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Texto XII
Quem foi Fernão Dias, que dará nome a nova estação no metrô de São Paulo
A estação que antes iria se chamar Paulo Freire será rebatizada em homenagem ao bandeirante, associado a exploração predatória no Sudeste e à escravização de indígenas [...] Nascido em 1608, Fernão Dias Pais Leme era descendente direto dos primeiros imigrantes europeus de São Vicente, o que lhe fez dono de fazendas gigantescas na região que, hoje, compõe o território da capital paulista. Um dos nomes de maior destaque nas missões de exploração do interior do país atrás de recursos minerais, ele chegou a ser considerado o homem mais rico da província.
Fernão Dias participou da famosa bandeira ao sul do Brasil, comandada por Antônio Raposo Tavares em 1638. Nela, passou pelos atuais estados de Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e parte do Uruguai, onde acabou com as reduções jesuíticas e submeteu milhares de indígenas à escravidão.
Disponível em https://revistagalileu.globo.com/sociedade/historia/noticia/2023/03/quemfoi-fernao-dias-que-dara-nome-a-nova-estacao-no-metro-de-sao-paulo.ghtml. Adaptado.
A homenagem apontada na reportagem do Texto XII atesta
Quem foi Fernão Dias, que dará nome a nova estação no metrô de São Paulo
A estação que antes iria se chamar Paulo Freire será rebatizada em homenagem ao bandeirante, associado a exploração predatória no Sudeste e à escravização de indígenas [...] Nascido em 1608, Fernão Dias Pais Leme era descendente direto dos primeiros imigrantes europeus de São Vicente, o que lhe fez dono de fazendas gigantescas na região que, hoje, compõe o território da capital paulista. Um dos nomes de maior destaque nas missões de exploração do interior do país atrás de recursos minerais, ele chegou a ser considerado o homem mais rico da província.
Fernão Dias participou da famosa bandeira ao sul do Brasil, comandada por Antônio Raposo Tavares em 1638. Nela, passou pelos atuais estados de Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e parte do Uruguai, onde acabou com as reduções jesuíticas e submeteu milhares de indígenas à escravidão.
Disponível em https://revistagalileu.globo.com/sociedade/historia/noticia/2023/03/quemfoi-fernao-dias-que-dara-nome-a-nova-estacao-no-metro-de-sao-paulo.ghtml. Adaptado.
A homenagem apontada na reportagem do Texto XII atesta
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Texto VIII
I.
Vai buscar quem mora longe… vai mostrar esta saudade Sonho meu Com a sua liberdade Sonho meu No meu céu a estrela guia se perdeu E a madrugada fria só me traz melancolia, Sonho meu”
Sonho meu - Délcio Carvalho e Dona Ivone Lara.
II. Amigos presos, amigos sumindo assim Pra nunca mais Nas recordações retratos de um mal em si Melhor é deixar pra trás Não, não chore mais… observando hipócritas Disfarçados rondando ao redor”.
Não chores mais – Gilberto Gil.
As músicas expostas no Texto VIII foram lançadas em 1979, ano marcado pela reabertura política pós-ditadura militar e seus desdobramentos. Suas letras fazem referências a esse contexto histórico. Os trechos em que podem ser percebidas referências mais claras à ditadura e à anistia política são, respectivamente,
I.
Vai buscar quem mora longe… vai mostrar esta saudade Sonho meu Com a sua liberdade Sonho meu No meu céu a estrela guia se perdeu E a madrugada fria só me traz melancolia, Sonho meu”
Sonho meu - Délcio Carvalho e Dona Ivone Lara.
II. Amigos presos, amigos sumindo assim Pra nunca mais Nas recordações retratos de um mal em si Melhor é deixar pra trás Não, não chore mais… observando hipócritas Disfarçados rondando ao redor”.
Não chores mais – Gilberto Gil.
