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Acerca da imunopatologia da dermatite atópica, assinale a opção
correta.
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A respeito da microestrutura da pele, que é formada pelos
complexos proteicos de adesão denominados desmossomas e
hemidesmossomas, assinale a opção correta.
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Em relação à dermatite de contato, assinale a opção correta.
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Acerca da esporotricose, assinale a opção correta.
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Paciente do sexo masculino, de 9 anos de idade, residente
em bairro urbano com alta incidência de tuberculose, tem
histórico clínico de dermatite atópica de início precoce, com
evolução crônica e refratária, e apresenta lesões eczematosas
extensas, prurido intenso, distúrbios do sono e comprometimento
psicossocial. O quadro é agravado por múltiplas falhas
terapêuticas.
Tratamentos anteriores consistiram em emolientes e corticosteroides tópicos de alta potência, inibidores tópicos da calcineurina (tacrolimo, pimecrolimo), fototerapia UVB de banda estreita e imunossupressores sistêmicos (metotrexato, micofenolato mofetil, ciclosporina e azatioprina). Nenhuma das abordagens resultou em resposta clínica sustentada.
O exame dermatológico demonstra lesões liquenificadas, exsudativas e escoriadas em face, pescoço, tronco, flexuras e membros, além de prurido intenso e sinais de infecção secundária recorrente.
Os valores das métricas de gravidade, mostradas a seguir, indicam dermatite atópica grave, com comprometimento extenso da pele e impacto significativo na qualidade de vida.
• EASI (Eczema Area and Severity Index): 38,4
• SCORAD (Scoring Atopic Dermatitis): 72
• DLQI (Dermatology Life Quality Index): 24
A prova tuberculínica (PPD) foi positiva, com induração de 8 mm. Exames complementares (radiografia de tórax e baciloscopia) foram negativos para tuberculose ativa. Sorologias e exames laboratoriais excluíram imunodeficiências primárias.
Nesse caso clínico, a melhor conduta terapêutica é
Tratamentos anteriores consistiram em emolientes e corticosteroides tópicos de alta potência, inibidores tópicos da calcineurina (tacrolimo, pimecrolimo), fototerapia UVB de banda estreita e imunossupressores sistêmicos (metotrexato, micofenolato mofetil, ciclosporina e azatioprina). Nenhuma das abordagens resultou em resposta clínica sustentada.
O exame dermatológico demonstra lesões liquenificadas, exsudativas e escoriadas em face, pescoço, tronco, flexuras e membros, além de prurido intenso e sinais de infecção secundária recorrente.
Os valores das métricas de gravidade, mostradas a seguir, indicam dermatite atópica grave, com comprometimento extenso da pele e impacto significativo na qualidade de vida.
• EASI (Eczema Area and Severity Index): 38,4
• SCORAD (Scoring Atopic Dermatitis): 72
• DLQI (Dermatology Life Quality Index): 24
A prova tuberculínica (PPD) foi positiva, com induração de 8 mm. Exames complementares (radiografia de tórax e baciloscopia) foram negativos para tuberculose ativa. Sorologias e exames laboratoriais excluíram imunodeficiências primárias.
Nesse caso clínico, a melhor conduta terapêutica é
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Paciente do sexo masculino, de 58 anos de idade,
diagnosticado com psoríase vulgar há 12 anos, encontra-se
internado no pronto-socorro da especialidade de neurologia há
12 horas. Avaliação pela equipe da dermatologia identificou
lesões eritematodescamativas extensas, bem delimitadas,
localizadas em regiões extensoras dos membros, do couro
cabeludo, da região lombar e dos glúteos. Conforme histórico do
paciente, trata-se de lesões com evolução crônica, com períodos
de exacerbação e refratariedade a múltiplas abordagens
terapêuticas.
Os tratamentos anteriormente realizados foram: fototerapia UVB de banda estreita, obtendo-se resposta parcial, com recidiva precoce; corticosteroides tópicos, de uso prolongado, com efeitos adversos cutâneos; metotrexato sistêmico, por 8 meses, com melhora inicial das lesões cutâneas.
O diagnóstico clínico de psoríase foi baseado em exame físico dermatológico, diante da presença de placas eritematosas, infiltradas, com escamas prateadas, distribuição típica e histórico familiar positivo.
O diagnóstico histopatológico, baseado em biópsia de pele, revelou: hiperqueratose com paraqueratose; acantose com alongamento das cristas epidérmicas; diminuição ou ausência da camada granulosa; presença de microabscessos de Munro; e infiltrado inflamatório linfocitário na derme papilar.
Durante o uso do metotrexato, a equipe observou perda de resposta clínica cutânea e o paciente apresentou complicações neurológicas (desenvolvimento de quadro clássico de doença desmielinizante do sistema nervoso periférico, confirmado por eletroneuromiografia e ressonância magnética) e cardíacas (surgimento de insuficiência cardíaca avançada, com fração de ejeção de 35% e sintomas compatíveis com classe III da NYHA).
Os dados da avaliação de gravidade da psoríase são apresentados a seguir.
• PASI (Psoriasis Area and Severity Index): 24,2
• BSA (Body Surface Area): 18%
• DLQI (Dermatology Life Quality Index): 21
Considerando a descrição clínica apresentada e as comorbidades relatadas, assinale a opção que corresponde à melhor opção terapêutica para o caso.
Os tratamentos anteriormente realizados foram: fototerapia UVB de banda estreita, obtendo-se resposta parcial, com recidiva precoce; corticosteroides tópicos, de uso prolongado, com efeitos adversos cutâneos; metotrexato sistêmico, por 8 meses, com melhora inicial das lesões cutâneas.
