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Há dez anos, a Vila Renata era um bairro conhecido pelo intenso comércio. Lojas físicas de roupas, calçados, artigos esportivos,
entre outras, voltadas para um público de classe média, espalhavam-se pelos quarteirões do bairro. Atualmente, porém, o cenário está bem diferente. Ao longo desses dez anos, a quantidade de lojas físicas no bairro foi reduzida para menos da metade. No
mesmo período, o comércio eletrônico cresceu 65% em todo o país, com lojas virtuais sendo criadas e oferecendo os mais
variados produtos aos seus clientes. Dessa forma, o comércio eletrônico foi o grande responsável pela queda vertiginosa do
comércio de rua da Vila Renata observada nos últimos anos.
Qual dos fatos a seguir, se verdadeiro, enfraquecerá consideravelmente o argumento apresentado?
Qual dos fatos a seguir, se verdadeiro, enfraquecerá consideravelmente o argumento apresentado?
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[...] Podemos interpretar a ciência como uит тapa, como uma representação de como vemos a natureza (o território). Neste
caso, Borges está criticando cientistas que acreditam, inocentemente, que o que fazem é produzir um mapa perfeito da
realidade.
A analogia é bem apropriada, dado que captura tanto os objetivos quanto as frustrações da pesquisa científica: queremos aprender o máximo possível sobre o mundo e traduzir o que aprendemos em um mapa que outros podem ler. Quanto mais aprendemos, mais detalhado fica o mapa. Entretanto, como o filósofo francês Bernard Le Bovier de Fontenelle já sabia em 1686, podemos ver apenas uma fração do que existe. Por consequência, qualquer mapa que produzimos é necessariamente incompleto. [...]
(Marcelo Gleiser, 12/08/2018. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2018/08/mapeando-a-realidadeem-busca-de-uma-perfeicao-inatingivel.shtml)
Considere cinco pesquisas científicas fictícias cujos objetivos fossem desenvolver:
I. uma droga capaz de curar todos os tipos de lesões cancerígenas.
II. uma liga metálica capaz de resistir a temperaturas mais altas do que as ligas atuais.
III. uma ferramenta de inteligência artificial capaz de compor uma sinfonia.
IV. uma bateria para carros elétricos com vida útil dez vezes maior do que a das atuais.
V. um robô humanoide capaz de conduzir um ônibus em uma grande cidade.
Entre essas pesquisas científicas, aquela que poderia ser criticada usando um argumento análogo ao apresentado no texto de Marcelo Gleiser é
A analogia é bem apropriada, dado que captura tanto os objetivos quanto as frustrações da pesquisa científica: queremos aprender o máximo possível sobre o mundo e traduzir o que aprendemos em um mapa que outros podem ler. Quanto mais aprendemos, mais detalhado fica o mapa. Entretanto, como o filósofo francês Bernard Le Bovier de Fontenelle já sabia em 1686, podemos ver apenas uma fração do que existe. Por consequência, qualquer mapa que produzimos é necessariamente incompleto. [...]
(Marcelo Gleiser, 12/08/2018. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2018/08/mapeando-a-realidadeem-busca-de-uma-perfeicao-inatingivel.shtml)
Considere cinco pesquisas científicas fictícias cujos objetivos fossem desenvolver:
I. uma droga capaz de curar todos os tipos de lesões cancerígenas.
II. uma liga metálica capaz de resistir a temperaturas mais altas do que as ligas atuais.
III. uma ferramenta de inteligência artificial capaz de compor uma sinfonia.
IV. uma bateria para carros elétricos com vida útil dez vezes maior do que a das atuais.
V. um robô humanoide capaz de conduzir um ônibus em uma grande cidade.
Entre essas pesquisas científicas, aquela que poderia ser criticada usando um argumento análogo ao apresentado no texto de Marcelo Gleiser é
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A tática de Robert Kennedy Jr., o secretário de Saúde de Trump, para reduzir a lista de vacinas recomendadas pelo governo
federal até que tem seu apelo. Ele diz que está apenas usando de bom senso e espelhando as recomendações da Dinamarca -
uma nação rica da Europa que apresenta indicadores de saúde bem melhores que os dos EUA.
Um incauto até poderia se sentir tentado a abraçar o argumento. Não só a Dinamarca, mas vários países europeus têm listas de vacinas da infância bem mais curtas que a dos EUA. E que no velho continente existem bons sistemas de saúde pública e as doenças infecciosas estão mais contidas do que no novo mundo. Ali, sai bem mais barato diagnosticar e tratar precocemente os poucos casos que surgirão do que vacinar todas as crianças contra moléstias que elas nunca pegarão.
