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Analisar a sentença abaixo:

Um processo de comunicação normal opera com um codificador e um emissor (1ª parte). A mensagem é interpretada pelo decodificador por meio do código (2ª parte).

A sentença está:

 

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1093940 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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I. Cinquenta anos! Não era preciso confessá-lo. Já se vai sentindo que o meu estilo não é tão lesto* como nos primeiros dias. Naquela ocasião, cessado o diálogo com o oficial da marinha, que enfiou a capa e saiu, confesso que fiquei um pouco triste. Voltei à sala, lembrou-me dançar uma polca, embriagar-me das luzes, das flores, dos cristais, dos olhos bonitos, e do burburinho surdo e ligeiro das conversas particulares. E não me arrependo; remocei. Mas, meia hora depois, quando me retirei do baile, às quatro da manhã, o que é que fui achar no fundo do carro? Os meus cinquenta anos.
*ágil
II. Meu caro crítico, Algumas páginas atrás, dizendo eu que tinha cinquenta anos, acrescentei: “Já se vai sentindo que o meu estilo não é tão lesto como nos primeiros dias”. Talvez aches esta frase incompreensível, sabendo-se o meu atual estado; mas eu chamo a tua atenção para a sutileza daquele pensamento. O que eu quero dizer não é que esteja agora mais velho do que quando comecei o livro. A morte não envelhece. Quero dizer, sim, que em cada fase da narração da minha vida experimento a sensação correspondente. Valha-me Deus! é preciso explicar tudo.
Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas.
A passagem final do texto II – “Valha-me Deus! é preciso explicar tudo.” – denota um elemento presente no estilo do romance, ou seja,
 

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1093883 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNTEF
Orgão: IF-PR
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Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),

Mia Couto.

O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:

– É conta que se faz sem cabeça.

Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.

– Faça as contas mestre.

Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:

– A paixão é o mundo a dividir por zero.

*grafia usada em Moçambique

Poesia matemática, Millôr Fernandes.

Às folhas tantas
Do livro matemático
Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base.
Uma figura ímpar:
Olhos romboides, boca trapezoide,
Corpo ortogonal, seios esferoides.
Fez da sua
Uma vida Paralela à dela
Até que se encontraram
No infinito.
“Quem és tu?” indagou ele
Com ânsia radical.
“Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode chamar-me de Hipotenusa.”
E de falarem descobriram que eram
— O que, em aritmética, corresponde
A almas irmãs
— Primos entre si.
E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão
Retas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.

Em relação ao assunto: “poema, prosa e poesia”, analise as informações sobre os textos de Mia Couto e de Millôr Fernandes.

I) Os dois textos apresentados diferem: o de Mia Couto está escrito em prosa, ainda que incorpore poesia, e o de Millôr é um poema, esvaziado de poesia.

II) A narrativa de Mia Couto possui muitos elementos poéticos, perceptíveis especialmente pelas palavras e expressões que ganham significados diversos dos habituais, por vezes, incomuns.

III) O texto de Millôr pode ser considerado poético, por se tratar de um poema e ser essa a condição indispensável para ganhar essa caracterização.

IV) Sequência de versos sem métrica e sem rima, que abordam assunto risível, como acontece com o texto de Millôr, sequer pode ser chamada de poema.

V) Não há possibilidade de definir ambos os textos como poesia, porque lhes faltam as características principais para tanto, entre as quais estão: métrica, ritmo, rima.

Estão corretas apenas:

 

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esse cão que me segue
é minha família, minha vida
ele tem frio mas não late nem pede
ele sabe que o que eu tenho
divido com ele, o que eu não tenho
também divido com ele
ele é meu irmão
ele é que é meu dono
bicho se é por destino sina ou sorte
só faltando saber se bicho decente
bicho de casa, bicho de carro, bicho
no trânsito, se bicho sem norte na fila
se bicho no mangue, se bicho na brecha
se bicho na mira, se bicho no sangue
catar papel é profissão, catar papel
revela o segredo das coisas, tem
muita coisa sendo jogada fora
muita pessoa sendo jogada fora
OLIVEIRA, V. L. O músculo amargo do mundo. São Paulo: Escrituras, 2014.
No poema, os elementos presentes do campo de percepção do eu lírico evocam um realinhamento de significados, uma vez que
 

