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Foi com o desempenho de missionários e exploradores
que o continente começou a ser efetivamente rasgado.
Os primeiros, em especial a partir de 1830, eram anglicanos, metodistas, batistas e presbiterianos, a serviço da
Grã-Bretanha, desenvolvendo seus trabalhos na Serra
Leoa, na Libéria, na Costa do Ouro e na Nigéria.
Simultaneamente, missionários católicos franceses na bordadura do Senegal, desde 1848, fizeram inúmeros protestos contra o aprisionamento e a escravidão.
É importante destacar que a evangelização cristã, fosse católica ou protestante, tinha três pontos comuns.
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à História Contemporânea. Adaptado)
Um desses pontos comuns apontados pela autora consistia em
Simultaneamente, missionários católicos franceses na bordadura do Senegal, desde 1848, fizeram inúmeros protestos contra o aprisionamento e a escravidão.
É importante destacar que a evangelização cristã, fosse católica ou protestante, tinha três pontos comuns.
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à História Contemporânea. Adaptado)
Um desses pontos comuns apontados pela autora consistia em
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Enquanto na Alta Idade Média, na Europa cristã, o nível
mais frequente tinha sido de 9 a 12 habitantes e o mais
baixo de 4 a 5 habitantes por quilômetro quadrado, no fim
do século XIII a densidade média era de 20 habitantes
por quilômetro quadrado. Portanto, mesmo sem se poder
quantificar com maior rigor e precisão a expansão demográfica da Idade Média Central, ela é inegável. Assim, é
preciso pensar nas razões desse fenômeno.
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente. Adaptado)
Para o autor, o fenômeno abordado pelo excerto tem como uma de suas possíveis razões
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente. Adaptado)
Para o autor, o fenômeno abordado pelo excerto tem como uma de suas possíveis razões
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No essencial, do ângulo econômico, os séculos IV-X
podem ser considerados em bloco. Caracterizou-os aquilo
que Renée Doehaerd chamou de “escassez endêmica”.
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente)
Segundo o autor, “escassez endêmica” pode ser corretamente definida como sendo
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente)
Segundo o autor, “escassez endêmica” pode ser corretamente definida como sendo
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O período que se estendeu de princípios do século IV a
meados do século VIII sem dúvida apresenta uma feição própria, não mais “antiga” e ainda não claramente
“medieval”. Apesar disso, talvez seja melhor chamá-la
de Primeira Idade Média do que usar o velho rótulo de
Antiguidade Tardia, pois nela teve início a convivência e
a lenta interpenetração dos três elementos históricos que
comporiam todo o período medieval.
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente)
Segundo Franco Júnior, esses três elementos históricos são
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente)
Segundo Franco Júnior, esses três elementos históricos são
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Segundo alguns antropólogos, na África, a palavra quilombo refere-se a uma associação de homens aberta a
todos. Os membros dessa associação eram submetidos
a rituais de iniciação que os integravam como coguerreiros num regimento de super-homens invulneráveis às
armas inimigas.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Munanga e Gomes, comparando os quilombos africanos e brasileiros, consideram que os segundos
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Munanga e Gomes, comparando os quilombos africanos e brasileiros, consideram que os segundos
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A crença na passividade do africano escravizado no
Brasil, na indolência, preguiça e de seu conformismo
diante da escravidão, trata-se de um equívoco histórico.
Alguns fatores contribuíram e ainda contribuem para que tal equívoco persista entre nós.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Na obra citada, um desses fatores se refere
Alguns fatores contribuíram e ainda contribuem para que tal equívoco persista entre nós.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Na obra citada, um desses fatores se refere
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Após a Conferência de Berlim (1885) que definiu a partilha da África entre países europeus, as imagens simpáticas e tranquilizadoras começaram a sombrear. A infância inocente foi substituída pela imagem de subumanos.
Desapareceram as belezas naturais dos territórios e das
mulheres e crianças negras, substituídas pelos miasmas e outros horrores da selva, barbárie, mesquinharia
e atraso.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Segundo Munanga e Gomes, a imagem do continente africano se modifica com o intuito de
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Segundo Munanga e Gomes, a imagem do continente africano se modifica com o intuito de
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A dominação política foi realizada pela ocupação do
território americano pelos estrangeiros portugueses.
Faziam incursões em terras indígenas, instalando capitanias e outras formas de ocupação comuns à época nas
regiões invadidas. A presença da soberania estrangeira
devia assegurar a exploração econômica. Terras abundantes, essências naturais, matérias-primas vegetais e
minerais todas estavam prontas para serem exploradas,
para produzir riquezas. Mas faltava uma condição fundamental que Portugal não era capaz de fornecer: a força
de trabalho, a mão de obra barata.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
De acordo com os autores, a dificuldade portuguesa com a mão de obra tinha relação com
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
De acordo com os autores, a dificuldade portuguesa com a mão de obra tinha relação com
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Do arcaico ao moderno, do rural ao urbano, do Brasil
colônia ao Brasil república, do humano ao sub-humano,
da cidadania à escravidão: esses aparentes antagonismos, encobertos pelo véu da modernidade, guardam
semelhanças profundas: o mesmo de ontem, hoje, porém
metamorfoseado. O trabalho escravo foi, portanto, ressignificado, mas não deixou de ser ele mesmo. Sua essência permanece íntegra mesmo após sua abolição formal
e o advento das etapas mais recentes do capitalismo.
(CAVALCANTI, T. M.; RODRIGUES, R. G. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, v. 20, 2023)
Segundo o artigo citado, a essência do trabalho escravo se revela
(CAVALCANTI, T. M.; RODRIGUES, R. G. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, v. 20, 2023)
Segundo o artigo citado, a essência do trabalho escravo se revela
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A ausência de grupos indígenas ou de escravos e seus
descendentes, assim como trabalhadores em geral, na
História ensinada, é decorrente de uma visão política e
ideológica, mas é preciso lembrar, referendada por uma
concepção de História.
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
O contexto apresentado pelo excerto, segundo Bittencourt, tem ligação com a ideia de que
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
O contexto apresentado pelo excerto, segundo Bittencourt, tem ligação com a ideia de que
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