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O estado do Piauí apresentou avanços expressivos no combate à
criminalidade em 2024, de acordo com o Mapa da Segurança
Pública, divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública
(MJSP) e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).
O levantamento, que reúne dados das Unidades da Federação
sobre criminalidade e atuação das forças de segurança, mostra
que o estado superou diversas médias nacionais em indicadoreschave.
Entre os destaques está a redução de 10,02% nos homicídios
dolosos, índice superior à média nacional, que ficou em 6,33%.
Houve também queda de 23,08% nos casos de lesão corporal
seguida de morte, enquanto o país registrou um aumento de
22,93% nesse tipo de crime.
Nos casos de latrocínio — roubo seguido de morte —, o estado
registrou uma redução de 9,52%, desempenho mais expressivo do
que o observado no restante do país, onde a queda foi de apenas
1,65%. Também foram registrados avanços em crimes contra o
patrimônio. Os roubos de veículos caíram 21,76%, e os furtos de
veículos recuaram 11,01%. Considerando a geografia desse tipo de
crime em âmbito nacional, as quedas foram de 6,10% e 2,64%,
respectivamente.
O Piauí também obteve destaque no enfrentamento a práticas
criminosas do crime organizado. As apreensões de maconha
cresceram 561,34% — o maior aumento do Nordeste — e os casos
de investigação de tráfico de drogas subiram 10,20%. Outro dado
relevante aponta que o estado está entre os que apresentam as
menores taxas de desaparecimento do Brasil, com um crescimento
de 25,71% no número de pessoas localizadas.
Na área da justiça criminal, o número de prisões por mandado
judicial aumentou 19,04%. Já as mortes a esclarecer sem indícios
de crime tiveram uma queda expressiva de 75%, em contraste com
o aumento de 10,46% registrado no cenário nacional.
https://pensarpiaui.com/noticias/piaui-lidera-avancos-em-seguranca-publica-esupera-a-media-nacional/44485 - adaptado.
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O estado do Piauí apresentou avanços expressivos no combate à
criminalidade em 2024, de acordo com o Mapa da Segurança
Pública, divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública
(MJSP) e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).
O levantamento, que reúne dados das Unidades da Federação
sobre criminalidade e atuação das forças de segurança, mostra
que o estado superou diversas médias nacionais em indicadoreschave.
Entre os destaques está a redução de 10,02% nos homicídios
dolosos, índice superior à média nacional, que ficou em 6,33%.
Houve também queda de 23,08% nos casos de lesão corporal
seguida de morte, enquanto o país registrou um aumento de
22,93% nesse tipo de crime.
Nos casos de latrocínio — roubo seguido de morte —, o estado
registrou uma redução de 9,52%, desempenho mais expressivo do
que o observado no restante do país, onde a queda foi de apenas
1,65%. Também foram registrados avanços em crimes contra o
patrimônio. Os roubos de veículos caíram 21,76%, e os furtos de
veículos recuaram 11,01%. Considerando a geografia desse tipo de
crime em âmbito nacional, as quedas foram de 6,10% e 2,64%,
respectivamente.
O Piauí também obteve destaque no enfrentamento a práticas
criminosas do crime organizado. As apreensões de maconha
cresceram 561,34% — o maior aumento do Nordeste — e os casos
de investigação de tráfico de drogas subiram 10,20%. Outro dado
relevante aponta que o estado está entre os que apresentam as
menores taxas de desaparecimento do Brasil, com um crescimento
de 25,71% no número de pessoas localizadas.
Na área da justiça criminal, o número de prisões por mandado
judicial aumentou 19,04%. Já as mortes a esclarecer sem indícios
de crime tiveram uma queda expressiva de 75%, em contraste com
o aumento de 10,46% registrado no cenário nacional.
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criminalidade em 2024, de acordo com o Mapa da Segurança
Pública, divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública
(MJSP) e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).
O levantamento, que reúne dados das Unidades da Federação
sobre criminalidade e atuação das forças de segurança, mostra
que o estado superou diversas médias nacionais em indicadoreschave.
Entre os destaques está a redução de 10,02% nos homicídios
dolosos, índice superior à média nacional, que ficou em 6,33%.
