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4055419 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS

Sinais sutis de subdesenvolvimento

Existem sinais claros para identificar um lugar subdesenvolvido: esgoto a céu aberto, lixo acumulado nas ruas e nas calçadas, subnutrição, gente morrendo de doenças para as quais já existem vacina e remédio, como disenteria e tuberculose. Agora, existem muitos outros sinais de uma cultura subdesenvolvida, primitiva até, sinais sutis de que ainda não nos encontramos num estágio mais avançado e desejado de civilidade e desenvolvimento.

Viajar para um lugar no exterior indiscutivelmente mais civilizado e desenvolvido e depois voltar ao Brasil e chegar ao Aeroporto Internacional de Guarulhos é um choque. Nosso maior e mais movimentado aeroporto já nos recebe no Terminal 3 com um cheiro fétido de esgoto vindo dos banheiros ou sabe-se lá de onde. Carrinhos para colocar a bagagem? “Estamos em falta hoje”, me disse o rapazinho simpático, que com outros dois funcionários conversavam tranquilamente sobre o nada escorados numa parede perto da esteira. Alguém tomar a iniciativa de informar a falta dos carrinhos ou ir buscar? Zero. Proatividade e produtividade nem de longe são pontos fortes aqui.

Depois, se via lixo espalhado por todo lado: embalagens de biscoito e de chocolate, copinhos e garrafinhas de plástico, papéis, guardanapos no chão, nas poltronas, nas mesinhas perto dos tótens de carregar celular. Pior foi ver a porquice (sim, porquice, coisa de gente porca) no portão de embarque de determinada companhia aérea: restos de adesivos e cartões de embarque jogados no chão e mais papéis, num claro sinal de desleixo da equipe. Por menor que seja o salário de alguém, manter seu local de trabalho limpo e organizado é o mínimo que qualquer profissional deve fazer. Mas o papinho sobre os acontecimentos do final de semana parecia bem animado; e os longos cílios postiços e as unhas compridas e pontudas irretocáveis exibiam um “autocuidado” contrastante com o desleixo ao redor do balcão.

Eu era do tipo que chamava a atenção de quem jogava lixo na rua. Eu era do tipo que até mesmo juntava o lixo dos outros e colocava na lixeira para manter um lugar limpo. Não faço mais isso. Cansei. Lutar praticamente sozinha por espaços públicos mais civilizados é uma luta cansativa e frustrante, porque outro sinal sutil de subdesenvolvimento é essa coisa de “não dá nada”: as pessoas descumprem as regras mínimas de civilidade — como jogar o lixo na lata de lixo ou não fazer o seu trabalho direito — e nada acontece com elas, nem mesmo uma reprimenda.

O máximo que posso fazer é manter meu lar, meu quintal, minha calçada, o “meu jardim” o melhor e mais civilizado que posso. Se aqui não dão conta nem dos graves sinais de subdesenvolvimento, como a falta de saneamento básico, o que dirá o resto.

Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado).

A palavra “rapazinho”, empregada no texto, resulta de um processo de formação que envolve:
 

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4055418 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS

Sinais sutis de subdesenvolvimento

Existem sinais claros para identificar um lugar subdesenvolvido: esgoto a céu aberto, lixo acumulado nas ruas e nas calçadas, subnutrição, gente morrendo de doenças para as quais já existem vacina e remédio, como disenteria e tuberculose. Agora, existem muitos outros sinais de uma cultura subdesenvolvida, primitiva até, sinais sutis de que ainda não nos encontramos num estágio mais avançado e desejado de civilidade e desenvolvimento.

Viajar para um lugar no exterior indiscutivelmente mais civilizado e desenvolvido e depois voltar ao Brasil e chegar ao Aeroporto Internacional de Guarulhos é um choque. Nosso maior e mais movimentado aeroporto já nos recebe no Terminal 3 com um cheiro fétido de esgoto vindo dos banheiros ou sabe-se lá de onde. Carrinhos para colocar a bagagem? “Estamos em falta hoje”, me disse o rapazinho simpático, que com outros dois funcionários conversavam tranquilamente sobre o nada escorados numa parede perto da esteira. Alguém tomar a iniciativa de informar a falta dos carrinhos ou ir buscar? Zero. Proatividade e produtividade nem de longe são pontos fortes aqui.

