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A história se faz com documentos escritos, sem dúvida, quando eles existem. Mas ela pode ser feita, ela deve ser feita com tudo o que a engenhosidade do historiador lhe permitir utilizar.
(Febvre, L. - Combates pela História, Ariel, Barcelona, 1971.in.; FONSECA, T. N. L. História e ensino de História. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.)
Não se produz conhecimento histórico sem referência às fontes históricas, mas essas fontes não têm que constituir, necessariamente, documentos escritos. No entanto, em se tratando de documentos escritos, especificamente:
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Contínuos avanços tecnológicos permitem a geração de imagens de maneira rápida pelo uso da inteligência artificial. É possível manipular uma obra de arte, criar vídeos e imagens realistas, de pessoas reais ou não, e até mesmo substituir rostos pela sincronização de expressões faciais, como acontece nos deep fakes. Em casos como esses, o que é apresentado em uma imagem torna-se questionável. [...]
(Disponível em: https://www.eca.usp.br/noticias/. Acesso em: novembro de 2024.)
Filmes e fotografias constituem documentos históricos que instigam os historiadores – e, de maneira mais geral, os profissionais das ciências humanas. Na atualidade, principalmente:
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Os arquivos conservam a memória e permitem fazer a história no confronto com as mais diversas fontes e testemunhas. Mas, a preservação, por si só, não tem sentido se não for dirigida para o uso. Por isso, as discussões em torno do recolhimento, guarda, tratamento técnico, recuperação e acessibilidade da informação arquivística deve ser ampliada, em prol do resgate da memória documentada e para ações futuras da nossa sociedade [...]
(RIBEIRO, Fernanda. Gestão da Informação / Preservação da Memória na Era PósCustodial: um equilíbrio precário? Disponível em: http://ler.letras.up.pt/revistas/ documentos/revista_73/artigo8871.PDF. Acesso em: novembro de 2024.)
Na atualidade, em relação ao acesso aos arquivos, documentos, obras de arte e outros bens de valor histórico, artístico e cultural comprovados e reconhecidos oficialmente:
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A Nova História Política propõe expandir as abordagens tradicionais, incorporando aspectos culturais, sociais e econômicos na análise dos fenômenos políticos. A partir dos anos 1960, René Rémond emergiu como uma figura central no renascimento da história política, frequentemente alvo das críticas dos Anais. Em 1988, ele dirigiu a coleção “Para uma história política”, um trabalho coletivo onde destacados cientistas políticos franceses expuseram as transformações em seu campo, reafirmaram sua relevância nas ciências sociais em geral e na história em particular, e destacaram os campos ainda a serem explorados. Nesse sentido, é possível apontar que a Nova História Política busca:
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Para Berwanger e Leal, a paleografia “pode ser considerada arte ou ciência. É ciência na parte teórica. É arte na aplicação prática. Porém, acima de tudo, é uma técnica”.
(BERWANGER, Ana Regina; LEAL, João Eurípedes Franklin. Noções de Paleografia e de Diplomática. Santa Maria: Editora UFSM, 2008. p. 16.)
Em relação à paleografia, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Em relação ao tempo histórico, analise as afirmativas a seguir.
I. Enquanto o tempo histórico é uma medida linear e quantitativa do tempo; o tempo cronológico é qualitativo e interpretativo, buscando entender o significado e o contexto dos eventos.
II. O tempo histórico é a interpretação qualitativa dos eventos passados, que vai além das datas e busca entender o contexto, as causas e as consequências dos acontecimentos.
III. A história é dividida em períodos específicos, como Pré-História, Idade Antiga, Idade Média, Idade Moderna e Idade Contemporânea, facilitando a análise e compreensão dos eventos e processos históricos.
IV. Além do tempo histórico e cronológico, existem outras formas de medir o tempo, como o geológico, biológico, psicológico, cultural e cósmico, cada um oferecendo perspectivas únicas sobre a história e a existência humana.
V. O tempo histórico é crucial para compreender a continuidade e a mudança nas sociedades humanas, identificando padrões, causas e consequências dos eventos passados. Além disso, ele contextualiza o presente e auxilia na tomada de decisões informadas.
Está correto o que se afirma apenas em
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A História Serial e a História Quantitativa são abordagens historiográficas que surgiram no contexto do movimento dos Annales e ganharam destaque na historiografia europeia, especialmente entre os séculos XX e XXI. Ambas abordagens frequentemente se complementam, permitindo aos historiadores estudar processos históricos com maior precisão e em diferentes escalas, especialmente em áreas como História Econômica, demografia e estudos sociais. Qual alternativa melhor descreve a relação entre a História Quantitativa, a História Serial e a contribuição de Ernest Labrousse, no contexto do movimento dos Annales?
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A história oral tem se consolidado como uma metodologia relevante nas ciências humanas, especialmente pela possibilidade de acesso a memórias e perspectivas de indivíduos e grupos. Sobre a história oral, assinale a afirmativa correta.
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Entretanto, tendo começado sua colaboração nos Quaderni storici, em 1978, ele (Carlo Ginzburg) não havia participado diretamente das primeiras discussões sobre a microanálise, ainda que tenha encontrado aí, como já reconheceu mais de uma vez, um eco familiar das suas próprias preocupações intelectuais. Essas preocupações foram intensamente exploradas em um artigo também publicado em 1979, intitulado “Sinais: raízes de um paradigma indiciário”, no qual Ginzburg discutia a emergência de um “paradigma científico” alternativo nas ciências humanas no século XIX, que ele recuperava em um conjunto diverso de contribuições que iam desde as observações metodológicas do crítico de arte italiano Giovanni Morelli até a psicanálise de Sigmund Freud, passando pela semiótica de Charles S. Pierce e as aventuras detetivescas de Sherlock Holmes, personagem de Conan Doyle. Esse paradigma, cujas origens remontariam ao saber venatório primitivo, apresentava elementos comuns com a medicina e com outras formas de conhecimento que se baseavam na leitura de indícios, pistas, fragmentos e sintomas. A história, com sua salutar incapacidade de se desvencilhar dos elementos singulares, individuais e irrepetíveis, disciplina indiciária por excelência, encontrava seus próprios fundamentos epistemológicos nesse paradigma, que se contrapunha àquele triunfante da física e da ciência moderna, para quem não há outro conhecimento científico possível senão o das regularidades e das universalidades.
(CARDOSO, Ciro Flamarion Santana; VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da história. Elsevier, 2012. p. 214. Adaptado.)
“Surgiu, na Itália, e se tornou cada vez mais popular no Brasil e na América Latina. É uma metodologia da ciência histórica que leva em consideração fontes e narrativas alternativas:”
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