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1091326 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: NUCEPE
Orgão: SEDUC-PI
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Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª, relacionando o poeta à respectiva Escola Literária. Em seguida, marque a alternativa que contém a sequência CORRETA:

(1) Gonçalves Dias

(2) João Cabral de Melo Neto

(3) Olavo Bilac

(4) Cláudio Manuel da Costa

(5) Cruz e Sousa

( ) Arcadismo

( ) Romantismo

( ) Parnasianismo

( ) Simbolismo

( ) Modernismo

 

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1091325 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: NUCEPE
Orgão: SEDUC-PI
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Considere as afirmativas sobre as características das Escolas Literárias e assinale a alternativa CORRETA.

I – Sugestão e musicalidade são características do Simbolismo.

II – Objetividade e culto à forma são características do Romantismo.

III – Subjetividade e sentimentalismo exacerbados constituem as principais características do Parnasianismo.

IV – Bucolismo e imitação dos clássicos são características do Arcadismo.

 

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1084526 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: COTEC
Orgão: FASA Itabuna
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Para que serve a filosofia?

Todos nós deveríamos dedicar um pouco do nosso tempo a fazer perguntas das mais simples às mais complexas sem medo de parecermos bobos.

As pessoas ficam compreensivelmente confusas sobre o que é a filosofia. De longe, parece estranha, irrelevante, chata e, ao mesmo tempo, também — um pouquinho — intrigante, mas é difícil explicar exatamente do que se trata. O que são filósofos? O que fazem? Por que precisamos deles? Felizmente, a resposta já está na própria palavra “filosofia”. Em grego, philo significa amor — ou devoção — e sophia quer dizer “sabedoria”. Filósofos são, assim, pessoas dedicadas à sabedoria. Embora seja um termo um tanto abstrato, o conceito de “sabedoria” não é nebuloso. Ser sábio significa tentar viver e morrer bem, levar a melhor vida possível dentro das condições problemáticas da existência. A meta da sabedoria é a realização. Você pode até dizer que é a “felicidade”, mas “felicidade” é ilusória, pois sugere alegria e animação constantes, enquanto “realização” parece compatível com muita dor e sofrimento, que toda vida decente deve necessariamente ter. Então um filósofo, ou “pessoa dedicada à sabedoria”, é alguém que se aplica à especialização sistemática em descobrir a melhor maneira de encontrar realização individual e coletiva. Em sua busca pela sabedoria, os filósofos desenvolveram um conjunto muito específico de habilidades. Ao longo dos séculos, eles se especializaram em muitas das questões amplas e gerais que tornam as pessoas não muito sábias. Identificamos seis: Qual é o sentido da vida? O que devo fazer com meu trabalho? O que vamos fazer como uma sociedade? O que é o amor? A maioria de nós pensa nessas questões em algum momento (com frequência durante a noite), mas ficamos desesperados ao tentar respondê-las. Elas têm o status de piada na maioria dos círculos sociais, e ficamos tímidos ao expressá-las (exceto por alguns breves momentos na adolescência) por medo de sermos considerados pretensiosos e não chegarmos a lugar algum. No entanto, essas questões são profundamente importantes, porque somente com respostas fundamentadas a elas é que podemos direcionar nossa energia significativamente. Filósofos são pessoas que não têm medo das grandes perguntas. Ao longo dos séculos, fizeram as maiores delas. Percebem que essas questões sempre podem ser divididas em partes mais gerenciáveis, e a única coisa realmente pretensiosa é alguém pensar que está acima de fazer periodicamente questionamentos que parecem ingênuos.