Houve também queda de 23,08% nos casos de lesão corporal
seguida de morte, enquanto o país registrou um aumento de
22,93% nesse tipo de crime.
Nos casos de latrocínio — roubo seguido de morte —, o estado
registrou uma redução de 9,52%, desempenho mais expressivo do
que o observado no restante do país, onde a queda foi de apenas
1,65%. Também foram registrados avanços em crimes contra o
patrimônio. Os roubos de veículos caíram 21,76%, e os furtos de
veículos recuaram 11,01%. Considerando a geografia desse tipo de
crime em âmbito nacional, as quedas foram de 6,10% e 2,64%,
respectivamente.
O Piauí também obteve destaque no enfrentamento a práticas
criminosas do crime organizado. As apreensões de maconha
cresceram 561,34% — o maior aumento do Nordeste — e os casos
de investigação de tráfico de drogas subiram 10,20%. Outro dado
relevante aponta que o estado está entre os que apresentam as
menores taxas de desaparecimento do Brasil, com um crescimento
de 25,71% no número de pessoas localizadas.
Na área da justiça criminal, o número de prisões por mandado
judicial aumentou 19,04%. Já as mortes a esclarecer sem indícios
de crime tiveram uma queda expressiva de 75%, em contraste com
o aumento de 10,46% registrado no cenário nacional.
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A questão prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a
seguir:
Quase 90% das mulheres mortas por feminicídio no Piauí entre
janeiro de 2022 e abril de 2025 não denunciaram os agressores à
polícia, segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública
do estado (SSP-PI) divulgado nesta segunda-feira (8).
Os dados fazem parte da Biografia da Vítima de Feminicídio,
produzida pela Gerência de Análise Criminal Estatística (Gace), e
mostram que 87,85% das vítimas não haviam registrado boletim
de ocorrência contra os agressores.
A SSP alerta que o feminicídio costuma ser precedido por
diferentes formas de violência. “O ciclo começa com xingamentos,
ciúmes excessivos, piadas ofensivas, ameaças, controle, assédio
sexual, chantagem, mentiras, ofensas e humilhações públicas”,
informou o órgão. “Em seguida, o agressor passa a cometer
agressões físicas, como beliscões, arranhões, empurrões e chutes,
além de destruir objetos da vítima. No estágio mais grave, há
confinamento, lesões corporais, ameaças com armas, abuso
sexual, espancamento e ameaça de morte. Por fim, ocorre o
feminicídio”, detalhou.
A SSP, a Defensoria Pública, o Tribunal de Justiça e a Secretaria das
Mulheres do Piauí lançaram a cartilha “Você denuncia, o estado
acolhe”. O material reúne informações simples e diretas sobre
como denunciar casos de violência, os direitos das vítimas e os
serviços disponíveis.
A cartilha está disponível online, no site da SSP e nas redes sociais
do órgão, por meio de QRCode. O objetivo é facilitar o acesso às
informações, incentivar denúncias e reforçar o apoio às vítimas.
https://g1.globo.com
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seguir:
Quase 90% das mulheres mortas por feminicídio no Piauí entre
janeiro de 2022 e abril de 2025 não denunciaram os agressores à
polícia, segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública
do estado (SSP-PI) divulgado nesta segunda-feira (8).
Os dados fazem parte da Biografia da Vítima de Feminicídio,
produzida pela Gerência de Análise Criminal Estatística (Gace), e
mostram que 87,85% das vítimas não haviam registrado boletim
de ocorrência contra os agressores.
A SSP alerta que o feminicídio costuma ser precedido por
diferentes formas de violência. “O ciclo começa com xingamentos,
ciúmes excessivos, piadas ofensivas, ameaças, controle, assédio
sexual, chantagem, mentiras, ofensas e humilhações públicas”,
informou o órgão. “Em seguida, o agressor passa a cometer
agressões físicas, como beliscões, arranhões, empurrões e chutes,
além de destruir objetos da vítima. No estágio mais grave, há
confinamento, lesões corporais, ameaças com armas, abuso
sexual, espancamento e ameaça de morte. Por fim, ocorre o
feminicídio”, detalhou.
