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O estado do Tocantins possui diversas etnias
indígenas, como, por exemplo, os Karajá, Xerente,
Apinajé, Krahô, Krahô-Kanela, Avá-Canoeiro,
Javaé, Xambioá. Dentro da cultura corporal de
movimento, as lutas indígenas possuem destaque,
pois elas representam uma manifestação rica e
culturalmente diversa. As lutas de matrizes
indígenas não são apenas uma forma de combate,
mas, também, um meio de transmissão de
conhecimento, valores, atitudes e tradições
ancestrais. Nos últimos anos, tem havido um
crescente interesse de pesquisadores da área da
Educação Física escolar em transpor esses
saberes para as escolas e, nesse sentido, a
professora Juliana organiza todos os anos eventos
e festivais na escola Cora Coralina, com vistas a
valorizar o patrimônio cultural brasileiro ensinando
o Huka-Huka, uma das práticas de lutas indígenas
mais conhecidas em nosso país.
Assinale a alternativa CORRETA a respeito do Huka-Huka.
Assinale a alternativa CORRETA a respeito do Huka-Huka.
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“O Tocantins é um rio que possui uma pluralidade
de sentidos: ele une e fixa, mas também separa e
divide. É uma fronteira geográfica por natureza,
mas também fronteira econômica, cultural e
simbólica”
Fonte: OLIVEIRA, Maria de Fátima. Portos do Sertão: cidades ribeirinhas do Rio Tocantins. Goiânia: Editora da PUC/Goiás, 2010, p. 23.
O povoamento do Tocantins em muito decorreu da navegação pelos rios. O surgimento da cidade de Pedro Afonso, uma das cidades ribeirinhas do Tocantins, está relacionado:
Fonte: OLIVEIRA, Maria de Fátima. Portos do Sertão: cidades ribeirinhas do Rio Tocantins. Goiânia: Editora da PUC/Goiás, 2010, p. 23.
O povoamento do Tocantins em muito decorreu da navegação pelos rios. O surgimento da cidade de Pedro Afonso, uma das cidades ribeirinhas do Tocantins, está relacionado:
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“Memória, história: longe de serem sinônimos,
tomamos consciência que tudo opõe uma à outra.
A memória é a vida, sempre carregada por grupos
vivos e, nesse sentido, ela está em permanente
evolução, aberta à dialética da lembrança e do
esquecimento (...). A história é a reconstrução
sempre problemática e incompleta do que não
existe mais”
Fonte: NORA, Pierre. Entre memória e história: a problemática dos lugares. Projeto História, São Paulo, v. 10, dez., 1993, p.9.
O debate pontuado no campo da historiografia sobre os conceitos de memória e história, adverte que:
Fonte: NORA, Pierre. Entre memória e história: a problemática dos lugares. Projeto História, São Paulo, v. 10, dez., 1993, p.9.
O debate pontuado no campo da historiografia sobre os conceitos de memória e história, adverte que:
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Cultura, representação, imagem, sensibilidades,
memória e subjetividades constituem conceitos
que formam um marco e um guia na percepção do
historiador diante da pesquisa histórica. Ambos,
contemplam uma corrente historiográfica marcada
por:
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No Brasil, a Primeira República foi marcada por
conflitos envolvendo, entre outros, sertanejos,
marinheiros, religiosos. Conflitos ora opondo o
novo e o antigo sistema de governo, ora o
estabelecimento da nova ordem, bem como o
questionamento de situações sociais injustas.
Considere os seguintes itens.
I. Guerra de Canudos. II. Revolta dos Tenentes. III. Coluna Prestes. IV. Revolta da Chibata. V. Guerra de Contestado.
Entre os conflitos sociais do regime republicano, de1896 a 1917, estão os itens:
I. Guerra de Canudos. II. Revolta dos Tenentes. III. Coluna Prestes. IV. Revolta da Chibata. V. Guerra de Contestado.
Entre os conflitos sociais do regime republicano, de1896 a 1917, estão os itens:
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A historiografia sobre a preparação para a boa
morte registra ser essa uma prática de longa data.