A opinião pública — ou o que é chamado de “senso comum” — é sensata e racional em inúmeras áreas. É o que você ouve de amigos e vizinhos, as coisas simplesmente presumidas como verdadeiras, que você absorve sem ao menos pensar nelas. A mídia jorra isso diariamente, mas, em alguns casos, o senso comum também é cheio de absurdos, distorções e preconceitos dos mais lamentáveis. A filosofia nos faz submeter todos os aspectos do senso comum à razão. Ela quer que pensemos por conta própria, sejamos mais independentes. É de fato verdade o que dizem sobre amor, dinheiro, filhos, viagens, trabalho? Os filósofos querem saber se uma ideia é lógica — em vez de simplesmente presumir que deve estar certa só porque sempre se pensou dessa maneira.

Não somos muito bons em saber o que acontece em nossa mente. Sabemos que realmente gostamos de uma música, mas temos dificuldade em dizer exatamente o porquê. Ou alguém que conhecemos é muito irritante, mas não conseguimos apontar exatamente qual é o problema. Ou, então, perdemos a calma, mas não sabemos identificar o que nos incomoda tanto. Não temos uma boa percepção de nossas próprias satisfações e desgostos. É por isso que precisamos examinar nossa própria mente. A filosofia está comprometida com o autoconhecimento, e seu preceito central — articulado pelo pioneiro e maior filósofo, Sócrates — é curto: “Conhece a ti mesmo”.

Somos incrivelmente determinados a tentar ser felizes, mas constantemente falhamos nesse processo. Exageramos o poder que algumas coisas têm de melhorar nossa vida — e subestimamos outras. Em uma sociedade consumista, fazemos escolhas erradas porque, guiados por um glamour falso, ficamos imaginando que um tipo em particular de férias, carro ou computador fará uma diferença maior do que a possível. Ao mesmo tempo, subestimamos a contribuição de outras coisas — como dar uma caminhada, arrumar um armário, ter uma conversa estruturada ou ir dormir cedo —, o que pode ter pouco prestígio, mas contribui profundamente para a natureza da existência. Filósofos buscam ser sábios ao serem mais precisos quanto às atividades e atitudes que podem realmente ajudar nossa vida a ser melhor. Somos inevitavelmente seres emotivos, mas com frequência esquecemos esse fato desconfortável. Às vezes, algumas emoções — certos tipos de raiva, inveja ou ressentimento — nos levam a problemas sérios. Os filósofos nos ensinam a pensar em nossas emoções em vez de simplesmente senti-las. Ao entender e analisar nossos sentimentos, aprendemos a ver como as emoções afetam nosso comportamento de formas inesperadas, contraintuitivas e, às vezes, perigosas. Filósofos foram os primeiros terapeutas.

Estamos sempre perdendo a noção do que é importante e do que não é. Estamos — como diz a expressão — constantemente “perdendo a perspectiva”. Os filósofos são bons em mantê-la. Ao ouvir a notícia de que havia perdido todas as suas posses em um naufrágio, o filósofo estoico Zenão simplesmente disse: “A fortuna [o acaso, o destino] me leva a ser um filósofo menos sobrecarregado”. São respostas assim que tornaram o termo “filosófico” um sinônimo de pensamento calmo e de longo prazo e de força mental, resumidamente, para ter perspectiva. O que chamamos de “história da filosofia” é composto de tentativas repetidas ao longo dos séculos de abordar formas nas quais não somos sábios. Então, por exemplo, na Atenas antiga, Sócrates deu atenção especial ao problema de

