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4056841 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios." Com base na análise sintática, analise as afirmativas a seguir:

I. A forma verbal 'têm' está flexionada no plural para concordar com os estados do Paraná, de Santa Catarina e de São Paulo, mencionados como referência espacial da rota indígena.
II. A expressão 'nos últimos dez anos' exerce função de adjunto adverbial, separado por vírgula corretamente por estar fora da sua posição normal.
III. Os vocábulos 'possível', 'indígena' e 'ancestral' exercem a função de adjunto adnominal, sendo que o primeiro caracteriza um substantivo diferente daquele caracterizado pelos demais.
IV. A expressão 'por territórios' exerce a função de agente da passiva.

É correto o que se afirma em:
 

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4056840 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru."
Com base na fonética, identifique a alternativa INCORRETA.
 

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4056839 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
Após a leitura do texto "O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil", pode-se afirmar que o objetivo principal dele é:
 

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4056782 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos." Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:

(__) O vocábulo 'arqueólogos' recebe acento pela mesma regra que acentua os vocábulos 'séculos' e 'polêmica'.
(__) O monossílabo 'há' recebe acento por ser tônico e terminado em 'a'. Essa regra também se aplica às palavras oxítonas, já que as terminadas em 'a' também recebem acento.
(__) O vocábulo 'têm' recebe acento pela mesma regra que acentua a forma verbal 'vem' quando flexionada na 3ª pessoa do plural.
(__) O vocábulo 'Peabiru' está grafado incorretamente sem acento, pois, quando a vogal 'u' é tônica, deve ser acentuada, como ocorre em 'baú'.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
 

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4056781 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste." Considerando a ortografia dos vocábulos presentes no trecho, bem como daqueles fora do contexto, analise as afirmativas a seguir:

I. O vocábulo 'indígena-europeu' está grafado corretamente com hífen, assim como os vocábulos 'bem-dito', 'bem-vestido' e 'mal-entendido.
II. O vocábulo 'chegado' está grafado corretamente com 'ch', assim como os termos da frase "Durante a recepção, o anfitrião serviu ponche na baichela e voltou a encher os copos dos convidados".
III. As palavras 'para' e 'pelo' são exemplos de vocábulos que, segundo o Novo Acordo Ortográfico, não recebem mais acento, pois são paroxítonas e correspondem a formas homógrafas, o que justifica a supressão do acento.
IV. O vocábulo 'já' grafa-se com 'j', assim como os vocábulos da frase a seguir: A sabujice do rapaz ficou evidente quando ele elogiou o traje típico dos moradores sobre o jirau.

É correto o que se afirma em:
 

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4056780 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios." Com base na análise sintática, analise as afirmativas a seguir:

I. A forma verbal 'têm' está flexionada no plural para concordar com os estados do Paraná, de Santa Catarina e de São Paulo, mencionados como referência espacial da rota indígena.
II. A expressão 'nos últimos dez anos' exerce função de adjunto adverbial, separado por vírgula corretamente por estar fora da sua posição normal.
III. Os vocábulos 'possível', 'indígena' e 'ancestral' exercem a função de adjunto adnominal, sendo que o primeiro caracteriza um substantivo diferente daquele caracterizado pelos demais.
IV. A expressão 'por territórios' exerce a função de agente da passiva.

É correto o que se afirma em:
 

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4056779 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru."

Com base na fonética, identifique a alternativa INCORRETA.
 

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Questão presente nas seguintes provas
4056778 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
Provas:
O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
Após a leitura do texto "O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil", pode-se afirmar que o objetivo principal dele é:
 

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4056772 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Mondaí-SC
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Os vícios de linguagem consistem em usos inadequados da língua que se afastam das normas gramaticais, podendo resultar tanto de lapsos ocasionais do falante quanto do desconhecimento das regras que regem o idioma. Com base nisso, analise as frases:
I.A educação atua como um elo de ligação entre o conhecimento científico e a formação crítica do cidadão.
II.O cliente disse ao dono do restaurante que era baiano.
III.A diretora viu a aluna chorando na sala.
IV.As águas doces do rio embelezavam a paisagem.
É correto afirmar que as frases que apresentam o vício de linguagem denominado pleonasmo são:
 

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4056770 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Mondaí-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como a inteligência artificial vai mudar o trabalho do professor?

