente descrever este paradigma tradicional como “história rankeana”. Em prol da simplicidade e da clareza, o contraste entre a antiga e a nova história pode ser resumido em seis pontos.
(Peter Burke (org.). A escrita da história: novas perspectivas. Adaptado)
De acordo com Peter Burke, um dos pontos que diferencia a nova história do paradigma tradicional afirma que
 

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De acordo com Candau (2008), o campo dos direitos humanos testemunhou uma alteração significativa, com a questão da diferença assumindo uma importância especial, transformando-se em um
 

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3798882 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Leia o texto a seguir.

    Nossa história colonial não se confunde com a continuidade do nosso território colonial. Sempre se pensou o Brasil fora do Brasil, mas de maneira incompleta: o país aparece no prolongamento da Europa. Ora, a ideia exposta neste livro é diferente e relativamente simples.
(ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. Adaptado)

A tese do autor é de que a colonização portuguesa, fundada no escravismo, deu lugar a um espaço econômico e social que englobava
 

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3798881 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Observe o texto a seguir.

    A revolta anti-holandesa nordestina se apresenta como um levante promovido por um bando de caloteiros. Disse-o ali na bucha o padre Antônio Vieira, num parecer encomendado pela Coroa em 1648: “Os principais moradores que moveram a guerra contra a Companhia das Índias Ocidentais em Pernambuco foi porque tinham tomado muito dinheiro aos holandeses, e não puderam, ou não quiseram, pagar”.
(ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. Adaptado)

O problema do endividamento dos senhores de engenho esteve relacionado
 

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3798880 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Considere o texto a seguir.

    A ruptura de 1808 não será tão radical como se tem dito e escrito: ainda se movia no oceano o braço brasilianizado do sistema colonial: a rede de importação de mão-de-obra cativa, o tráfico negreiro. Depois de 1850, o mercado de trabalho nacional continua dependente, nos seus setores dinâmicos, do trato de imigrantes europeus, levantinos e asiáticos. Só nos anos 1930-40 a reprodução ampliada de força de trabalho passa a ocorrer inteiramente no interior do território nacional. Essa é a variável de longa duração que apreende a formação do Brasil nos seus prolongamentos internos e externos.
(ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. Adaptado)

O autor relativiza a ruptura de 1808, pois depois da abertura dos portos o Brasil
 

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3798879 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Leia o texto a seguir.

    É fundamental ressaltar a importância histórica da postura de crítica contundente com que os pesquisadores africanos se debruçam ao examinar a historiografia ocidental sobre o tema. Não é outra a razão de destacarem as principais teorias psicológicas, quais sejam, o darwinismo social, o cristianismo evangélico e o atavismo social, evidenciando sua conivência com uma disposição para o domínio e a exploração, articuladas a um imaginário coletivo aprisionado pela crença em uma superioridade racial e cultural.
(HERNANDEZ, Leila Leite. África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)

Entre as narrativas formuladas a partir das teorias citadas, é correto identificar a explicação da partilha da África como
 

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