No Brasil, no século XIX, ante à eminência da
morte, dívidas antigas eram confessadas.
Confessava-se dívidas nunca pagas às casas
comerciais, caixeiros confessavam ter negociado
indevidamente, há anos, com o dinheiro da
esposa. Assim, a morte corrigia os
declaradamente desonestos. Dessa forma, a
morte:
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- Teoria em HistóriaImperialismo e Colonialismo do século XIX
- História Geral
- História do BrasilPeríodo Colonial
“No caso específico da relação escravista, arguiu
Godwyn, o batismo e o exercício das práticas
religiosas, ao tornarem o escravo mais
disciplinado, mais que compensariam os gastos
envolvidos na sua conversão: sendo doutrinado,
nos ofícios divinos dos domingos, no princípio da
obediência aos poderosos, o cativo
desempenharia suas tarefas ao longo da semana
sem questioná-las”
Fonte: MARQUESE, Rafael de Bivar. Feitores do corpo, missionários da mente: senhores letrados e o controle dos escravos nas Américas, 1660-1860. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 45.
A partir da expansão da produção açucareira nas Antilhas Francesas e Inglesas, bem como na Colônia Portuguesa, no século XVII, aumentou, cada vez mais, a necessidade de justificativa do governo dos escravizados. Entre as formas legitimadoras desse tipo trabalho estavam:
Fonte: MARQUESE, Rafael de Bivar. Feitores do corpo, missionários da mente: senhores letrados e o controle dos escravos nas Américas, 1660-1860. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 45.
A partir da expansão da produção açucareira nas Antilhas Francesas e Inglesas, bem como na Colônia Portuguesa, no século XVII, aumentou, cada vez mais, a necessidade de justificativa do governo dos escravizados. Entre as formas legitimadoras desse tipo trabalho estavam:
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Com o fim do primeiro regime constitucional
espanhol, em 1814, e a volta de Fernando VII ao
poder, irromperam vários movimentos de
independência na América Hispânica. Na década
de 1820, houve esforços para a ruptura da
situação colonial de Cuba. Entre os motivos que
derrubaram as tentativas de independência
cubana nesse período estavam:
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“Nas Minas Gerais, e em especial nas cidades, os
escravos não eram apenas as mãos e os pés dos
senhores, como queria o historiador jesuíta
Vicente Antonil no século XVI, mas eram quase
sua sombra, olhos e ouvidos aos quais nada
escapava”
Fonte: SOUZA, Laura de Mello e (Org.) História da vida privada no Brasil: cotidiano e vida privada na América portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p. 387- 437. (Adaptado).
A composição social descrita, refere-se à:
Fonte: SOUZA, Laura de Mello e (Org.) História da vida privada no Brasil: cotidiano e vida privada na América portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p. 387- 437. (Adaptado).
A composição social descrita, refere-se à:
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“Houve espíritos práticos – cruéis – que não viram
as pobres gentes a não ser como instrumentos
maléficos de um desígnio destruidor da ordem
construída”
Fonte: ROMERO, José Luís. Crise e ordem no mundo feudoburguês. São Paulo: Editora Palíndromo, 2005, p. 123.
Entre os primórdios do século XIV e as primeiras décadas do século XV, as tensões da vida social na Europa ficaram explícitas. Os camponeses se revoltaram contra a miséria a que estavam submetidos, explodiram conflitos entre os príncipes e as cidades, a Igreja Católica passou a ser questionada pelo apoio à ordem. Esse contexto evidenciava:
Fonte: ROMERO, José Luís. Crise e ordem no mundo feudoburguês. São Paulo: Editora Palíndromo, 2005, p. 123.
Entre os primórdios do século XIV e as primeiras décadas do século XV, as tensões da vida social na Europa ficaram explícitas. Os camponeses se revoltaram contra a miséria a que estavam submetidos, explodiram conflitos entre os príncipes e as cidades, a Igreja Católica passou a ser questionada pelo apoio à ordem. Esse contexto evidenciava:
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