Ledo engano se você acredita que utilizar inteligência artificial (IA) em sala de aula se resume ao ChatGPT. As possibilidades que a inteligência artificial oferece estão em todos os níveis da educação, desde dar mais eficiência para os professores até auxiliar na compreensão dos alunos e ajudar no desenvolvimento de habilidades socioemocionais.

Esse movimento já está em curso em instituições de todo o País. Uma pesquisa do Instituto Semesp, realizada com 444 professores da educação básica em março de 2024, mostra que 74,8% dos docentes enxergam a tecnologia e a IA como aliadas no ensino. No entanto, enquanto a tecnologia acelera o acesso à informação, os professores também percebem que ela traz diversos desafios como a dispersão dos alunos.

Curiosamente, apesar do reconhecimento de seus benefícios, apenas 39,2% dos professores afirmam utilizar essas ferramentas com regularidade em sala de aula. Esse dado evidencia que há uma distância entre o potencial da tecnologia e sua implementação cotidiana.

Carlota Boto, diretora da Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo), acredita que essa lacuna se deve à complexidade do uso da IA, que vai além de ser uma simples ferramenta técnica. Para ela, a IA tem o poder de redefinir o modo como o conhecimento é acessado e compartilhado. "A inteligência artificial pode ser uma aliada valiosa no preparo das atividades em sala de aula, mas, para que isso ocorra de forma eficaz, é preciso que o professor tenha domínio tanto da ferramenta quanto do conteúdo a ser trabalhado."

Essa transformação, para ela, exige que os docentes reavaliem as práticas pedagógicas, desafiando tradições e abraçando a inovação. "A primeira questão a ser pensada é o repertório: o que estamos ensinando e como isso se conecta com o mundo em transformação? É importante respeitar as tradições pedagógicas, mas também integrar novos conteúdos que dialoguem com as demandas atuais."

Na era da IA generativa, o impacto dessa tecnologia é notável na produção de conteúdo. Anderson Soares, coordenador do primeiro bacharelado em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Goiás (UFG), observa que "a geração de conteúdo sempre foi algo muito artesanal, mas a IA generativa permite criar músicas, textos e materiais de forma automática". "Isso abre caminho para que os alunos atuem mais no campo criativo e menos nas tarefas manuais."

Para Soares, essa nova realidade oferece oportunidades que promovem ações cooperativas e colaborativas, essenciais para o desenvolvimento das competências do futuro. No entanto, o avanço tecnológico também traz um desafio significativo: como trabalhar as habilidades socioemocionais em um ambiente altamente tecnológico?

Para Guilherme Cintra, diretor de inovação e tecnologia da Fundação Lemann, a resposta está na criatividade e na capacidade do professor de criar um ambiente de troca real entre os alunos. "A nossa capacidade de criar e manter relações verdadeiras será o que nos distinguirá das máquinas", afirma, destacando que o professor precisa ser mais do que um transmissor de conhecimento, atuando como facilitador de interações humanas e reflexões profundas.

Além disso, o sistema educacional como um todo precisa se adaptar para apoiar os professores nessa transformação. "Não podemos esperar que os professores assumam sozinhos a responsabilidade de toda essa mudança", diz Cintra. Repensar a formação dos docentes, o currículo e a gestão escolar é essencial para que a tecnologia seja usada de forma eficaz, sem sobrecarregar os educadores.

Para o especialista Anderson Soares, embora a tecnologia possa otimizar o aprendizado e personalizar o ensino, o desenvolvimento de habilidades humanas fundamentais como empatia, trabalho em equipe e criatividade ainda depende da capacidade do educador de criar relações significativas. "A educação tem um papel essencial para nos mostrar como tecnologia não vai resolver nenhum problema por nós, mas que a resolução ainda compete ao ser humano, ainda compete a nossas habilidades socioemocionais."

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/como-a-inteligencia-artificial-vai-mudar-o-trabalho-do-professor/

"No entanto, enquanto a tecnologia acelera o acesso à informação, os professores também percebem que ela traz diversos desafios como a dispersão dos alunos."
O uso crase está corretamente empregado no trecho acima, bem como nos enunciados a seguir, EXCETO:
 

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