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Foram encontradas 349.334 questões.

4034944 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Analise as afirmativas sobre análise sintática e regência.

I. Verbos transitivos diretos dispensam preposição com objeto, mas podem surgir em passivas com agente introduzido por preposição.
II. Regência nominal aparece em nomes que pedem complementos, como “orgulho de” e “respeito a”, ligados a determinados sentidos.
III. Verbos que admitem mais de um complemento variam preposição, mas preservam campos semânticos próximos em cada padrão.
IV. Estudo de regência deve ignorar usos consagrados na norma culta, concentrando-se só em registros espontâneos.
V. Observação de regência auxilia leitura de textos, já que mudanças discretas em preposições alteram nuances de sentido.



Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
 

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4034943 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Um professor discute com a turma a diferença entre gramática normativa, gramática descritiva e gramática internalizada. A explicação CORRETA sobre o assunto está na opção
 

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4034942 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Em trecho de crônica, o autor escreve: “De repente, a rua inteira ficou num silêncio que cortava o ar”. O professor propõe análise de figura de linguagem. Marque a afirmação que apresenta uma interpretação CORRETA.
 

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4034941 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
analise as afirmativas sobre funções da linguagem.

I. Anúncio que destaca vantagens de um produto e usa recursos expressivos combina função conativa com função poética.
II. Bilhete que informa horário e local de reunião privilegia função referencial, ainda que traga marcas de proximidade entre interlocutores.
III. Poema que explora ritmo, som e disposição gráfica valoriza função poética, mesmo quando trata de situações cotidianas.
IV. Discurso de formatura centrado em características de quem fala, liga-se principalmente à função fática.
V. Texto que descreve passo a passo um procedimento técnico enfatiza função metalinguística, porque fala de maneira direta sobre linguagem.


Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
 

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4034940 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Em análise de um texto de opinião, a turma percebe que os parágrafos conectam-se por expressões como “por outro lado”, “além disso” e “desse modo”. O professor retoma o tema da coesão. Assinale a alternativa que apresenta uma leitura CORRETA.
 

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4034939 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Um professor trabalha com uma tirinha em que uma personagem menciona versos de Camões e, em seguida, comenta um filme recente que retoma a mesma ideia. Assinale a afirmativa que apresenta uma leitura CORRETA das relações intertextuais presentes.
 

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4034938 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Em um texto argumentativo, o autor escreve: “Mesmo depois da promessa de diálogo, surgiram novas medidas restritivas”. O professor usa a frase para discutir pressuposto e informação implícita. Assinale a afirmativa que indica uma leitura CORRETA desse exemplo.
 