Depois, se via lixo espalhado por todo lado: embalagens de biscoito e de chocolate, copinhos e garrafinhas de plástico, papéis, guardanapos no chão, nas poltronas, nas mesinhas perto dos tótens de carregar celular. Pior foi ver a porquice (sim, porquice, coisa de gente porca) no portão de embarque de determinada companhia aérea: restos de adesivos e cartões de embarque jogados no chão e mais papéis, num claro sinal de desleixo da equipe. Por menor que seja o salário de alguém, manter seu local de trabalho limpo e organizado é o mínimo que qualquer profissional deve fazer. Mas o papinho sobre os acontecimentos do final de semana parecia bem animado; e os longos cílios postiços e as unhas compridas e pontudas irretocáveis exibiam um “autocuidado” contrastante com o desleixo ao redor do balcão.

Eu era do tipo que chamava a atenção de quem jogava lixo na rua. Eu era do tipo que até mesmo juntava o lixo dos outros e colocava na lixeira para manter um lugar limpo. Não faço mais isso. Cansei. Lutar praticamente sozinha por espaços públicos mais civilizados é uma luta cansativa e frustrante, porque outro sinal sutil de subdesenvolvimento é essa coisa de “não dá nada”: as pessoas descumprem as regras mínimas de civilidade — como jogar o lixo na lata de lixo ou não fazer o seu trabalho direito — e nada acontece com elas, nem mesmo uma reprimenda.

O máximo que posso fazer é manter meu lar, meu quintal, minha calçada, o “meu jardim” o melhor e mais civilizado que posso. Se aqui não dão conta nem dos graves sinais de subdesenvolvimento, como a falta de saneamento básico, o que dirá o resto.

Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado).

Na oração “Proatividade e produtividade nem de longe são pontos fortes aqui.”, o sujeito classifica-se como:
 

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4055417 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS

Sinais sutis de subdesenvolvimento

Existem sinais claros para identificar um lugar subdesenvolvido: esgoto a céu aberto, lixo acumulado nas ruas e nas calçadas, subnutrição, gente morrendo de doenças para as quais já existem vacina e remédio, como disenteria e tuberculose. Agora, existem muitos outros sinais de uma cultura subdesenvolvida, primitiva até, sinais sutis de que ainda não nos encontramos num estágio mais avançado e desejado de civilidade e desenvolvimento.

Viajar para um lugar no exterior indiscutivelmente mais civilizado e desenvolvido e depois voltar ao Brasil e chegar ao Aeroporto Internacional de Guarulhos é um choque. Nosso maior e mais movimentado aeroporto já nos recebe no Terminal 3 com um cheiro fétido de esgoto vindo dos banheiros ou sabe-se lá de onde. Carrinhos para colocar a bagagem? “Estamos em falta hoje”, me disse o rapazinho simpático, que com outros dois funcionários conversavam tranquilamente sobre o nada escorados numa parede perto da esteira. Alguém tomar a iniciativa de informar a falta dos carrinhos ou ir buscar? Zero. Proatividade e produtividade nem de longe são pontos fortes aqui.

Depois, se via lixo espalhado por todo lado: embalagens de biscoito e de chocolate, copinhos e garrafinhas de plástico, papéis, guardanapos no chão, nas poltronas, nas mesinhas perto dos tótens de carregar celular. Pior foi ver a porquice (sim, porquice, coisa de gente porca) no portão de embarque de determinada companhia aérea: restos de adesivos e cartões de embarque jogados no chão e mais papéis, num claro sinal de desleixo da equipe. Por menor que seja o salário de alguém, manter seu local de trabalho limpo e organizado é o mínimo que qualquer profissional deve fazer. Mas o papinho sobre os acontecimentos do final de semana parecia bem animado; e os longos cílios postiços e as unhas compridas e pontudas irretocáveis exibiam um “autocuidado” contrastante com o desleixo ao redor do balcão.

Eu era do tipo que chamava a atenção de quem jogava lixo na rua. Eu era do tipo que até mesmo juntava o lixo dos outros e colocava na lixeira para manter um lugar limpo. Não faço mais isso. Cansei. Lutar praticamente sozinha por espaços públicos mais civilizados é uma luta cansativa e frustrante, porque outro sinal sutil de subdesenvolvimento é essa coisa de “não dá nada”: as pessoas descumprem as regras mínimas de civilidade — como jogar o lixo na lata de lixo ou não fazer o seu trabalho direito — e nada acontece com elas, nem mesmo uma reprimenda.

