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A Argentina foi palco de lutas intestinas no processo de constituição do Estado nacional. A expressão mais destacada do processo argentino foi a emergência dos caudilhos. E, como observa C. Guazzelli (1990, p. 34), “o processo de independência, com seu corolário de transformações, trouxe aos caudilhos uma ameaça a interesses específicos, que então passam a ser combatidos. A guerra civil será um reflexo da luta dos caudilhos pela garantia de privilégios de que dispunham no período colonial, contrariando projetos políticos que se desenvolvem na tentativa de uma organização nacional”. A tese anterior revela que os caudilhos argentinos não são um fenômeno surgido após a Independência. Eles remontam ao período colonial e estão indissoluvelmente ligados ao processo de apropriação da terra. Dentro do contexto da história dos estados nacionais da América Latina, e em especial o estado argentino, os caudilhos:
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- História GeralConflitos/Revoluções/Guerras 2Período Entre-Guerras; Crise de 1929 e seus desdobramentos
A Primeira Grande Guerra deu início à “era da catástrofe”, e a ela se segue um tipo de colapso verdadeiramente mundial, sentido em todos os lugares em que homens e mulheres se envolviam ou faziam uso de transações impessoais de mercado. Na verdade, mesmo os orgulhosos EUA, longe de um porto seguro das convulsões de continentes menos afortunados, se tornaram o epicentro deste que foi o maior terremoto global medido pela escala Richter dos historiadores econômicos – a Grande Depressão do entre guerras. Em suma: entre elas, a economia mundial capitalista pareceu desmoronar. Ninguém sabia exatamente como se poderia recuperá-la.
(Hobsbawm, 1995, 91.)
No processo de tentativa emergencial de recuperação da economia norte-americana, uma grande contradição emerge e se solidifica com a operacionalização do New Deal. Trata-se de:
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Para uma rápida definição, o Mercantilismo seria uma espécie de política de nacionalismo econômico, ou seja, cada país mobilizava esforços para proteger sua economia interna, e isso se dava de várias maneiras. Uma delas era de assegurar dentro de cada país seu ouro e prata, que, na época, eram os representantes simbólicos da riqueza do Estado, e como o caso do ouro extraído das colônias americanas pelos espanhóis e portugueses, esse deveria ser mantido nos respectivos países colonizadores. Outro aspecto do sistema Mercantilista era a forte intervenção do Estado na economia, visto que esse almejava seu fortalecimento.
(DEYON, Pierre, 2009, p. 442-443.)
Nesse contexto mercantil, cada Estado desenvolveu estratégias econômicas que possibilitaram a manutenção das cortes e seu desenvolvimento interno, tais como:
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A chegada dos portugueses representou para os índios uma verdadeira catástrofe. Vindos de muito longe, com enormes embarcações, os portugueses e em especial os padres foram associados na imaginação dos tupis aos grandes xamãs, que andavam pela terra, de aldeia em aldeia, curando, profetizando e falando de uma terra de abundância. Os brancos eram ao mesmo tempo respeitados, temidos e odiados, como homens dotados de poderes especiais.
(Fausto, 2002, p. 16.)
A partir da decisão por parte da Metrópole Lusitana de colonizar o Brasil, a tragédia das inúmeras nações nativas existentes em território tão vasto estava anunciada. Imbuídos da ideia mercantilista, os colonizadores europeus:
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[...] Um tema imprescindível a ser incorporado numa agenda de desenvolvimento para o Brasil é o da política industrial. Para tanto, uma primeira ação passa, novamente, pela redução da taxa de juros e a busca por uma taxa de câmbio real mais competitiva, encorajando, assim, os investimentos e o comércio internacional. Uma segunda ação básica consiste na necessidade de se promover incentivos fiscais mais concretos e de se investir na qualificação da mão de obra.
(Disponível em: https://www.joinpp.ufma.br/jornadas/ Acesso em: julho de 2024.)
Sobre esses aspectos e principalmente sobre a questão da qualificação da mão de obra, faz-se necessário:
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O Historicismo pensa a história de forma radical. Faz crer que somente a história é que possui todos os instrumentos adequados para se pensar e analisar a realidade e o ser humano, uma vez que sua essência está no saber e na reflexão. Assim sendo, a realidade, o cotidiano são o fruto de uma evolução histórica e a razão –- ação da essência humana –- é o motor da história, conforme pensava um dos seus inspiradores, o filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel.
(PINTO, Genivaldo, 2005.)
Segundo essa teoria metodológica da história:
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A Independência do Brasil aconteceu, quando, supostamente, D. Pedro (futuro ____________) proclamou o grito da independência às margens do Rio Ipiranga. Com isso, rompeu-se a ligação com ________________ e o Brasil consolidou-se como nação. A independência foi um processo de ________________ nas relações entre os colonos brasileiros, sobretudo da elite, e a metrópole.
As palavras que completam coerentemente as lacunas são, respectivamente,
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O período histórico a que o texto se refere é:
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Julgue o item a seguir.
Ao estudar as Cruzadas, pode-se afirmar que essas expedições foram meramente campanhas militares sem significado religioso, cultural ou econômico, concentrando-se exclusivamente no aspecto das batalhas e desconsiderando qualquer influência nas relações entre cristãos e muçulmanos, os intercâmbios comerciais e culturais resultantes ou o impacto no desenvolvimento urbano e nas práticas bancárias na Europa. Essa visão sugere que as Cruzadas não tiveram efeitos duradouros na estrutura política ou no panorama social europeu, e que as interações com o Oriente durante essas campanhas não influenciaram a Renascença ou outros movimentos culturais significativos na Europa.
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