como as pessoas ficam confusas. Ele ficava incomodado por as pessoas não saberem exatamente explicar o que eram conceitos essenciais como coragem, justiça ou sucesso, embora fossem os mais usados ao falarem sobre a própria vida. Sócrates desenvolveu um método (que ainda tem seu nome) pelo qual é possível aprender a ter mais clareza sobre o que se quer dizer ao ser o advogado do diabo com qualquer ideia. O objetivo não é necessariamente mudar de opinião, mas sim testar se os conceitos que orientam sua vida são firmes. Algumas décadas depois, o filósofo Aristóteles tentou nos deixar mais confiantes em torno das grandes perguntas. Ele achava que as melhores questões eram aquelas que indagavam para que algo serve. Fez muito isso e, em vários livros, questionou: para que serve o governo? Para que serve a economia? Para que serve o dinheiro? Para que serve a arte? Hoje, ele nos incentivaria a perguntar: para que serve a mídia jornalística? Para que serve o casamento? Para que servem as escolas? Para que serve a pornografia? Os filósofos estoicos, interessados no pânico, também eram ativos na Grécia antiga. Eles notaram uma característica realmente central do pânico: entramos nele não apenas quando algo ruim acontece, mas quando acontece muito inesperadamente, quando presumíamos que tudo correria bem. Então sugeriram que deveríamos nos proteger do pânico ao nos acostumarmos com a ideia de que perigo, problemas e dificuldades muito provavelmente surgirão a qualquer momento. A tarefa geral de estudar filosofia é absorver essas e muitas outras lições e colocá-las para funcionar no mundo hoje. A questão não é apenas saber o que este ou aquele filósofo diziam, mas tentar exercitar a sabedoria no nível individual e social — a partir de agora. A sabedoria da filosofia é entregue — nos tempos modernos — na maior parte em forma de livros, mas, no passado, os filósofos ficavam sentados em praças e discutiam suas ideias com os pedestres ou entravam em gabinetes e palácios de governo para dar conselhos. Não era anormal ter um filósofo na folha de pagamento. A filosofia era considerada uma atividade normal e básica — não um item opcional incomum e esotérico. Atualmente, não é que neguemos abertamente esse pensamento — sempre ouvimos frases de sabedoria aqui e ali —, mas simplesmente não temos as instituições certas estabelecidas para promulgar a sabedoria de forma coerente no mundo. No futuro, entretanto, quando o valor da filosofia estiver um pouco mais claro para todos, poderemos esperar encontrar mais filósofos na vida cotidiana. Eles não estarão trancados, vivendo principalmente em departamentos de universidades ou em escolas, porque os momentos em que nossa falta de sabedoria aparece — e bagunça nossa vida — são inúmeros e precisam de atenção imediata.

Fonte: ARMSTRONG, John. Para que serve a filosofia? Disponível em: <http://vidasimples.co/pensar/filosofia.phtml#.W_LemehKiUk>. Acesso em: 20 nov. 2018.

Texto 4

“Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.

Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.

O favo do jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado. Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.

[...] Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.

[...] Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gostas de sangue borbulham na face do desconhecido.

[...] O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiracaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.’’

Fonte: ALENCAR, José de. Iracema. 24. ed. São Paulo: Editora Ática, 1991, p. 7.

Sobre o excerto acima, texto 4, NÃO se pode afirmar que

 

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Questão presente nas seguintes provas
1084345 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Vidas secas, de Graciliano Ramos, é um dos romances mais importantes do chamado Romance Regionalista de 30. Nele, o leitor encontra um painel da região Nordeste e, particularmente, da vida dos seus despossuídos. Dentre as várias regiões que compõem o Nordeste, qual serve de cenário para o citado romance de Graciliano Ramos?
 

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1084270 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
A prosa e a poesia brasileiras foram, ao longo dos séculos XVII e parte do XVIII, barrocas. Nomes como Gregório de Matos, na poesia, e Padre Antônio Vieira, na prosa, definiram os inícios da literatura brasileira. No que diz respeito ao Barroco, que traços estilísticos podemos reconhecer na sua estética literária?
1) Linguagem desprovida de adorno e de figuras.
2) Busca por uma sintaxe rebuscada.
3) Uso frequente de antíteses e hipérboles.
4) Linguagem coloquial, próxima do falar cotidiano.
5) Preocupação com a linguagem culta.
Estão corretas apenas:
 

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1079736 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: FAMEMA
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Recusando as regras, os modelos e as normas, seus autores defendem a total liberdade criadora. Aos gêneros estanques opõem a sua mistura, conforme o livre-arbítrio do escritor; à ordem clássica, a aventura; ao equilíbrio racional, a anarquia, o caos; ao universalismo estético, o individualismo; ao Cosmos, o “eu” particular; o seu ego constitui a única paisagem que lhe interessa, de tal forma que a Natureza se lhe afigura mera projeção do seu mundo interior.
(Massaud Moisés. Dicionário de termos literários, 2004. Adaptado.)
O comentário do crítico Massaud Moisés refere-se aos autores do seguinte movimento literário:
 

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