As músicas expostas no Texto VIII foram lançadas em 1979, ano marcado pela reabertura política pós-ditadura militar e seus desdobramentos. Suas letras fazem referências a esse contexto histórico. Os trechos em que podem ser percebidas referências mais claras à ditadura e à anistia política são, respectivamente,
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Texto VII
Personalidades Negras – Luísa Mahin
Nascida em Costa Mina, na África, no início do século XIX, Luísa Mahin foi trazida para o Brasil como escrava. Da nação africana Nagô, Luísa esteve envolvida na articulação de todas as revoltas e levantes de escravos que sacudiram a então Província da Bahia nas primeiras décadas do século XIX.
Quituteira de profissão, de seu tabuleiro eram distribuídas as mensagens em árabe, através dos meninos que pretensamente com ela adquiriam quitutes. Desse modo, esteve envolvida na Revolta dos Malês (1835) e na Sabinada (1837-1838). Caso o levante dos malês tivesse sido vitorioso, Luísa teria sido reconhecida como Rainha da Bahia.
Disponível em https://www.gov.br/palmares/ptbr/assuntos/noticias/personalidades-negras-2013-luisa-mahin. Adaptado.
A partir da descrição das experiências de Luiza Mahin na Bahia oitocentista e do estudo da realidade dos escravizados no Brasil imperial, por meio do exposto no Texto VII, podemos
Personalidades Negras – Luísa Mahin
Nascida em Costa Mina, na África, no início do século XIX, Luísa Mahin foi trazida para o Brasil como escrava. Da nação africana Nagô, Luísa esteve envolvida na articulação de todas as revoltas e levantes de escravos que sacudiram a então Província da Bahia nas primeiras décadas do século XIX.
Quituteira de profissão, de seu tabuleiro eram distribuídas as mensagens em árabe, através dos meninos que pretensamente com ela adquiriam quitutes. Desse modo, esteve envolvida na Revolta dos Malês (1835) e na Sabinada (1837-1838). Caso o levante dos malês tivesse sido vitorioso, Luísa teria sido reconhecida como Rainha da Bahia.
Disponível em https://www.gov.br/palmares/ptbr/assuntos/noticias/personalidades-negras-2013-luisa-mahin. Adaptado.
A partir da descrição das experiências de Luiza Mahin na Bahia oitocentista e do estudo da realidade dos escravizados no Brasil imperial, por meio do exposto no Texto VII, podemos
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Texto II
A invenção chinesa que mais surpreendeu Marco Polo
[...] O veneziano Marco Polo se tornou um dos primeiros europeus a conhecer uma invenção que ainda é um dos fundamentos da economia moderna: o dinheiro de papel. Ele era feito de casca de amoreiras e continha um selo vermelho brilhante do imperador Kublai Khan, que estava no poder mongol durante as viagens do explorador. [...]
Cadê o ouro?
O explorador veneziano ficou mais fascinado com a genialidade do que com o sistema. Perguntava-se onde ficava o ouro que não estava circulando. A resposta? Sob rigoroso controle do imperador.
Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/geral-40850733. Adaptado.
A admiração do italiano Marco Polo com a invenção do governo de Kublai Khan, citada no Texto II, se justifica diante do contexto de
A invenção chinesa que mais surpreendeu Marco Polo
[...] O veneziano Marco Polo se tornou um dos primeiros europeus a conhecer uma invenção que ainda é um dos fundamentos da economia moderna: o dinheiro de papel. Ele era feito de casca de amoreiras e continha um selo vermelho brilhante do imperador Kublai Khan, que estava no poder mongol durante as viagens do explorador. [...]
Cadê o ouro?
O explorador veneziano ficou mais fascinado com a genialidade do que com o sistema. Perguntava-se onde ficava o ouro que não estava circulando. A resposta? Sob rigoroso controle do imperador.
Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/geral-40850733. Adaptado.
