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Foram encontradas 4.896 questões.

2012904 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Para Oswald, o primitivo estará associado ao pensamento selvagem como questionamento do pensamento iluminista e como proposta de valorização do pensamento selvagem local ao qual viria se acrescentar a incorporação contemporânea da técnica.

(Viviana Gelado. Poéticas da transgressão: vanguarda e cultura popular nos anos 20 na América Latina, 2006.)

O primitivismo expresso no “Manifesto da Poesia Pau-Brasil”, lançado por Oswald de Andrade em 1924, pode ser associado à

 

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2012895 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: FM RO
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“Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual – há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês. É visão da iminência de. De quê? Quem sabe se mais tarde saberei. Como que estou escrevendo na hora mesma em que sou lido. Só não inicio pelo fim que justificaria o começo – como a morte parece dizer sobre a vida – porque preciso registrar os fatos antecedentes.”
(LISPECTOR, C. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. Fragmento.)
A escritora Clarice Lispector é um dos principais nomes da terceira fase do Modernismo que apresenta obras em que predominam:
 

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2012817 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: FM RO
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No esquema a seguir, é possível reconhecer os movimentos literários no Brasil e sua cronologia.
enunciado 2086686-1
(Disponível em: http://www.laifi.com/laifi.php?id_laifi=11211&idC=112189#.)
Analise as considerações acerca do Realismo, Naturalismo, Parnasianismo e Simbolismo no contexto da Literatura Brasileira.
I. O Simbolismo e o Parnasianismo têm a mesma origem, apesar de não se tratar da mesma estética.
II. O Naturalismo segue a mesma análise psicológica que marca o Realismo propiciando a união das duas estéticas em um mesmo grupo de escritores.
III. O Parnasianismo e o Simbolismo são escolas literárias que tinham a poesia como foco de sua produção literária, daí o Simbolismo ser uma “repetição” do Parnasianismo.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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2012676 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
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TEXTO I

A planta de Belo Horizonte

Foi muito grande o contraste entre a nova capital e as antigas vilas coloniais mineiras,nascidas das necessidades das populações do século XVIII, que se desenvolveram sem nenhum planejamento. A futura capital seria inovadora, moderna e progressista. Assim, o projeto urbanístico que o engenheiro paraense Aarão Reis elaborou para Belo Horizonte causou curiosidade e entusiasmo.

É digno de atenção observar os nomes que foram dados às ruas de Belo Horizonte:estados brasileiros, tribos indígenas, rios etc. Mencioná-los era uma verdadeira aula de estudos sociais. Era, inclusive, uma forma de ensinar a população, ainda carente de ensino formal.

Disponível em: www.descubraminas.com.br. Acesso em: 9 dez. 2017 (adaptado).

TEXTO II

Ruas da cidade

Guaicurus, Caetés, Goitacazes
Tupinambás, Aimorés
Todos no chão

Guajajaras, Tamoios, Tapuias
Todos Timbiras, Tupis
Todos no chão

A parede das ruas não devolveu
Os abismos que se rolou
Horizonte perdido no meio da selva
Cresceu o arraial, arraial

Passa bonde, passa boiada
Passa trator, avião
Ruas e reis

Guajajaras, Tamoios, Tapuias
Tupinambás, Aimorés
Todos no chão

A cidade plantou no coração
Tantos nomes de quem morreu
Horizonte perdido no meio da selva
Cresceu o arraial, arraial

A parede das ruas não devolveu
Os abismos que se rolou
Horizonte perdido no meio da selva

BORGES, L.; BORGES, M. In: NASCIMENTO, M. Clube da esquina 2. Rio de Janeiro: EMI, 1978 (fragmento).

Os textos abordam a preservação da memória e da identidade nacional, presente na nomeação das ruas belorizontinas. Quais versos do Texto II contestam o projeto arquitetônico descrito no Texto I?

 

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2012580 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: FM RO
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Dentre alguns dos principais nomes da literatura contemporânea está o paulistano Marçal Aquino cuja obra é composta por produções jornalísticas, roteirísticas e literárias. O trecho a seguir é um exemplo de sua produção literária.
“Aos poucos, Berenice se instalou no apartamento. Ele
percebeu o que acontecia, mas não fez nada a respeito.
Gostava dela, ou ao menos pensou que gostava. Não do jeito
que gostara, gostara?, de Marlene. Menos.
Brito tinha esperança de que a coisa aumentasse de intensidade
com o tempo. Era só tirar os comprimidos de cena.
Berenice dava festas, recebia amigos para jantar. Gente
colorida, alegre, cuja noção de futuro não ia muito além da
programação das noites da semana. Brito e Marlene nunca
recebiam ninguém no apartamento, e ele ficou em dúvida se
o isolamento dos dois não contribuíra para o fim.
Os convidados de Berê o divertiam. Eram todos bem
mais jovens do que ele, mas o tratavam de igual para igual,
e Brito gostava daquilo. Uma vez, numa festa, um barbudo
cheio de brincos e anéis perguntou como ele ganhava a vida.
Eu mato gente.”
(AQUINO, Marçal. Cabeça a prêmio. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. Fragmento.)
De acordo com as informações apresentadas e em relação ao trecho anterior pode-se afirmar que possui como característica(s) literária(s):
 