O diagnóstico clínico de psoríase foi baseado em exame físico dermatológico, diante da presença de placas eritematosas, infiltradas, com escamas prateadas, distribuição típica e histórico familiar positivo.
O diagnóstico histopatológico, baseado em biópsia de pele, revelou: hiperqueratose com paraqueratose; acantose com alongamento das cristas epidérmicas; diminuição ou ausência da camada granulosa; presença de microabscessos de Munro; e infiltrado inflamatório linfocitário na derme papilar.
Durante o uso do metotrexato, a equipe observou perda de resposta clínica cutânea e o paciente apresentou complicações neurológicas (desenvolvimento de quadro clássico de doença desmielinizante do sistema nervoso periférico, confirmado por eletroneuromiografia e ressonância magnética) e cardíacas (surgimento de insuficiência cardíaca avançada, com fração de ejeção de 35% e sintomas compatíveis com classe III da NYHA).
Os dados da avaliação de gravidade da psoríase são apresentados a seguir.
• PASI (Psoriasis Area and Severity Index): 24,2
• BSA (Body Surface Area): 18%
• DLQI (Dermatology Life Quality Index): 21
Considerando a descrição clínica apresentada e as comorbidades relatadas, assinale a opção que corresponde à melhor opção terapêutica para o caso.
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Certo paciente, enquanto aguardava atendimento na recepção da emergência de um hospital, caiu e perdeu todos os sentidos. O
médico clínico geral, ao chegar ao local do desmaio, percebeu que o paciente não respondeu aos estímulos e estava sem pulso. Ao
perceber estes sinais, o médico seguiu corretamente todo o protocolo de suporte básico de vida. O desfibrilador manual chegou ao
local onde o médico realizava as manobras dois minutos após o médico iniciá-las e revelou o ritmo apresentado pela figura a seguir.
Acerca dessa situação hipotética, assinale a opção que corresponde à conduta que deverá ser realizada logo em seguida ao protocolo de suporte básico de vida.
Acerca dessa situação hipotética, assinale a opção que corresponde à conduta que deverá ser realizada logo em seguida ao protocolo de suporte básico de vida.
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Paciente masculino com 70 anos de idade compareceu ao serviço de emergência com queixa de dor torácica. Este paciente
relatou início há três horas de precordialgia intensa, de caráter lancinante, com irradiação para a região torácica posterior. O paciente é
portador de hipertensão arterial sistêmica há 14 anos, em uso irregular de hidroclorotiazida 2 mg/dia.
Ao exame físico, encontrava-se acianótico, sudorético, com pressão arterial de 196 mmHg × 124 mmHg, saturação periférica de oxigênio em ar ambiente de 93%, pulsos reduzidos em membros inferiores, ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros, e ausculta pulmonar sem alterações. Os demais achados do exame físico foram normais. A dosagem da troponina ultrassensível não apresentou alterações, assim como os exames laboratoriais de rotina. O eletrocardiograma revelou hipertrofia ventricular esquerda e a radiografia de tórax revelou dilatação da aorta ascendente.
A partir das informações precedentes, assinale a opção que apresenta a conduta mais adequada em relação ao controle pressórico do paciente em questão.
Ao exame físico, encontrava-se acianótico, sudorético, com pressão arterial de 196 mmHg × 124 mmHg, saturação periférica de oxigênio em ar ambiente de 93%, pulsos reduzidos em membros inferiores, ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros, e ausculta pulmonar sem alterações. Os demais achados do exame físico foram normais. A dosagem da troponina ultrassensível não apresentou alterações, assim como os exames laboratoriais de rotina. O eletrocardiograma revelou hipertrofia ventricular esquerda e a radiografia de tórax revelou dilatação da aorta ascendente.
A partir das informações precedentes, assinale a opção que apresenta a conduta mais adequada em relação ao controle pressórico do paciente em questão.
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Texto 27A2-IV
Um paciente com 69 anos de idade, diabético e hipertenso,
acordou com dispneia intensa havia uma hora. Ao exame físico,
apresentava-se afebril, acianótico, com saturação de oxigênio à
oximetria de pulso de 89%, extremidades frias, sudorese profusa,
com batimento de asa de nariz, uso de musculatura acessória,
frequência respiratória de 32 rpm, pressão arterial de
158 mmHg × 96 mmHg, frequência cardíaca de 120 bpm e
turgência jugular a 45°. A ausculta cardíaca revelou ritmo
cardíaco regular em dois tempos sem sopros. Também foram
observados, à ausculta pulmonar, estertores crepitantes até ápice
bilateralmente. Os demais sistemas não apresentavam alterações
significativas ao exame clínico. O eletrocardiograma demonstrou
somente taquicardia sinusal.
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Texto 27A2-IV
Um paciente com 69 anos de idade, diabético e hipertenso,
acordou com dispneia intensa havia uma hora. Ao exame físico,
apresentava-se afebril, acianótico, com saturação de oxigênio à
oximetria de pulso de 89%, extremidades frias, sudorese profusa,
com batimento de asa de nariz, uso de musculatura acessória,
frequência respiratória de 32 rpm, pressão arterial de
158 mmHg × 96 mmHg, frequência cardíaca de 120 bpm e
turgência jugular a 45°. A ausculta cardíaca revelou ritmo
cardíaco regular em dois tempos sem sopros. Também foram
observados, à ausculta pulmonar, estertores crepitantes até ápice
bilateralmente. Os demais sistemas não apresentavam alterações
significativas ao exame clínico. O eletrocardiograma demonstrou
somente taquicardia sinusal.
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