Existem alguns padrões que podem ser consultados a fim de servir como guia para o registro das informações dos objetos museológicos. Destacamos alguns: Identificação Padrão Object -Object ID, CCO, Standard Procedures for Collections Recording Used in Museum – SPECTRO, CIDOC, Manual da Africom. O Object ID é:
Norma internacional elaborada com a colaboração de instituições ligadas ao patrimônio cultural,,, seguradores e próprios comerciantes de artes e antiguidade, visando, sobretudo,e antiguidades utilizando um padrão mínimo, entendendo a documentação como fundamental para ae a sua proteção contra o roubo e o comércio ilícito.
“Descrição do percurso museológico da obra. Consiste no registro de todas as ações museológicas em que a peça foi envolvida: exposições, depósitos, empréstimos, com exceção das intervenções de restauro que têm um campo próprio para inserção de informação”. Trata-se de:
Uma das primeiras instituições a empenhar-se em estreitar a cooperação entre a equipe diretiva dos museus e as instituições de ensino, tem como principal objetivo auxiliar os professores a utilizar os recursos ofertados pelos museus, bem como buscar indicativos para superar as dificuldades de diálogo entre ambos.
O restauro de forros pintados e de altares exige, muitas vezes, que eles sejam desmontados e, para que não haja dúvidas na sua remontagem, aconselha-se a marcá-los, com giz, individualmente, pelo verso.
Durante a restauração de objetos artísticos, o transporte de peças pequenas e de seus fragmentos deve ser feito com a utilização de bandejas, para maior segurança.
Equipamentos com o termo-higrômetro, o psicrômetro e o datalogger são úteis na mensuração da variação da umidade relativa do ar e da temperatura, em ambientes museais.