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3797678 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Foi com o desempenho de missionários e exploradores que o continente começou a ser efetivamente rasgado. Os primeiros, em especial a partir de 1830, eram anglicanos, metodistas, batistas e presbiterianos, a serviço da Grã-Bretanha, desenvolvendo seus trabalhos na Serra Leoa, na Libéria, na Costa do Ouro e na Nigéria.
Simultaneamente, missionários católicos franceses na bordadura do Senegal, desde 1848, fizeram inúmeros protestos contra o aprisionamento e a escravidão.
É importante destacar que a evangelização cristã, fosse católica ou protestante, tinha três pontos comuns.
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à História Contemporânea. Adaptado)
Um desses pontos comuns apontados pela autora consistia em
 

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3797677 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Enquanto na Alta Idade Média, na Europa cristã, o nível mais frequente tinha sido de 9 a 12 habitantes e o mais baixo de 4 a 5 habitantes por quilômetro quadrado, no fim do século XIII a densidade média era de 20 habitantes por quilômetro quadrado. Portanto, mesmo sem se poder quantificar com maior rigor e precisão a expansão demográfica da Idade Média Central, ela é inegável. Assim, é preciso pensar nas razões desse fenômeno.
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente. Adaptado)

Para o autor, o fenômeno abordado pelo excerto tem como uma de suas possíveis razões
 

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3797676 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
No essencial, do ângulo econômico, os séculos IV-X podem ser considerados em bloco. Caracterizou-os aquilo que Renée Doehaerd chamou de “escassez endêmica”.
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente)

Segundo o autor, “escassez endêmica” pode ser corretamente definida como sendo
 

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3797675 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
O período que se estendeu de princípios do século IV a meados do século VIII sem dúvida apresenta uma feição própria, não mais “antiga” e ainda não claramente “medieval”. Apesar disso, talvez seja melhor chamá-la de Primeira Idade Média do que usar o velho rótulo de Antiguidade Tardia, pois nela teve início a convivência e a lenta interpenetração dos três elementos históricos que comporiam todo o período medieval.

(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente)

Segundo Franco Júnior, esses três elementos históricos são
 

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3797674 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Segundo alguns antropólogos, na África, a palavra quilombo refere-se a uma associação de homens aberta a todos. Os membros dessa associação eram submetidos a rituais de iniciação que os integravam como coguerreiros num regimento de super-homens invulneráveis às armas inimigas.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)

Munanga e Gomes, comparando os quilombos africanos e brasileiros, consideram que os segundos
 

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3797673 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
A crença na passividade do africano escravizado no Brasil, na indolência, preguiça e de seu conformismo diante da escravidão, trata-se de um equívoco histórico.
Alguns fatores contribuíram e ainda contribuem para que tal equívoco persista entre nós.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)

Na obra citada, um desses fatores se refere
 

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3797672 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Após a Conferência de Berlim (1885) que definiu a partilha da África entre países europeus, as imagens simpáticas e tranquilizadoras começaram a sombrear. A infância inocente foi substituída pela imagem de subumanos. Desapareceram as belezas naturais dos territórios e das mulheres e crianças negras, substituídas pelos miasmas e outros horrores da selva, barbárie, mesquinharia e atraso.

(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)

Segundo Munanga e Gomes, a imagem do continente africano se modifica com o intuito de
 

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3797671 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
A dominação política foi realizada pela ocupação do território americano pelos estrangeiros portugueses. Faziam incursões em terras indígenas, instalando capitanias e outras formas de ocupação comuns à época nas regiões invadidas. A presença da soberania estrangeira devia assegurar a exploração econômica. Terras abundantes, essências naturais, matérias-primas vegetais e minerais todas estavam prontas para serem exploradas, para produzir riquezas. Mas faltava uma condição fundamental que Portugal não era capaz de fornecer: a força de trabalho, a mão de obra barata.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)

De acordo com os autores, a dificuldade portuguesa com a mão de obra tinha relação com
 

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3797670 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Do arcaico ao moderno, do rural ao urbano, do Brasil colônia ao Brasil república, do humano ao sub-humano, da cidadania à escravidão: esses aparentes antagonismos, encobertos pelo véu da modernidade, guardam semelhanças profundas: o mesmo de ontem, hoje, porém metamorfoseado. O trabalho escravo foi, portanto, ressignificado, mas não deixou de ser ele mesmo. Sua essência permanece íntegra mesmo após sua abolição formal e o advento das etapas mais recentes do capitalismo.
(CAVALCANTI, T. M.; RODRIGUES, R. G. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, v. 20, 2023)

Segundo o artigo citado, a essência do trabalho escravo se revela
 

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3797669 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
A ausência de grupos indígenas ou de escravos e seus descendentes, assim como trabalhadores em geral, na História ensinada, é decorrente de uma visão política e ideológica, mas é preciso lembrar, referendada por uma concepção de História.
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)

O contexto apresentado pelo excerto, segundo Bittencourt, tem ligação com a ideia de que
 

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