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Um paciente de 58 anos é admitido com AVC isquêmico em território da artéria cerebral média esquerda, NIHSS de 18, tendo sido submetido a trombólise intravenosa com alteplase há 2 horas. A equipe discute a profilaxia de trombose venosa profunda. De acordo com o caso, a conduta CORRETA deve ser:
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Uma mulher de 72 anos é admitida na UTI com quadro de tontura intensa, diplopia, disfagia, disartria e tetraparesia de instalação súbita há 3 horas. O exame neurológico revela rebaixamento progressivo do nível de consciência. A tomografia de crânio é negativa para hemorragia. O território arterial mais acometido e a principal complicação evolutiva esperada nesse caso são, CORRETA e respectivamente:
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Um paciente de 35 anos com TCE grave é internado na UTI com PIC monitorizada por DVE. Após otimização das medidas de suporte básico, a PIC permanece sustentadamente acima de 22 mmHg. Conforme as medidas de primeira linha para controle da hipertensão intracraniana, o sedativo de escolha deve ser:
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Durante a monitorização neurológica de um paciente com TCE grave na UTI, a equipe discute a inclusão da microdiálise cerebral no protocolo de monitorização multimodal. Em relação a essa técnica, o marcador bioquímico da microdiálise considerado o melhor indicador de injúria isquêmica secundária é:
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Um intensivista monitora a saturação venosa de bulbo de jugular (SjO₂) de um paciente com hipertensão intracraniana refratária. O valor encontrado é de 48%. Sobre a interpretação desse achado, é CORRETO afirmar que:
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Médico intensivista avalia paciente de 50 anos, receptor de transplante de células-tronco hematopoiéticas há 3 semanas, em neutropenia profunda, que evolui com hemoptise maciça, insuficiência respiratória e infiltrados bilaterais difusos na TC de tórax, com opacidades em vidro fosco, consolidação difusa e padrão de pavimentação em mosaico surgido após 2 dias do início dos sintomas. As causas mais comuns dessa condição em pacientes imunocomprometidos incluem:
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Paciente de 52 anos, receptor de transplante renal há 6 meses em uso de tacrolimo e micofenolato, é admitido na UTI com febre, tosse produtiva, hemoptise e dor torácica pleurítica. A TC de tórax evidencia nódulos com halo de atenuação em vidro fosco e consolidações cuneiformes com base pleural. Sobre o tema, a principal hipótese diagnóstica e o achado tomográfico tardio que indica evolução favorável são, CORRETA e respectivamente:
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Homem de 47 anos, sem diagnóstico prévio de hipertensão, é admitido na UTI com PA 260/150 mmHg, cefaleia holocraniana, náuseas e rebaixamento do nível de consciência. A equipe suspeita de emergência hipertensiva e solicita avaliação de hipertensão intracraniana à beira-leito por ultrassonografia point of care. Com base no caso, o parâmetro que confirma a suspeita de hipertensão intracraniana nesse exame é:
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Um homem de 58 anos, hipertenso em uso irregular de medicamentos, é admitido no departamento de emergência com PA 240/130 mmHg, dispneia intensa, taquipneia, sudorese e estertores crepitantes bilaterais difusos. Apresenta expectoração rósea e SatO₂ de 82% em ar ambiente. A conduta farmacológica CORRETA para controle pressórico nesse contexto, é:
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Paciente de 63 anos com IAMCSST é submetido a terapia fibrinolítica na emergência e transferido à UTI. A equipe deve escolher o inibidor de P2Y12 para compor a dupla antiagregação. Diante do exposto, o antiplaquetário que deve ser associado ao AAS é:
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