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4034754 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Direito à educação: o que significa, na prática, garantir vaga para todos?
      Quando se fala em direito à educação, é comum imaginar uma sala de aula com carteiras alinhadas, um quadro na frente e um professor disposto a ensinar. Em muitos discursos oficiais, “garantir o direito” aparece resumido a uma frase: “há vaga para todas as crianças em idade escolar”. Mas basta olhar com um pouco mais de cuidado para perceber que, entre ter vaga na escola e, de fato, aprender, existe um longo caminho.
        Garantir vaga é o ponto de partida, não a linha de chegada. No papel, o município pode afirmar que todas as crianças estão matriculadas. Na prática, porém, é preciso perguntar: todas conseguem chegar à escola todos os dias? Em áreas rurais, o transporte escolar pode significar caminhões adaptados, estradas de terra e trajetos longos. Nas periferias urbanas, o problema pode ser a distância a pé, a insegurança no caminho, o custo do ônibus. A vaga existe, mas o acesso até ela nem sempre é simples.
        Outra dimensão é a permanência. Uma criança que chega à escola, mas sente fome, pode até ocupar uma carteira, mas dificilmente conseguirá se concentrar. A merenda escolar, muitas vezes vista apenas como um detalhe administrativo, é, na vida real, o que mantém alguns estudantes de pé. Há também quem precise trabalhar para ajudar em casa; nesse caso, conciliar estudos e jornada de trabalho transforma o direito à educação em um malabarismo diário.
      Quando se fala em “vaga para todos”, é preciso incluir aqueles que historicamente foram deixados de fora: estudantes com deficiência, pessoas que moram em áreas de difícil acesso, jovens e adultos que não concluíram o ensino básico na idade “esperada”. Não basta abrir uma sala e colocar todos juntos. É necessário pensar em acessibilidade, adaptações curriculares, materiais diferenciados, profissionais de apoio, horários flexíveis. A igualdade de direito não significa tratar todos da mesma forma, e sim garantir que cada um tenha condições reais de aprender.
       A qualidade do ensino é outra peça indispensável. Um prédio com infiltrações, banheiros quebrados, biblioteca trancada e aulas constantemente interrompidas não cumpre o que o direito à educação promete. Professores sem formação adequada, turmas superlotadas e falta de materiais didáticos também transformam a vaga em uma promessa pela metade. A presença física na escola é importante, mas não adianta sentar-se na carteira e sair de lá sem compreender o que foi ensinado.
         Por fim, garantir vaga significa ouvir quem ocupa essas vagas. Estudantes que não se sentem respeitados, que sofrem preconceito, que não se reconhecem nos conteúdos trabalhados podem até estar oficialmente “dentro” da escola, mas, subjetivamente, continuam do lado de fora. Uma escola que não escuta suas vozes corre o risco de ser apenas um prédio com gente dentro, e não um espaço de formação.
       Direito à educação, portanto, não se esgota na matrícula ou na lista de chamada preenchida. Significa assegurar acesso, permanência e aprendizagem em condições dignas, para pessoas diferentes, em realidades variadas. Entre o discurso bonito dos documentos e o cotidiano nem sempre bonito das salas de aula, há um trabalho silencioso e contínuo que define se a vaga é um número em uma planilha ou uma oportunidade real de transformar vidas.
Fonte: BANCA EXAMINADORA
Na frase “Garantir vaga é o ponto de partida, não a linha de chegada”, o segmento “Garantir vaga” desempenha função de
 

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4034753 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Direito à educação: o que significa, na prática, garantir vaga para todos?
      Quando se fala em direito à educação, é comum imaginar uma sala de aula com carteiras alinhadas, um quadro na frente e um professor disposto a ensinar. Em muitos discursos oficiais, “garantir o direito” aparece resumido a uma frase: “há vaga para todas as crianças em idade escolar”. Mas basta olhar com um pouco mais de cuidado para perceber que, entre ter vaga na escola e, de fato, aprender, existe um longo caminho.
        Garantir vaga é o ponto de partida, não a linha de chegada. No papel, o município pode afirmar que todas as crianças estão matriculadas. Na prática, porém, é preciso perguntar: todas conseguem chegar à escola todos os dias? Em áreas rurais, o transporte escolar pode significar caminhões adaptados, estradas de terra e trajetos longos. Nas periferias urbanas, o problema pode ser a distância a pé, a insegurança no caminho, o custo do ônibus. A vaga existe, mas o acesso até ela nem sempre é simples.
        Outra dimensão é a permanência. Uma criança que chega à escola, mas sente fome, pode até ocupar uma carteira, mas dificilmente conseguirá se concentrar. A merenda escolar, muitas vezes vista apenas como um detalhe administrativo, é, na vida real, o que mantém alguns estudantes de pé. Há também quem precise trabalhar para ajudar em casa; nesse caso, conciliar estudos e jornada de trabalho transforma o direito à educação em um malabarismo diário.
      Quando se fala em “vaga para todos”, é preciso incluir aqueles que historicamente foram deixados de fora: estudantes com deficiência, pessoas que moram em áreas de difícil acesso, jovens e adultos que não concluíram o ensino básico na idade “esperada”. Não basta abrir uma sala e colocar todos juntos. É necessário pensar em acessibilidade, adaptações curriculares, materiais diferenciados, profissionais de apoio, horários flexíveis. A igualdade de direito não significa tratar todos da mesma forma, e sim garantir que cada um tenha condições reais de aprender.
       A qualidade do ensino é outra peça indispensável. Um prédio com infiltrações, banheiros quebrados, biblioteca trancada e aulas constantemente interrompidas não cumpre o que o direito à educação promete. Professores sem formação adequada, turmas superlotadas e falta de materiais didáticos também transformam a vaga em uma promessa pela metade. A presença física na escola é importante, mas não adianta sentar-se na carteira e sair de lá sem compreender o que foi ensinado.
         Por fim, garantir vaga significa ouvir quem ocupa essas vagas. Estudantes que não se sentem respeitados, que sofrem preconceito, que não se reconhecem nos conteúdos trabalhados podem até estar oficialmente “dentro” da escola, mas, subjetivamente, continuam do lado de fora. Uma escola que não escuta suas vozes corre o risco de ser apenas um prédio com gente dentro, e não um espaço de formação.
       Direito à educação, portanto, não se esgota na matrícula ou na lista de chamada preenchida. Significa assegurar acesso, permanência e aprendizagem em condições dignas, para pessoas diferentes, em realidades variadas. Entre o discurso bonito dos documentos e o cotidiano nem sempre bonito das salas de aula, há um trabalho silencioso e contínuo que define se a vaga é um número em uma planilha ou uma oportunidade real de transformar vidas.
Fonte: BANCA EXAMINADORA
Assinale a afirmação em que a concordância verbal e nominal está de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
 

