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à voz corrente de que os paulistas vinham dar sobre essa redução, os índios deram princípio à construção de um pequeno valo ou cerco, o qual, contudo, não pôde aprontar-se, por causa da pressa com que os inimigos avançavam. No dia de São Francisco Xavier do ano de 1636, quando se estava celebrando a festa com missa e sermão, 140 castelhanos* do Brasil, acompanhados de 150 tupis entraram naquele “pueblo”. Vinham todos otimamente armados com escopetas e se achavam vestidos com gibões [...], pelo que o soldado está protegido dos pés à cabeça e peleja com segurança contra as setas. [...] Havia se acolhido à igreja a gente do povo, pois a sua parede servia também de continuação ao valo ou cerco não terminado. [...] Pelejaram todos durante seis horas, ou seja, desde as oito da manhã até as duas da tarde. Feriram os paulistas a um dos padres com um balaço na cabeça. Atravessaram o braço de um dos irmãos e ao outro deixaram-no vulnerado.
*a expressão deve ser lida aqui como sinônimo de “homens brancos”.
MONTOYA, A.R. Conquista espiritual feita pelos religiosos da Companhia de Jesus nas províncias do Paraguai Paraná, Uruguai e Tape. Porto Alegre: Martins Livreiro, 1997. p. 274. Primeira edição: 1639. Adaptado.
No centro da querela entre colonos e jesuítas, estava a
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Após a reforma de 10 de novembro de 1937, incluímos essa cruzada no programa do Estado Novo, dizendo que o verdadeiro sentido de brasilidade é o rumo ao Oeste. [...] O Brasil, politicamente, é uma unidade. Todos falam a mesma língua, todos têm a mesma tradição histórica e todos seriam capazes de se sacrificar pela defesa do seu território. [...] Mas se politicamente o Brasil é uma unidade, não o é economicamente. Sob esse aspecto, assemelha-se a um arquipélago formado por algumas ilhas, entremeadas de espaços vazios. As ilhas já atingiram um alto grau de desenvolvimento econômico e industrial e as suas fronteiras políticas coincidem com as fronteiras econômicas. Continuam, entretanto, os vastos espaços despovoados, que não atingiram o necessário clima renovador, pela falta de densidade da população e pela ausência de toda uma série de medidas elementares, cuja execução figura no programa do Governo e nos propósitos da administração [...]. Desse modo, o programa de “Rumo ao Oeste” é o reatamento da campanha dos construtores da nacionalidade, dos bandeirantes e dos sertanistas, com a integração dos modernos processos de cultura. Precisamos promover essa arrancada, sob todos os aspectos e com todos os métodos, a fim de suprimirmos os vácuos demográficos do nosso território e fazermos com que as fronteiras econômicas coincidam com as fronteiras políticas. [...] Não ambicionamos um palmo de território que não seja nosso, mas temos um expansionismo, que é o de crescermos dentro das nossas próprias fronteiras.
Discurso Cruzada rumo ao Oeste, em Goiânia, 8 de agosto de 1940. In: A Nova Política do Brasil VIII: ferro, carvão, Petróleo 7 de agosto de 1940 a 9 de julho de 1941. Rio de Janeiro, José Olympio. vol. 8. p. 30-31. Disponível em: http://www.biblioteca. presidencia.gov.br/publicacoes-oficiais/catalogo/getulio-vargas/ vargas-a-nova-politica-do-brasil-vol-viii/view. Acesso em: 14 jan. 2024.
Segundo o texto, a Marcha para o Oeste foi um(a)
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Como consequência imediata da descoberta do ouro cuiabano, operou-se a transformação da principal rota sertanista, já quase sesqui-secular da penetração ocidental, para a devassa das terras e a preá do índio, em via comercial e militar. [...] E, com efeito: em parte alguma do globo as condições geográficas, demográficas, comerciais, coexistiram e associaram-se tão típicas, tão originais, quanto as que caracterizaram essa via anfíbia de milhares de quilômetros de imensos percursos fluviais e pequenas jornadas terrestres: a estrada das monções entre os pontos terminais de Araraitaguaba e Cuyabá, separados por três mil e quinhentos quilômetros da mais áspera navegação com a mínima solução de continuidade constituída por alguns quilômetros do varadouro de Camapuan. [...Avançava-se] em desrespeito ao ajuste interibérico de 1494 definitivamente perempto em 1750 graças ao influxo das bandeiras sobre a resistência pequena [...] castelhana [...] ao Sul e no Centro do Brasil atual e quase nula e, por assim dizer, inexistente na Amazônia.
TAUNAY, A. de E.: História Geral das Bandeiras Paulistas. Tomo undécimo e último. São Paulo: Edição do Museu Paulista, 1950. p. 11. Adaptado.
O texto acima refere-se à(ao)
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Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
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(adaptado de IBGE CIDADES, 2023).
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna:
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- Teoria em HistóriaMedievalidade Europeia
- Teoria em HistóriaAntiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
O Humanismo foi um movimento intelectual de valorização da Antiguidade Clássica, uma glorificação ao homem, que se tornou o centro de todas as indagações e preocupações, em contraposição à visão teocêntrica de mundo do período medieval. Sobre esse tema, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Conduziu a modificações nos métodos de ensino, enriquecidos com o estudo das línguas clássicas (grego e latim).
( ) Contribuiu com o estudo da natureza, desenvolvendo a análise e a crítica na investigação científica.
( ) Possibilitou maior conhecimento da Antiguidade, embora suas realizações nas atividades humanas tenham se limitado aos campos literários e das artes plásticas.
( ) Gerou uma renovação cultural que influenciou diretamente o desenvolvimento e a evolução do movimento iluminista a partir do século XIV.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Sobre a formação das pólis gregas, no período da Antiguidade Clássica, analise as assertivas abaixo:
I. Geograficamente, a Grécia é uma região com predominância de montanhas e planaltos, o que dificultava as comunicações terrestres e favorecia o isolamento de diversas áreas, embora esse fator não tenha sido determinante para a formação das pólis.
II. Praticamente todas as cidades da Grécia Balcânica produziam os mesmos gêneros alimentícios, o que não incentivava o comércio entre elas, fazendo-as dependerem do mercado externo, realizando as suas próprias transações comerciais nas costas do Egeu e do Mediterrâneo.
III. As cidades gregas caracterizavam-se pela presença de alguns elementos típicos, como a parte alta onde ficava a Acrópole, local onde se encontrava o templo da divindade local, e a parte baixa, marcada pela Ágora, centro comunal da vida dos habitantes.
Quais estão corretas?
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De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), um dos importantes objetivos da disciplina de história no ensino fundamental é “estimular a autonomia de pensamento e a capacidade de reconhecer que os indivíduos agem de acordo com a época e o lugar nos quais vivem, de forma a preservar ou transformar seus hábitos e condutas”. A busca de autonomia também exige reconhecimento das bases da epistemologia da história, entre as quais NÃO podemos considerar:
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- Teoria em HistóriaAntiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
- Teoria em HistóriaAntiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
A região compreendida pelos Rios Tigre e Eufrates, assim como seus afluentes, é conhecida como Mesopotâmia ou “a terra entre rios”, para os antigos gregos. Diversos povos ocuparam diferentes locais dessa área, sendo os ao sul, os ao norte e a parte central pelos .
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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