E as autoridades sanitárias europeias não padecem do antivacinismo ideológico. Se a situação epidemiológica mudar, as vacinas serão rapidamente incluídas no calendário de imunizações.
(Hélio Schwartsman, 30/12/2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2025/12/faca-a-americadoente-de-novo.shtml)
A crítica do articulista ao argumento de Robert Kennedy Jr. pode ser resumida pelo fato de que
Um incauto até poderia se sentir tentado a abraçar o argumento. Não só a Dinamarca, mas vários países europeus têm listas de vacinas da infância bem mais curtas que a dos EUA. E que no velho continente existem bons sistemas de saúde pública e as doenças infecciosas estão mais contidas do que no novo mundo. Ali, sai bem mais barato diagnosticar e tratar precocemente os poucos casos que surgirão do que vacinar todas as crianças contra moléstias que elas nunca pegarão.
E as autoridades sanitárias europeias não padecem do antivacinismo ideológico. Se a situação epidemiológica mudar, as vacinas serão rapidamente incluídas no calendário de imunizações.
(Hélio Schwartsman, 30/12/2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2025/12/faca-a-americadoente-de-novo.shtml)
A crítica do articulista ao argumento de Robert Kennedy Jr. pode ser resumida pelo fato de que
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Uma escolha para viver
Li em algum lugar uma fábula interessante. Sem ser literal, preservo o sentido que me ficou dela.
Na Criação do mundo, um dos intendentes do Céu foi encarregado de definir o tempo de vida que cada espécie deveria ter.
Disse o intendente para a Tartaruga: - Você se dá bem com essa couraça, com essa neutralidade, com essa indiferença aos
homens... Vai durar muitos e muitos anos.
Diante do Papagaio, sentenciou: – Essa ideia de plagiar os humanos, imitando-os e gozando-os, divertindo-os e divertindo-se,
faz de você um malandrão... Bem merece uma vida longa.
E assim foi seguindo o intendente, dotando as criaturas da longevidade que lhe parecia justa, a partir do critério adotado.
Chegou a vez do Cachorro. O intendente, surpreso, olhou bem nos olhos dele, avaliou seu temperamento, reconheceu suas
intenções e não teve dúvida:
- Quer dizer que você já decidiu ser amigo incondicional dos homens? Permanecerá como companheiro fiel até dos que pouсo
venham a se importar com você? E seguirá os andarilhos nas estradas, se estreitará com os miseráveis nos cantos e nos becos, irá
morar com os viciados sob as pontes? Pois então vou te aquinhoar com uns poucos anos: que tua virtude valha teu sacrifício.
Assim sentenciado, o Cachorro abanou o rabo e olhou em volta, irrequieto, à procura de um amigo humano. Dispunha-se a
ficar ao lado dele, fosse quem fosse: iria consolá-lo das aflições que viesse a sentir, compartilharia com ele as pequenas alegrias,
enfrentaria com ele as chateações deste mundo.
(Alarico Valado, a editar)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Uma escolha para viver
Li em algum lugar uma fábula interessante. Sem ser literal, preservo o sentido que me ficou dela.
Na Criação do mundo, um dos intendentes do Céu foi encarregado de definir o tempo de vida que cada espécie deveria ter.
Disse o intendente para a Tartaruga: - Você se dá bem com essa couraça, com essa neutralidade, com essa indiferença aos
homens... Vai durar muitos e muitos anos.
Diante do Papagaio, sentenciou: – Essa ideia de plagiar os humanos, imitando-os e gozando-os, divertindo-os e divertindo-se,
faz de você um malandrão... Bem merece uma vida longa.
E assim foi seguindo o intendente, dotando as criaturas da longevidade que lhe parecia justa, a partir do critério adotado.
Chegou a vez do Cachorro. O intendente, surpreso, olhou bem nos olhos dele, avaliou seu temperamento, reconheceu suas
intenções e não teve dúvida:
- Quer dizer que você já decidiu ser amigo incondicional dos homens? Permanecerá como companheiro fiel até dos que pouсo
venham a se importar com você? E seguirá os andarilhos nas estradas, se estreitará com os miseráveis nos cantos e nos becos, irá
morar com os viciados sob as pontes? Pois então vou te aquinhoar com uns poucos anos: que tua virtude valha teu sacrifício.