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4034752 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Direito à educação: o que significa, na prática, garantir vaga para todos?
      Quando se fala em direito à educação, é comum imaginar uma sala de aula com carteiras alinhadas, um quadro na frente e um professor disposto a ensinar. Em muitos discursos oficiais, “garantir o direito” aparece resumido a uma frase: “há vaga para todas as crianças em idade escolar”. Mas basta olhar com um pouco mais de cuidado para perceber que, entre ter vaga na escola e, de fato, aprender, existe um longo caminho.
        Garantir vaga é o ponto de partida, não a linha de chegada. No papel, o município pode afirmar que todas as crianças estão matriculadas. Na prática, porém, é preciso perguntar: todas conseguem chegar à escola todos os dias? Em áreas rurais, o transporte escolar pode significar caminhões adaptados, estradas de terra e trajetos longos. Nas periferias urbanas, o problema pode ser a distância a pé, a insegurança no caminho, o custo do ônibus. A vaga existe, mas o acesso até ela nem sempre é simples.
        Outra dimensão é a permanência. Uma criança que chega à escola, mas sente fome, pode até ocupar uma carteira, mas dificilmente conseguirá se concentrar. A merenda escolar, muitas vezes vista apenas como um detalhe administrativo, é, na vida real, o que mantém alguns estudantes de pé. Há também quem precise trabalhar para ajudar em casa; nesse caso, conciliar estudos e jornada de trabalho transforma o direito à educação em um malabarismo diário.
      Quando se fala em “vaga para todos”, é preciso incluir aqueles que historicamente foram deixados de fora: estudantes com deficiência, pessoas que moram em áreas de difícil acesso, jovens e adultos que não concluíram o ensino básico na idade “esperada”. Não basta abrir uma sala e colocar todos juntos. É necessário pensar em acessibilidade, adaptações curriculares, materiais diferenciados, profissionais de apoio, horários flexíveis. A igualdade de direito não significa tratar todos da mesma forma, e sim garantir que cada um tenha condições reais de aprender.
       A qualidade do ensino é outra peça indispensável. Um prédio com infiltrações, banheiros quebrados, biblioteca trancada e aulas constantemente interrompidas não cumpre o que o direito à educação promete. Professores sem formação adequada, turmas superlotadas e falta de materiais didáticos também transformam a vaga em uma promessa pela metade. A presença física na escola é importante, mas não adianta sentar-se na carteira e sair de lá sem compreender o que foi ensinado.
         Por fim, garantir vaga significa ouvir quem ocupa essas vagas. Estudantes que não se sentem respeitados, que sofrem preconceito, que não se reconhecem nos conteúdos trabalhados podem até estar oficialmente “dentro” da escola, mas, subjetivamente, continuam do lado de fora. Uma escola que não escuta suas vozes corre o risco de ser apenas um prédio com gente dentro, e não um espaço de formação.
       Direito à educação, portanto, não se esgota na matrícula ou na lista de chamada preenchida. Significa assegurar acesso, permanência e aprendizagem em condições dignas, para pessoas diferentes, em realidades variadas. Entre o discurso bonito dos documentos e o cotidiano nem sempre bonito das salas de aula, há um trabalho silencioso e contínuo que define se a vaga é um número em uma planilha ou uma oportunidade real de transformar vidas.
Fonte: BANCA EXAMINADORA
A palavra “insegurança”, que aparece associada às periferias urbanas, é formada a partir de
 

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