O máximo que posso fazer é manter meu lar, meu quintal, minha calçada, o “meu jardim” o melhor e mais civilizado que posso. Se aqui não dão conta nem dos graves sinais de subdesenvolvimento, como a falta de saneamento básico, o que dirá o resto.

Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado).

No trecho em que a autora afirma que determinadas atitudes não geram “nem mesmo uma reprimenda”, o termo destacado assume, no contexto do texto, o sentido de
 

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4055416 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS

Sinais sutis de subdesenvolvimento

Existem sinais claros para identificar um lugar subdesenvolvido: esgoto a céu aberto, lixo acumulado nas ruas e nas calçadas, subnutrição, gente morrendo de doenças para as quais já existem vacina e remédio, como disenteria e tuberculose. Agora, existem muitos outros sinais de uma cultura subdesenvolvida, primitiva até, sinais sutis de que ainda não nos encontramos num estágio mais avançado e desejado de civilidade e desenvolvimento.

Viajar para um lugar no exterior indiscutivelmente mais civilizado e desenvolvido e depois voltar ao Brasil e chegar ao Aeroporto Internacional de Guarulhos é um choque. Nosso maior e mais movimentado aeroporto já nos recebe no Terminal 3 com um cheiro fétido de esgoto vindo dos banheiros ou sabe-se lá de onde. Carrinhos para colocar a bagagem? “Estamos em falta hoje”, me disse o rapazinho simpático, que com outros dois funcionários conversavam tranquilamente sobre o nada escorados numa parede perto da esteira. Alguém tomar a iniciativa de informar a falta dos carrinhos ou ir buscar? Zero. Proatividade e produtividade nem de longe são pontos fortes aqui.

Depois, se via lixo espalhado por todo lado: embalagens de biscoito e de chocolate, copinhos e garrafinhas de plástico, papéis, guardanapos no chão, nas poltronas, nas mesinhas perto dos tótens de carregar celular. Pior foi ver a porquice (sim, porquice, coisa de gente porca) no portão de embarque de determinada companhia aérea: restos de adesivos e cartões de embarque jogados no chão e mais papéis, num claro sinal de desleixo da equipe. Por menor que seja o salário de alguém, manter seu local de trabalho limpo e organizado é o mínimo que qualquer profissional deve fazer. Mas o papinho sobre os acontecimentos do final de semana parecia bem animado; e os longos cílios postiços e as unhas compridas e pontudas irretocáveis exibiam um “autocuidado” contrastante com o desleixo ao redor do balcão.

Eu era do tipo que chamava a atenção de quem jogava lixo na rua. Eu era do tipo que até mesmo juntava o lixo dos outros e colocava na lixeira para manter um lugar limpo. Não faço mais isso. Cansei. Lutar praticamente sozinha por espaços públicos mais civilizados é uma luta cansativa e frustrante, porque outro sinal sutil de subdesenvolvimento é essa coisa de “não dá nada”: as pessoas descumprem as regras mínimas de civilidade — como jogar o lixo na lata de lixo ou não fazer o seu trabalho direito — e nada acontece com elas, nem mesmo uma reprimenda.

O máximo que posso fazer é manter meu lar, meu quintal, minha calçada, o “meu jardim” o melhor e mais civilizado que posso. Se aqui não dão conta nem dos graves sinais de subdesenvolvimento, como a falta de saneamento básico, o que dirá o resto.

Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado).

No texto, ao distinguir entre “sinais claros” e “sinais sutis” de subdesenvolvimento, a autora pretende evidenciar que:
 

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4055415 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS

Sinais sutis de subdesenvolvimento

Existem sinais claros para identificar um lugar subdesenvolvido: esgoto a céu aberto, lixo acumulado nas ruas e nas calçadas, subnutrição, gente morrendo de doenças para as quais já existem vacina e remédio, como disenteria e tuberculose. Agora, existem muitos outros sinais de uma cultura subdesenvolvida, primitiva até, sinais sutis de que ainda não nos encontramos num estágio mais avançado e desejado de civilidade e desenvolvimento.

