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O teste de agregação plaquetária com diferentes agentes agregantes empregados (adrenalina, ADP, colágeno e ristocetina) possibilita a identificação e a caracterização dos seguintes distúrbios hematológicos:
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Paciente de 29 anos, masculino, natural do interior de Santa Catarina, com déficit de aprendizado e úlceras de repetição em membros inferiores há 14 anos, com recidivas e melhora parcial ao tratamento tópico. Desde 2022 (há 03 anos), apresenta lesão vegetante crônica em perna direita. Evoluiu, concomitantemente, com perda visual até amaurose bilateral, mantendo percepção luminosa, além de tetraparesia, arreflexia, ataxia e oftalmoplegia com nistagmo. Exames afastaram causas vasculares, infecciosas, reumatológicas e metabólicas. A retinografia evidenciou achados compatíveis com albinismo ocular, e o exame dermatológico mostrou hipopigmentação cutânea e cabelos acinzentados com biópsia revelando infiltrado linfoplasmocitário. O sangue periférico demonstrou neutrófilos e linfócitos com granulações citoplasmáticas gigantes. O hematologista olhou a lâmina e, pensando ser um caso raro, sugeriu realização de um painel de imunodeficiências hereditárias. O profissional, ao sugerir esse exame para confirmar o diagnóstico, espera encontrar
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Considere as seguintes imagens:

Assinale a alternativa que apresenta corretamente os possíveis diagnósticos das imagens de lâminas perífericas/medula.
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Após desabamentos e enchentes sucessivas em um município, vários pacientes são levados ao Hospital Estadual. Devido à alta demanda, a unidade de TRS teve sua capacidade reduzida, restando apenas uma máquina disponível para início imediato de hemodiálise. O nefrologista avaliou 18 pacientes e diagnosticou insuficiência renal aguda (IRA) em 5 que apresentavam indicação formal de diálise:
• Paciente A: 25 anos, vítima de trauma abdominal, estável, com sangramento controlado, anúria há 8 horas, K = 6,0 mEq/L.
• Paciente B: 69 anos, DPOC e ICC classe III, confuso, K = 5,8 mEq/L, diurese residual.
• Paciente C: 42 anos, oligossintomático, ficou soterrado, creatinina 6,0 mg/dl, K = 5,5 mEq/L, estável hemodinamicamente.
• Paciente D: 24 anos, sem comorbidades, choque hipovolêmico reversível, anúria há 12 horas, K = 7,0 mEq/L, acidose metabólica grave (pH 7,00).
• Paciente E: 78 anos, sepse grave, hipotenso, múltiplas comorbidades, dependente de noradrenalina, sem diurese há 24 horas.
Seguindo o princípio da equidade e as recomendações clínicas e éticas vigentes, qual seria o primeiro paciente a fazer hemodiálise e qual seria o último, respectivamente?
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Infectologista procura o hematologista na capital do estado, em hospital referência da Infectologia, para saber se a isoniazida – medicamento utilizado para tuberculose – causa alterações no hemograma de pacientes que fazem uso. O hematologista explica ao colega que a isoniazida NÃO costuma estar associada à
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Qual das seguintes alterações é critério diagnóstico de linfohistiocitose hemofagocítica?
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Um paciente, que está em uso de dabigatrana há 45 dias para tratamento de trombose venosa profunda, comparece à consulta com o hematologista. Encontra-se em investigação de possível trombofilia e relata que, alguns dias antes, foi atendido por um clínico que prescreveu um tratamento sistêmico para lesões de pele. Inicialmente, o paciente não recorda o nome do medicamento, mas, ao final da consulta, informa ao hematologista qual foi. Diante disso, o hematologista orienta suspender o uso desse medicamento e solicita reavaliação por outro colega, pois sua associação com dabigatrana é contraindicada por risco de sangramento. Qual é esse medicamento?
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Ao analisar uma radiografia de coluna vertebral nota-se o estreitamento e a calcificação dos discos intervertebrais com aspecto de “biscoito wafer”, discos com múltiplos vácuos e sindesmófitos grosseiros. As articulações sacroilíacas estão preservadas. Diante desses achados, qual é a principal suspeita clínica?
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O gene MYD88 tem um papel fisiológico no sistema imunológico inato. Em geral, ele está mutado em qual doença hematológica, com impacto no tratamento?
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Sobre leucemia mieloide crônica (LMC), informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Dasatinibe não é um tratamento efetivo para LMC.
( ) Em casos específicos de LMC, após um longo período de resposta molecular profunda e estável, o hematologista pode considerar a interrupção do tratamento com imatinibe.
( ) O imatinibe foi desenvolvido para superar a resistência no tratamento da LMC com nilotinibe e teve bons resultados.
( ) A mutação T315I é resistente ao tratamento da LMC com imatinibe. Em geral, essa mutação responde bem ao ponatinibe.
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