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4056861 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Capão Leão-RS

O verbo sublinhado abaixo está flexionado em:

Aproximadamente 18% das mulheres são diagnosticadas com endometriose.

 

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4056860 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Capão Leão-RS

Qual das alternativas pode substituir os termos sublinhados abaixo, respectivamente, preservando o sentido original do trecho?

A gravidade dos sintomas e dos efeitos da doença na fertilidade da mulher e no funcionamento dos órgãos varia muito de mulher para mulher.

 

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4056858 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Capão Leão-RS

A endometriose é uma doença crônica que pode ser dolorosa. Não se sabe exatamente quantas mulheres têm endometriose, pois geralmente o quadro pode ser diagnosticado apenas pela visualização direta da parte interna do útero, o que exige um procedimento cirúrgico. Aproximadamente 18% das mulheres são diagnosticadas com endometriose. A porcentagem de mulheres com endometriose é maior em mulheres que têm infertilidade (aproximadamente 30%) e em mulheres que têm dor pélvica crônica (aproximadamente 40%). A idade média de diagnóstico é de 28 anos, mas a endometriose também pode surgir em adolescentes e, em casos raros, em meninas jovens.

Os locais comuns de tecido endometrial ectópico incluem: ovários; ligamentos que sustentam o útero; tecido que reveste o interior do abdômen e da pelve (peritônio). Já os locais menos comuns incluem as trompas de Falópio, a superfície externa do intestino delgado e grosso, os ureteres, a bexiga, o espaço entre a vagina e o reto, e a vagina. Raramente, o tecido endometrial cresce nas membranas que revestem os pulmões (pleura), no saco que envolve o coração (pericárdio), na vulva, no colo do útero ou nas cicatrizes cirúrgicas encontradas no abdômen.

A gravidade dos sintomas e dos efeitos da doença na fertilidade da mulher e no funcionamento dos órgãos varia muito de mulher para mulher.

Fonte: Manual MSD. Adaptado.

De acordo com o texto, analisar as informações e assinalar a alternativa INCORRETA.
 

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4056843 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos." Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:

(__) O vocábulo 'arqueólogos' recebe acento pela mesma regra que acentua os vocábulos 'séculos' e 'polêmica'.
(__) O monossílabo 'há' recebe acento por ser tônico e terminado em 'a'. Essa regra também se aplica às palavras oxítonas, já que as terminadas em 'a' também recebem acento.
(__) O vocábulo 'têm' recebe acento pela mesma regra que acentua a forma verbal 'vem' quando flexionada na 3ª pessoa do plural.
(__) O vocábulo 'Peabiru' está grafado incorretamente sem acento, pois, quando a vogal 'u' é tônica, deve ser acentuada, como ocorre em 'baú'.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
 

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4056842 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste."
Considerando a ortografia dos vocábulos presentes no trecho, bem como daqueles fora do contexto, analise as afirmativas a seguir:

I. O vocábulo 'indígena-europeu' está grafado corretamente com hífen, assim como os vocábulos 'bem-dito', 'bem-vestido' e 'mal-entendido.
II. O vocábulo 'chegado' está grafado corretamente com 'ch', assim como os termos da frase "Durante a recepção, o anfitrião serviu ponche na baichela e voltou a encher os copos dos convidados".
III. As palavras 'para' e 'pelo' são exemplos de vocábulos que, segundo o Novo Acordo Ortográfico, não recebem mais acento, pois são paroxítonas e correspondem a formas homógrafas, o que justifica a supressão do acento.
IV. O vocábulo 'já' grafa-se com 'j', assim como os vocábulos da frase a seguir: A sabujice do rapaz ficou evidente quando ele elogiou o traje típico dos moradores sobre o jirau.

É correto o que se afirma em:
 

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4056841 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios." Com base na análise sintática, analise as afirmativas a seguir:

I. A forma verbal 'têm' está flexionada no plural para concordar com os estados do Paraná, de Santa Catarina e de São Paulo, mencionados como referência espacial da rota indígena.
II. A expressão 'nos últimos dez anos' exerce função de adjunto adverbial, separado por vírgula corretamente por estar fora da sua posição normal.
III. Os vocábulos 'possível', 'indígena' e 'ancestral' exercem a função de adjunto adnominal, sendo que o primeiro caracteriza um substantivo diferente daquele caracterizado pelos demais.
IV. A expressão 'por territórios' exerce a função de agente da passiva.

É correto o que se afirma em:
 

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4056840 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru."
Com base na fonética, identifique a alternativa INCORRETA.
 

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4056839 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
Após a leitura do texto "O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil", pode-se afirmar que o objetivo principal dele é:
 

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4056782 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos." Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:

(__) O vocábulo 'arqueólogos' recebe acento pela mesma regra que acentua os vocábulos 'séculos' e 'polêmica'.
(__) O monossílabo 'há' recebe acento por ser tônico e terminado em 'a'. Essa regra também se aplica às palavras oxítonas, já que as terminadas em 'a' também recebem acento.
(__) O vocábulo 'têm' recebe acento pela mesma regra que acentua a forma verbal 'vem' quando flexionada na 3ª pessoa do plural.
(__) O vocábulo 'Peabiru' está grafado incorretamente sem acento, pois, quando a vogal 'u' é tônica, deve ser acentuada, como ocorre em 'baú'.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
 

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4056781 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Câm. Ipumirim-SC
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O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.
O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.
Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.
No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.
Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.
O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.
Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.
Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.
Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.
Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.
As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.
Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste." Considerando a ortografia dos vocábulos presentes no trecho, bem como daqueles fora do contexto, analise as afirmativas a seguir:

I. O vocábulo 'indígena-europeu' está grafado corretamente com hífen, assim como os vocábulos 'bem-dito', 'bem-vestido' e 'mal-entendido.
II. O vocábulo 'chegado' está grafado corretamente com 'ch', assim como os termos da frase "Durante a recepção, o anfitrião serviu ponche na baichela e voltou a encher os copos dos convidados".
III. As palavras 'para' e 'pelo' são exemplos de vocábulos que, segundo o Novo Acordo Ortográfico, não recebem mais acento, pois são paroxítonas e correspondem a formas homógrafas, o que justifica a supressão do acento.
IV. O vocábulo 'já' grafa-se com 'j', assim como os vocábulos da frase a seguir: A sabujice do rapaz ficou evidente quando ele elogiou o traje típico dos moradores sobre o jirau.

É correto o que se afirma em:
 

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