A admiração do italiano Marco Polo com a invenção do governo de Kublai Khan, citada no Texto II, se justifica diante do contexto de
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O Senado instalou a Comissão Temporária Interna em
Comemoração aos 200 anos da Confederação do Equador. O
requerimento destacou que “(...) o movimento revolucionário de
1824 merece ser comemorado e mantido na memória coletiva da
sociedade, devido às suas marcantes contribuições para os
valores democráticos.”. Os líderes da Confederação do Equador,
como Frei Caneca, defendiam princípios válidos até hoje, como
os direitos individuais e as liberdades civis. Foi um marco na
história das lutas democráticas do Brasil e na defesa de um
sistema de governo descentralizado, com grande repercussão
nos estados do Nordeste.
Disponível em https://www.folhape.com.br/colunistas/blogdafolha/senado-instalacomissao-dos-200-anos-da-confederacao-do-equador/41419/. Adaptado.
O movimento separatista popularizado como Confederação do Equador é um marco histórico ligado a ideias
Disponível em https://www.folhape.com.br/colunistas/blogdafolha/senado-instalacomissao-dos-200-anos-da-confederacao-do-equador/41419/. Adaptado.
O movimento separatista popularizado como Confederação do Equador é um marco histórico ligado a ideias
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Texto I
Tenochtitlán, a cidade asteca construída sobre o lago
Tenochtitlán foi, provavelmente, uma das maiores cidades do mundo no século XVI. Estudos afirmam que havia na cidade entre 100 e 300 mil habitantes. Os conquistadores espanhóis ficaram maravilhados com a beleza e organização da cidade quando a viram pela primeira vez. Mas isso não impediu que Hernán Cortez conquistasse e destruísse a cidade em 1521, quando depois de uma aliança com os povos subjugados pelos astecas auxiliaram os espanhóis a conquistarem a capital Tenochtitlán. [...] a partir de 1521 a cidade foi reconstruída, sendo utilizadas nessa reconstrução as antigas pedras erguidas pelos astecas em seus templos e palácios. Onde ficava o templo do deus sol e da guerra, Huitzilopochtli, foi erguida a Catedral do México, materializando, dessa forma, a violenta imposição social e cultural europeia sobre esse não menos violento Império Asteca.
Disponível em https://mundoeducacao.uol.com.br/historia-america/tenochtitlancidade-asteca-construida-sobre-lago.htm. Adaptado.
No Texto I, o excerto que, mais objetivamente, aponta a apropriação material da cultura asteca pelos europeus na conquista da América é
Tenochtitlán, a cidade asteca construída sobre o lago
Tenochtitlán foi, provavelmente, uma das maiores cidades do mundo no século XVI. Estudos afirmam que havia na cidade entre 100 e 300 mil habitantes. Os conquistadores espanhóis ficaram maravilhados com a beleza e organização da cidade quando a viram pela primeira vez. Mas isso não impediu que Hernán Cortez conquistasse e destruísse a cidade em 1521, quando depois de uma aliança com os povos subjugados pelos astecas auxiliaram os espanhóis a conquistarem a capital Tenochtitlán. [...] a partir de 1521 a cidade foi reconstruída, sendo utilizadas nessa reconstrução as antigas pedras erguidas pelos astecas em seus templos e palácios. Onde ficava o templo do deus sol e da guerra, Huitzilopochtli, foi erguida a Catedral do México, materializando, dessa forma, a violenta imposição social e cultural europeia sobre esse não menos violento Império Asteca.
Disponível em https://mundoeducacao.uol.com.br/historia-america/tenochtitlancidade-asteca-construida-sobre-lago.htm. Adaptado.
No Texto I, o excerto que, mais objetivamente, aponta a apropriação material da cultura asteca pelos europeus na conquista da América é
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Conforme Ana Cristina Elias, Bartolomeu Bueno e Silva
passou pela região que hoje leva o nome de Caldas Novas
em 1722, descobriu as fontes principais de Rio Quente e
seguiu para outros caminhos. Já em 1777, o bandeirante
paulista Martinho Coelho de Siqueira passou pela região e
ali construiu uma residência. Os comportamentos
mencionados se diferenciam por qual motivo?
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Leia o texto a seguir.
