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Lei o texto, complete a coluna, e assinale a opção
CORRETA:
A taxa de desemprego no Brasil caiu para _______ no trimestre encerrado em dezembro de 2025, o menor nível da série histórica iniciada em 2012. O resultado indica que cerca de 5,5 milhões de pessoas buscaram trabalho nos três últimos meses do ano, em um mercado que chegou ao recorde de 103 milhões de pessoas ocupadas. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira, 30 de janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A taxa de desemprego no Brasil caiu para _______ no trimestre encerrado em dezembro de 2025, o menor nível da série histórica iniciada em 2012. O resultado indica que cerca de 5,5 milhões de pessoas buscaram trabalho nos três últimos meses do ano, em um mercado que chegou ao recorde de 103 milhões de pessoas ocupadas. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira, 30 de janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
O poeta da roça - Patativa do Assaré
Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô
Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda
Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
“Trabaio na roça, de inverno e de estio” “Meu verso rastero, singelo e sem graça”
As palavras destacadas revelam:
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O poeta da roça - Patativa do Assaré
Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô
Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda
Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
“Meu verso só entra no campo da roça”
A palavra destacada pertence à classe gramatical:
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O poeta da roça - Patativa do Assaré
Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô
Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda
Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Releia o trecho do poema:
“Que veve vagando, com sua viola”
No trecho acima, a preposição destacada expressa ideia de:
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O poeta da roça - Patativa do Assaré
Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô
Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda
Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
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O poeta da roça - Patativa do Assaré
Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô
Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda
Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
“Não tenho sabença, pois nunca estudei Apenas eu seio o meu nome assiná”
A forma verbal “tenho”, do verbo ter, apresenta irregularidade em sua conjugação.
Assinale a alternativa em que os verbos também são irregulares:
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162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a
Paraíba a ler
Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história
viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que
transforma o sertão.
No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus
162 anos como quem abre os braços para acolher a própria
história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é
palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto
único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que
atravessa gerações.
A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título
após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim,
onde jovens de diversas regiões encontraram luz e
inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação
para o conhecimento, transformando Cajazeiras em
referência acadêmica e intelectual no sertão.
Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor
cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações
no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem
tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de
manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos
talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham
lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.
Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com
sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo
Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são
apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias
silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a
cada geração.
Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no
mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que
transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo
exemplo de união e perseverança.
Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de
resistência e transformação, feita por mãos que constroem,
mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao
orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de
que esta terra segue sendo um farol no sertão.
Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml
“Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.”
Sobre as palavras destacadas, analise as afirmativas:
I. O adjetivo “viva” está no gênero feminino e número singular, concordando com o substantivo “história”.
II. O substantivo “cultura” é feminino e pode flexionar em número.
III. O adjetivo “acolhedora” está no grau comparativo de superioridade.
IV. O substantivo “história” é feminino e pode ser flexionado para o plural.
Assinale a opção CORRETA:
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a
Paraíba a ler
Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história
viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que
transforma o sertão.
No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus
162 anos como quem abre os braços para acolher a própria
história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é
palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto
único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que
atravessa gerações.
A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título
após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim,
onde jovens de diversas regiões encontraram luz e
inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação
para o conhecimento, transformando Cajazeiras em
referência acadêmica e intelectual no sertão.
Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor
cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações
no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem
tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de
manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos
talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham
lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.
Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com
sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo
Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são
apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias
silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a
cada geração.
Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no
mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que
transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo
exemplo de união e perseverança.
Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de
resistência e transformação, feita por mãos que constroem,
mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao
orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de
que esta terra segue sendo um farol no sertão.
Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml
“Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. ”
O termo destacado indica ideia de:
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162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a
Paraíba a ler
Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história
viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que
transforma o sertão.
No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus
162 anos como quem abre os braços para acolher a própria
história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é
palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto
único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que
atravessa gerações.
A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título
após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim,
onde jovens de diversas regiões encontraram luz e
inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação
para o conhecimento, transformando Cajazeiras em
referência acadêmica e intelectual no sertão.
Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor
cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações
no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem
tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de
manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos
talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham
lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.
Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com
sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo
Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são
apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias
silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a
cada geração.
Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no
mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que
transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo
exemplo de união e perseverança.
Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de
resistência e transformação, feita por mãos que constroem,
mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao
orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de
que esta terra segue sendo um farol no sertão.
Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml
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162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a
Paraíba a ler
Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história
viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que
transforma o sertão.
No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus
162 anos como quem abre os braços para acolher a própria
história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é
palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto
único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que
atravessa gerações.
A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título
após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim,
onde jovens de diversas regiões encontraram luz e
inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação
para o conhecimento, transformando Cajazeiras em
referência acadêmica e intelectual no sertão.
Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor
cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações
no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem
tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de
manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos
talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham
lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.
Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com
sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo
Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são
apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias
silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a
cada geração.
Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no
mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que
transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo
exemplo de união e perseverança.
Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de
resistência e transformação, feita por mãos que constroem,
mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao
orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de
que esta terra segue sendo um farol no sertão.
Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml
“Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional.”
Qual palavra abaixo é sinônimo da palavra destacada?
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