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2012322 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Rubião fitava a enseada, — eram oito horas da manhã. Quem o visse, com os polegares metidos no cordão do chambre, à janela de uma grande casa de Botafogo, cuidaria que ele admirava aquele pedaço de água quieta; mas em verdade vos digo que pensava em outra coisa. Cotejava o passado com o presente. Que era, há um ano? Professor. Que é agora! Capitalista. Olha para si, para as chinelas (umas chinelas de Túnis, que lhe deu recente amigo, Cristiano Palha), para a casa, para o jardim, para a enseada, para os morros e para o céu; e tudo, desde as chinelas até o céu, tudo entra na mesma sensação de propriedade.

— Vejam como Deus escreve direito por linhas tortas, pensa ele. Se mana Piedade tem casado com Quincas Borba, apenas me daria uma esperança colateral. Não casou; ambos morreram, e aqui está tudo comigo; de modo que o que parecia uma desgraça...

Machado de Assis, Quincas Borba.

O primeiro capítulo de Quincas Borba já apresenta ao leitor um elemento que será fundamental na construção do romance:

 

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2012276 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife

TEXTO 2
O CADERNO

TOQUINHO

Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco
Até o bê-a-bá
Em todos os desenhos
Coloridos vou estar
A casa, a montanha
Duas nuvens no céu
E um Sol a sorrir no papel

Sou eu que vou ser seu colega
Seus problemas ajudar a resolver
Te acompanhar nas provas
Bimestrais, você vai ver
Serei, de você, confidente fiel
Se seu pranto molhar meu papel

Sou eu que vou ser amigo
Vou lhe dar abrigo
Se você quiser
Quando surgirem
Seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá
Num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel

O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado
Se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente
O que se há de fazer

Só peço a você
Um favor, se puder
Não me esqueça
Num canto qualquer

Disponível em: https://www.letras.mus.br/toaujnho/87320/ (Acesso em: 14set20)

No Texto 2, o emprego da expressão "Sou eu" atribui ênfase poética ao texto e marca a voz do eu lírico, representando

 

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2012235 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Para responder a questão, leia a letra da canção “Bom conselho”, de Chico Buarque, composta em 1972.

Ouça um bom conselho
Que eu lhe dou de graça
Inútil dormir que a dor não passa
Espere sentado
Ou você se cansa
Está provado:
Quem espera nunca alcança

Venha, meu amigo
Deixe esse regaço
Brinque com meu fogo
Venha se queimar
Faça como eu digo
Faça como eu faço
Aja duas vezes antes de pensar

Corro atrás do tempo
Vim de não sei onde
Devagar é que não se vai longe
Eu semeio vento na minha cidade
Vou pra rua e bebo a tempestade

(www.chicobuarque.com.br)

Na canção, o eu lírico modifica uma série de provérbios bastante conhecidos. A maioria das formulações originais desses provérbios contém um apelo

 

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2012206 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
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Caso pluvioso

A chuva me irritava. Até que um dia
descobri que maria é que chovia.

A chuva era maria. E cada pingo
de maria ensopava o meu domingo.

E meus ossos molhando, me deixava
como terra que a chuva lavra e lava.

E eu era todo barro, sem verdura...
maria, chuvosíssima criatura!

Ela chovia em mim, em cada gesto,
pensamento, desejo, sono, e o resto.

Era chuva fininha e chuva grossa,
Matinal e noturna, ativa... Nossa!

ANDRADE, C. D. Viola de bolso. Rio de Janeiro:

José Olympio, 1952 (fragmento).

Considerando-se a exploração das palavras “maria” e “chuvosíssima” no poema, conclui-se que tal recurso expressivo é um(a)

 

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2012179 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: FM RO
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Nova Canção do Exílio
Um sabiá
na palmeira, longe.
Estas aves cantam
um outro canto.
O céu cintila
sobre flores úmidas.
Vozes na mata,
e o maior amor.
Só, na noite,
seria feliz:
um sabiá,
na palmeira, longe.
Onde é tudo belo
e fantástico,
só, na noite,
seria feliz.
(Um sabiá,
na palmeira, longe.)
Ainda um grito de vida e
voltar
para onde é tudo belo
e fantástico:
a palmeira, o sabiá,
o longe.
(Carlos Drummond de Andrade. In: A Rosa do Povo – 1945.)
Leia agora as duas primeiras estrofes do o texto “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias:
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
(Gonçalves Dias. Poesia e prosa completas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1998.)
Em relação ao texto apresentado de Carlos Drummond de Andrade, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Apesar de haver algumas referências aos mesmos elementos, os textos em análise pertencem a gêneros literários distintos.
( ) Quanto à metrificação, pode-se afirmar que a diferenciação existente entre os textos apresentados torna também diferente o ritmo de cada um.
( ) A partir do título de seu poema Carlos Drummond de Andrade estabelece características que remetem à intertextualidade em relação ao texto de Gonçalves Dias.
A sequência está correta em
 

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