Assim sentenciado, o Cachorro abanou o rabo e olhou em volta, irrequieto, à procura de um amigo humano. Dispunha-se a
ficar ao lado dele, fosse quem fosse: iria consolá-lo das aflições que viesse a sentir, compartilharia com ele as pequenas alegrias,
enfrentaria com ele as chateações deste mundo.
(Alarico Valado, a editar)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Uma escolha para viver
Li em algum lugar uma fábula interessante. Sem ser literal, preservo o sentido que me ficou dela.
Na Criação do mundo, um dos intendentes do Céu foi encarregado de definir o tempo de vida que cada espécie deveria ter.
Disse o intendente para a Tartaruga: - Você se dá bem com essa couraça, com essa neutralidade, com essa indiferença aos
homens... Vai durar muitos e muitos anos.
Diante do Papagaio, sentenciou: – Essa ideia de plagiar os humanos, imitando-os e gozando-os, divertindo-os e divertindo-se,
faz de você um malandrão... Bem merece uma vida longa.
E assim foi seguindo o intendente, dotando as criaturas da longevidade que lhe parecia justa, a partir do critério adotado.
Chegou a vez do Cachorro. O intendente, surpreso, olhou bem nos olhos dele, avaliou seu temperamento, reconheceu suas
intenções e não teve dúvida:
- Quer dizer que você já decidiu ser amigo incondicional dos homens? Permanecerá como companheiro fiel até dos que pouсo
venham a se importar com você? E seguirá os andarilhos nas estradas, se estreitará com os miseráveis nos cantos e nos becos, irá
morar com os viciados sob as pontes? Pois então vou te aquinhoar com uns poucos anos: que tua virtude valha teu sacrifício.
Assim sentenciado, o Cachorro abanou o rabo e olhou em volta, irrequieto, à procura de um amigo humano. Dispunha-se a
ficar ao lado dele, fosse quem fosse: iria consolá-lo das aflições que viesse a sentir, compartilharia com ele as pequenas alegrias,
enfrentaria com ele as chateações deste mundo.
(Alarico Valado, a editar)
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Questão presente nas seguintes provas
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Uma escolha para viver
Li em algum lugar uma fábula interessante. Sem ser literal, preservo o sentido que me ficou dela.
Na Criação do mundo, um dos intendentes do Céu foi encarregado de definir o tempo de vida que cada espécie deveria ter.
Disse o intendente para a Tartaruga: - Você se dá bem com essa couraça, com essa neutralidade, com essa indiferença aos
homens... Vai durar muitos e muitos anos.
Diante do Papagaio, sentenciou: – Essa ideia de plagiar os humanos, imitando-os e gozando-os, divertindo-os e divertindo-se,
faz de você um malandrão... Bem merece uma vida longa.
E assim foi seguindo o intendente, dotando as criaturas da longevidade que lhe parecia justa, a partir do critério adotado.
Chegou a vez do Cachorro. O intendente, surpreso, olhou bem nos olhos dele, avaliou seu temperamento, reconheceu suas
intenções e não teve dúvida:
- Quer dizer que você já decidiu ser amigo incondicional dos homens? Permanecerá como companheiro fiel até dos que pouсo
venham a se importar com você? E seguirá os andarilhos nas estradas, se estreitará com os miseráveis nos cantos e nos becos, irá
morar com os viciados sob as pontes? Pois então vou te aquinhoar com uns poucos anos: que tua virtude valha teu sacrifício.
Assim sentenciado, o Cachorro abanou o rabo e olhou em volta, irrequieto, à procura de um amigo humano. Dispunha-se a
ficar ao lado dele, fosse quem fosse: iria consolá-lo das aflições que viesse a sentir, compartilharia com ele as pequenas alegrias,
enfrentaria com ele as chateações deste mundo.
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Ter atenção, poder analisar
No latim, a palavra auditor indica "o que ouve", sobretudo aquele que ouve com atenção, derivada do verbo audio, que é estar
com os ouvidos atentos. Numa acepção mais técnica, auditor indicava o responsável por ouvir e analisar os atos de um
administrador, quando este expunha oralmente as atividades por que fosse responsável. Depois, o termo se estendeu para quem
julga a documentação escrita de atividades financeiras, escolhas administrativas, relatórios, prestação de contas etc.
Também se chama audição o momento em que alguém, desejando atuar numa peça teatral, num filme, num evento artístico,
numa gravação, submete-se à comprovação de um talento específico desejável. Também aqui o auditor (produtor, diretor, responsável pelo futuro espetáculo) é aquele que olhará e ouvirá com atenção o desempenho do ou da postulante. Permanece a tarefa final de
um veredito, com a responsabilidade implícita de uma avaliação criteriosa.