Viajar para um lugar no exterior indiscutivelmente mais civilizado e desenvolvido e depois voltar ao Brasil e chegar ao Aeroporto Internacional de Guarulhos é um choque. Nosso maior e mais movimentado aeroporto já nos recebe no Terminal 3 com um cheiro fétido de esgoto vindo dos banheiros ou sabe-se lá de onde. Carrinhos para colocar a bagagem? “Estamos em falta hoje”, me disse o rapazinho simpático, que com outros dois funcionários conversavam tranquilamente sobre o nada escorados numa parede perto da esteira. Alguém tomar a iniciativa de informar a falta dos carrinhos ou ir buscar? Zero. Proatividade e produtividade nem de longe são pontos fortes aqui.

Depois, se via lixo espalhado por todo lado: embalagens de biscoito e de chocolate, copinhos e garrafinhas de plástico, papéis, guardanapos no chão, nas poltronas, nas mesinhas perto dos tótens de carregar celular. Pior foi ver a porquice (sim, porquice, coisa de gente porca) no portão de embarque de determinada companhia aérea: restos de adesivos e cartões de embarque jogados no chão e mais papéis, num claro sinal de desleixo da equipe. Por menor que seja o salário de alguém, manter seu local de trabalho limpo e organizado é o mínimo que qualquer profissional deve fazer. Mas o papinho sobre os acontecimentos do final de semana parecia bem animado; e os longos cílios postiços e as unhas compridas e pontudas irretocáveis exibiam um “autocuidado” contrastante com o desleixo ao redor do balcão.

Eu era do tipo que chamava a atenção de quem jogava lixo na rua. Eu era do tipo que até mesmo juntava o lixo dos outros e colocava na lixeira para manter um lugar limpo. Não faço mais isso. Cansei. Lutar praticamente sozinha por espaços públicos mais civilizados é uma luta cansativa e frustrante, porque outro sinal sutil de subdesenvolvimento é essa coisa de “não dá nada”: as pessoas descumprem as regras mínimas de civilidade — como jogar o lixo na lata de lixo ou não fazer o seu trabalho direito — e nada acontece com elas, nem mesmo uma reprimenda.

O máximo que posso fazer é manter meu lar, meu quintal, minha calçada, o “meu jardim” o melhor e mais civilizado que posso. Se aqui não dão conta nem dos graves sinais de subdesenvolvimento, como a falta de saneamento básico, o que dirá o resto.

Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado).

No período Não faço mais isso, qual das palavras é classificada, gramaticalmente, como verbo?
 

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4055384 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Gama
Orgão: Pref. Socorro-SP
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Leia para responder às questões.


O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras. Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornando-se marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista. 

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos.
No trecho “iluminação suave e objetos que procurariam transmitir calma...” o tempo/modo verbal, alterado do original, apresenta-se no:
 

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4055383 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Gama
Orgão: Pref. Socorro-SP
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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras. Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornando-se marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista. 

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos.
No quarto parágrafo, ao descrever os ambientes, o texto menciona "iluminação suave". O termo destacado é um adjetivo que qualifica o substantivo "iluminação". Quanto à flexão de gênero, esse adjetivo classifica-se gramaticalmente como:
 

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4055382 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Gama
Orgão: Pref. Socorro-SP
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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras. Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornando-se marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista. 

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos.
No trecho do último parágrafo "...o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez...", a preposição destacada estabelece entre a oração principal e a subordinada uma relação de sentido de:
 

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4055381 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Gama
Orgão: Pref. Socorro-SP
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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras. Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornando-se marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista. 

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos.
No primeiro parágrafo, ao diferenciar o lilás de outras tonalidades, o autor afirma que ele "não grita como o vermelho". Ao atribuir uma ação tipicamente humana (gritar) a um ser inanimado (uma cor), o texto emprega o recurso estilístico denominado:
 

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4055380 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Gama
Orgão: Pref. Socorro-SP
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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras. Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornando-se marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista. 

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos.
A palavra "lilás", repetida diversas vezes no texto, recebe acento gráfico agudo. De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, a regra que justifica essa acentuação é:
 

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