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Com base no contexto histórico das Cruzadas, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma de suas consequências para a sociedade europeia:
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Sobre esse contexto, assinale a alternativa correta:
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A França é, das antigas potências coloniais europeias, a que mais intervém nos assuntos africanos. Desde o processo de descolonização até hoje, os franceses já promoveram mais de cinquenta intervenções militares em países africanos (SIRADAG, 2014, p.119), ajudando a depor ou sustentando governantes de acordo com os seus interesses. Trata-se, portanto, de um país que pratica uma ativa política intervencionista no continente africano, sobretudo nos Estados que outrora estiveram sob o julgo do colonialismo francês, e onde mantém ainda diversas bases militares.
PENNA FILHO, Pio; BADOU, Koffi Robert. A França na África: as intervenções militares e suas motivações – o caso da Costa do Marfim. Carta Internacional, Vol. 9, n. 2, jul.-dez. 2014, p. 156.
O processo de descolonização das áreas ocupadas pelos franceses na África não foi um processo rápido, principalmente diante da reação de Paris para com dois casos em particular, a saber,
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Observe as imagens e leia o excerto a seguir.
Estátuas do bandeirante Borba Gato, do escravagista Edward Colston e do colonizador Cristóvão Colombo

Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/certas-palavras/estatuas-destruicao/. Acesso em: 30 dez. 2024
Especialistas comentam derrubadas de monumentos e estátuas pelo mundo
Em Lisboa, uma estátua de Padre António Vieira acordou vandalizada. Em Boston, um Cristóvão Colombo de centenas de quilos foi decapitado. Na Inglaterra, uma estátua de Edward Colston foi arrancada de seu pedestal durante protesto na cidade inglesa de Bristol.
Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/especialistas-comentam-derrubada-de-estatuas-pelo-mundo/. Acesso em: 30 dez. 2024.
Nos últimos anos, estátuas e monumentos foram derrubados em diversas cidades da Europa e dos Estados Unidos por ativistas que participavam de manifestações. Em comum, todos esses alvos de protestos estavam associados
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Não desconsiderando a importância de debates e as prováveis valorosas intenções de pessoas envolvidas na ECO-92, sua realização constituiu um evento no qual o governo brasileiro buscou vender uma imagem renovada e atrelada a ideais de preservação e sustentabilidade que não correspondiam à realidade brasileira. A imprensa reverberou o discurso em favor do meio ambiente e de novas formas de consumo e uso dos recursos naturais, ancorados em pressupostos de racionalidades eurocêntricas.
REGIANI, Álvaro Ribeiro; MEDEIROS, Kenia Gusmão. “Juruna quer vender uma pele de onça”: discursos sobre a sustentabilidade e a representação do indígena como naturalmente ecologista na Rio-92. Acervo, Rio de Janeiro, v. 34, n. 2, maio/ago. 2021, p. 22.
No contexto mencionado, um dos elementos eficientes na propaganda da sustentabilidade no Brasil foi a valorização da imagem dos indígenas como “naturalmente ecologistas”, cujas vidas estariam destinadas à preservação dos recursos naturais, alinhando-se ao projeto de
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