O verbo audio, no dicionário latino, está muito perto do verbo audeo, que significa ousar, ter a audácia de aventurar-se. A
proximidade das palavras é caprichosa, mas também pode ser insinuante e provocadora. Neste caso de audio / audeo parece estar
de algum modo presente uma advertência singela: a quem se empenha em julgar o que ouve ou vê, cabe ouvir e ver muito bem, de
modo aplicado.
Ainda para ficarmos no latim, podemos lembrar a conhecida expressão “sapere aude", que significa “ouse saber”, isto é, “ouse
pensar por si mesmo" (Kant). Que aproveitemos, pois, a lição de ousadia do saber conhecer e do saber ouvir para bem analisar
pessoas e fatos. As palavras podem ser sugestivas e inspiradoras em seus mais casuais entrelaçamentos.
(Alcebíades Villares, a editar)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Ter atenção, poder analisar
No latim, a palavra auditor indica "o que ouve", sobretudo aquele que ouve com atenção, derivada do verbo audio, que é estar
com os ouvidos atentos. Numa acepção mais técnica, auditor indicava o responsável por ouvir e analisar os atos de um
administrador, quando este expunha oralmente as atividades por que fosse responsável. Depois, o termo se estendeu para quem
julga a documentação escrita de atividades financeiras, escolhas administrativas, relatórios, prestação de contas etc.
Também se chama audição o momento em que alguém, desejando atuar numa peça teatral, num filme, num evento artístico,
numa gravação, submete-se à comprovação de um talento específico desejável. Também aqui o auditor (produtor, diretor, responsável pelo futuro espetáculo) é aquele que olhará e ouvirá com atenção o desempenho do ou da postulante. Permanece a tarefa final de
um veredito, com a responsabilidade implícita de uma avaliação criteriosa.
O verbo audio, no dicionário latino, está muito perto do verbo audeo, que significa ousar, ter a audácia de aventurar-se. A
proximidade das palavras é caprichosa, mas também pode ser insinuante e provocadora. Neste caso de audio / audeo parece estar
de algum modo presente uma advertência singela: a quem se empenha em julgar o que ouve ou vê, cabe ouvir e ver muito bem, de
modo aplicado.
Ainda para ficarmos no latim, podemos lembrar a conhecida expressão “sapere aude", que significa “ouse saber”, isto é, “ouse
pensar por si mesmo" (Kant). Que aproveitemos, pois, a lição de ousadia do saber conhecer e do saber ouvir para bem analisar
pessoas e fatos. As palavras podem ser sugestivas e inspiradoras em seus mais casuais entrelaçamentos.
(Alcebíades Villares, a editar)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Ter atenção, poder analisar
No latim, a palavra auditor indica "o que ouve", sobretudo aquele que ouve com atenção, derivada do verbo audio, que é estar
com os ouvidos atentos. Numa acepção mais técnica, auditor indicava o responsável por ouvir e analisar os atos de um
administrador, quando este expunha oralmente as atividades por que fosse responsável. Depois, o termo se estendeu para quem
julga a documentação escrita de atividades financeiras, escolhas administrativas, relatórios, prestação de contas etc.
Também se chama audição o momento em que alguém, desejando atuar numa peça teatral, num filme, num evento artístico,
numa gravação, submete-se à comprovação de um talento específico desejável. Também aqui o auditor (produtor, diretor, responsável pelo futuro espetáculo) é aquele que olhará e ouvirá com atenção o desempenho do ou da postulante. Permanece a tarefa final de
um veredito, com a responsabilidade implícita de uma avaliação criteriosa.
O verbo audio, no dicionário latino, está muito perto do verbo audeo, que significa ousar, ter a audácia de aventurar-se. A
proximidade das palavras é caprichosa, mas também pode ser insinuante e provocadora. Neste caso de audio / audeo parece estar
de algum modo presente uma advertência singela: a quem se empenha em julgar o que ouve ou vê, cabe ouvir e ver muito bem, de
modo aplicado.
Ainda para ficarmos no latim, podemos lembrar a conhecida expressão “sapere aude", que significa “ouse saber”, isto é, “ouse
pensar por si mesmo" (Kant). Que aproveitemos, pois, a lição de ousadia do saber conhecer e do saber ouvir para bem analisar
pessoas e fatos. As palavras podem ser sugestivas e inspiradoras em seus mais casuais entrelaçamentos.
(Alcebíades Villares, a editar)
A frase acima permanecerá correta e terá seu sentido básico preservado caso se substituam os elementos sublinhados, ordem dada, por:
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