É inquestionável que o ouvidor Teotônio Segurado defendia o desmembramento da Comarca do Norte da Comarca do Sul da província de Goiás, e que a sua viagem para Lisboa contribuiu para enfraquecer o projeto autonomista, abrindo espaço para as dissidências. Muito embora, além de Segurado, houvesse outros indivíduos nos arraiais do norte que também repudiavam a situação de abandono político administrativo dessa região e almejavam a autonomia.
VIEIRA, Martha. O movimento separatista do norte goiano (1821-1823): desconstruindo o discurso fundador da formação territorial do estado do Tocantins. Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais. V.3, n. 1, p. 70.
A adesão ao movimento mencionado no texto buscava superar qual característica socioeconômica de Goiás?
É inquestionável que o ouvidor Teotônio Segurado defendia o desmembramento da Comarca do Norte da Comarca do Sul da província de Goiás, e que a sua viagem para Lisboa contribuiu para enfraquecer o projeto autonomista, abrindo espaço para as dissidências. Muito embora, além de Segurado, houvesse outros indivíduos nos arraiais do norte que também repudiavam a situação de abandono político administrativo dessa região e almejavam a autonomia.
VIEIRA, Martha. O movimento separatista do norte goiano (1821-1823): desconstruindo o discurso fundador da formação territorial do estado do Tocantins. Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais. V.3, n. 1, p. 70.
A adesão ao movimento mencionado no texto buscava superar qual característica socioeconômica de Goiás?
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Leia o texto a seguir.
Bem no início da colonização, o Conde de Sarzedas, em 1732, para conter a violência entre os escravos, proibiu a venda de aguardentes, o que acabou provocando fugas e revoltas. Parece que a “Lei Seca” – reativada também em 1750 por Dom Marcos Noronha – não foi muito obedecida em Goiás, nem em nenhum outro lugar do mundo. Em 1743, Dom Luiz de Mascarenhas proibiu indígenas domesticados, escravos, negros forros e mulatos de portarem armas, como se a ínfima minoria dos brancos conseguisse, sozinha, enfrentar a guerra com os indígenas; como era de se esperar, tal lei foi ignorada em Goiás.
OLIVEIRA, Eliézer Cardoso. “O medo do outro”: conflitos entre brancos, negros e mestiços em Goiás nos séculos XVIII e XIX. Revista Territórios & Fronteiras, Cuiabá, vol. 10, n. 2, ago.-dez., 2017, p. 286.
As medidas descritas no texto foram tomadas com o objetivo de
Bem no início da colonização, o Conde de Sarzedas, em 1732, para conter a violência entre os escravos, proibiu a venda de aguardentes, o que acabou provocando fugas e revoltas. Parece que a “Lei Seca” – reativada também em 1750 por Dom Marcos Noronha – não foi muito obedecida em Goiás, nem em nenhum outro lugar do mundo. Em 1743, Dom Luiz de Mascarenhas proibiu indígenas domesticados, escravos, negros forros e mulatos de portarem armas, como se a ínfima minoria dos brancos conseguisse, sozinha, enfrentar a guerra com os indígenas; como era de se esperar, tal lei foi ignorada em Goiás.
OLIVEIRA, Eliézer Cardoso. “O medo do outro”: conflitos entre brancos, negros e mestiços em Goiás nos séculos XVIII e XIX. Revista Territórios & Fronteiras, Cuiabá, vol. 10, n. 2, ago.-dez., 2017, p. 286.
As medidas descritas no texto foram tomadas com o objetivo de
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O Recanto Maestro é um distrito dos municípios de Restinga Sêca e São João do
Polêsine/RS. As empresas situadas nessa região empregam colaboradores de toda a redondeza,
gerando emprego, renda, fazendo circular a economia regional e permitindo a realização de inúmeros
projetos. Além disso, o Recanto Maestro é um centro de cultura, arte e turismo, trazendo eventos de
nível local, regional, nacional e internacional. A partir de 2008, o Recanto Maestro tornou-se o campus
da Antonio Meneghetti Faculdade (AMF). Quem foi Antonio Meneghetti, que identificou o potencial
desse local?
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