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O Ph do sangue arterial é mantido em uma faixa estreita (7.35-7.45) por um sistema complexo de tampões e órgãos
reguladores. A defesa extracelular contra as alterações de pH é dominada por um par tampão que é o foco da
equação de Henderson-Hasselbalch. Qual é o principal par tampão no sangue e qual o componente primário que
o sistema respiratório manipula para manter o equilíbrio ácido-base?
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A escolha entre cristaloides e coloides é fundamental na fluidoterapia perioperatória. A principal diferença entre
eles reside na sua distribuição no organismo após a infusão, o que impacta diretamente a eficácia e o volume
necessário para a reanimação do espaço intravascular.
Qual é a distribuição primária do volume de cristaloides isotônicos infundidos e, como resultado, qual a proporção de cristaloide necessária em comparação com o coloide para restaurar o volume intravascular?
Qual é a distribuição primária do volume de cristaloides isotônicos infundidos e, como resultado, qual a proporção de cristaloide necessária em comparação com o coloide para restaurar o volume intravascular?
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A ultrassonografia (US) revolucionou a prática de bloqueios de nervos periféricos (BNP), permitindo injeções mais precisas e com volumes de anestésico local (AL) reduzidos. No entanto, a injeção intravascular acidental de AL (principal causa de intoxicação) continua sendo o risco de segurança mais grave.
Qual das seguintes opções descreve a principal vantagem técnica do US para a realização de BNP e o principal mecanismo de risco envolvido na injeção intravascular?
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O bloqueio espinhal (subaracnoideo) é uma técnica regional amplamente utilizada. O anestesista deve compreender
os fatores que determinam a dispersão do anestésico local (AL) no líquido cefalorraquidiano (LCR) e os riscos
associados para garantir a segurança e a eficácia do procedimento.
Qual o principal determinante do nível de dispersão do bloqueio espinhal e qual o fator que mais aumenta o risco de hematoma epidural após o procedimento?
Qual o principal determinante do nível de dispersão do bloqueio espinhal e qual o fator que mais aumenta o risco de hematoma epidural após o procedimento?
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A avaliação pré-anestésica da via aérea é crucial para antecipar a ventilação e intubação difíceis. O objetivo é evitar
o cenário de não conseguir ventilar nem intubar, o que pode levar rapidamente à hipóxia e ao óbito. A utilização de
parâmetros clínicos é a primeira linha de rastreio de risco.
Qual dos seguintes critérios clínicos de avaliação está CORRETAMENTE associado a um achado de alto risco para laringoscopia/intubação difícil (grau III ou IV) e qual o principal preditor isolado de ventilação difícil?
Qual dos seguintes critérios clínicos de avaliação está CORRETAMENTE associado a um achado de alto risco para laringoscopia/intubação difícil (grau III ou IV) e qual o principal preditor isolado de ventilação difícil?
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Um paciente de 60 anos, ASA PS II, submetido à colecistectomia laparoscópica sob anestesia geral com Rocurônio,
está na Sala de Operação. Ao final da cirurgia, o anestesista avalia a recuperação clínica do paciente (capacidade de
sustentar a elevação da cabeça por 5 segundos) e procede à extubação, sem realizar a monitorização objetiva (TOF).
Qual das seguintes opções reflete CORRETAMENTE a falha na conduta do anestesista e o risco real, com base na
correlação entre a avaliação clínica e a monitorização objetiva?
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A monitorização da função cerebral é essencial em anestesia. O EEG reflete o metabolismo cerebral e é sensível a
alterações no fluxo sanguíneo e na concentração de anestésicos. Monitores derivados (como BIS e Entropia)
transformam essa informação complexa em um formato clinicamente útil.
Qual é a principal alteração eletroencefalográfica que indica isquemia cerebral (hipoperfusão) e qual a razão pela qual os monitores processados são mais eficazes que o EEG bruto para a monitorização da profundidade anestésica?
Qual é a principal alteração eletroencefalográfica que indica isquemia cerebral (hipoperfusão) e qual a razão pela qual os monitores processados são mais eficazes que o EEG bruto para a monitorização da profundidade anestésica?
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O POCUS é uma ferramenta de diagnóstico e monitorização que tem transformado a prática perioperatória. Seu
uso permite uma avaliação rápida e dinâmica das condições do paciente, mas exige um alto nível de treinamento do
operador. Qual das seguintes opções descreve CORRETAMENTE a sua principal vantagem do para a avaliação
hemodinâmica em comparação com a radiologia tradicional e a sua principal limitação?
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A monitorização invasiva da pressão arterial (PAI), por meio de cateterismo arterial, é essencial em procedimentos
de alto risco ou instabilidade hemodinâmica. Essa técnica oferece informações que vão além da simples pressão
arterial, mas apresenta riscos que devem ser gerenciados. Qual a principal vantagem prática da monitorização
invasiva da pressão arterial sobre a técnica não invasiva e o risco vascular mais comum associado ao procedimento?
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A Miastenia Gravis (MG) é uma doença autoimune adquirida, classificada como uma doença da junção
neuromuscular. Ela é de extrema relevância clínica devido à sensibilidade alterada aos bloqueadores
neuromusculares (BNMs).
Qual o principal defeito fisiopatológico da Miastenia Gravis e a sensibilidade esperada do paciente a bloqueadores neuromusculares não-despolarizantes (BNDs)?
Qual o principal defeito fisiopatológico da Miastenia Gravis e a sensibilidade esperada do paciente a bloqueadores neuromusculares não-despolarizantes (BNDs)?
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