A SSP, a Defensoria Pública, o Tribunal de Justiça e a Secretaria das
Mulheres do Piauí lançaram a cartilha “Você denuncia, o estado
acolhe”. O material reúne informações simples e diretas sobre
como denunciar casos de violência, os direitos das vítimas e os
serviços disponíveis.
A cartilha está disponível online, no site da SSP e nas redes sociais
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Quase 90% das mulheres mortas por feminicídio no Piauí entre
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polícia, segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública
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Os dados fazem parte da Biografia da Vítima de Feminicídio,
produzida pela Gerência de Análise Criminal Estatística (Gace), e
mostram que 87,85% das vítimas não haviam registrado boletim
de ocorrência contra os agressores.
A SSP alerta que o feminicídio costuma ser precedido por
diferentes formas de violência. “O ciclo começa com xingamentos,
ciúmes excessivos, piadas ofensivas, ameaças, controle, assédio
sexual, chantagem, mentiras, ofensas e humilhações públicas”,
informou o órgão. “Em seguida, o agressor passa a cometer
agressões físicas, como beliscões, arranhões, empurrões e chutes,
além de destruir objetos da vítima. No estágio mais grave, há
confinamento, lesões corporais, ameaças com armas, abuso
sexual, espancamento e ameaça de morte. Por fim, ocorre o
feminicídio”, detalhou.
A SSP, a Defensoria Pública, o Tribunal de Justiça e a Secretaria das
Mulheres do Piauí lançaram a cartilha “Você denuncia, o estado
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polícia, segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública
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Os dados fazem parte da Biografia da Vítima de Feminicídio,
produzida pela Gerência de Análise Criminal Estatística (Gace), e
mostram que 87,85% das vítimas não haviam registrado boletim
de ocorrência contra os agressores.
A SSP alerta que o feminicídio costuma ser precedido por
diferentes formas de violência. “O ciclo começa com xingamentos,
ciúmes excessivos, piadas ofensivas, ameaças, controle, assédio
sexual, chantagem, mentiras, ofensas e humilhações públicas”,
informou o órgão. “Em seguida, o agressor passa a cometer
agressões físicas, como beliscões, arranhões, empurrões e chutes,
além de destruir objetos da vítima. No estágio mais grave, há
confinamento, lesões corporais, ameaças com armas, abuso
sexual, espancamento e ameaça de morte. Por fim, ocorre o
feminicídio”, detalhou.
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Mulheres do Piauí lançaram a cartilha “Você denuncia, o estado
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produzida pela Gerência de Análise Criminal Estatística (Gace), e
mostram que 87,85% das vítimas não haviam registrado boletim
de ocorrência contra os agressores.
A SSP alerta que o feminicídio costuma ser precedido por
diferentes formas de violência. “O ciclo começa com xingamentos,
ciúmes excessivos, piadas ofensivas, ameaças, controle, assédio
sexual, chantagem, mentiras, ofensas e humilhações públicas”,
informou o órgão. “Em seguida, o agressor passa a cometer
agressões físicas, como beliscões, arranhões, empurrões e chutes,
além de destruir objetos da vítima. No estágio mais grave, há
confinamento, lesões corporais, ameaças com armas, abuso
sexual, espancamento e ameaça de morte. Por fim, ocorre o
feminicídio”, detalhou.
A SSP, a Defensoria Pública, o Tribunal de Justiça e a Secretaria das
Mulheres do Piauí lançaram a cartilha “Você denuncia, o estado
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“Os dados fazem parte da Biografia da Vítima de Feminicídio, produzida pela Gerência de Análise Criminal Estatística (Gace), e mostram que 87,85% das vítimas não haviam registrado boletim de ocorrência contra os agressores”.
I. A vírgula antes do conectivo se justifica por haver sujeitos diferentes na sentença.
II. A dupla marcação de vírgulas ocorre em função do aposto explicativo.
III. As vírgulas marcam uma oração adjetiva explicativa, que pode ser retirada da frase sem prejuízo de sentido.
Está correto o que se afirma em
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polícia, segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública
do estado (SSP-PI) divulgado nesta segunda-feira (8).
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produzida pela Gerência de Análise Criminal Estatística (Gace), e
mostram que 87,85% das vítimas não haviam registrado boletim
de ocorrência contra os agressores.
A SSP alerta que o feminicídio costuma ser precedido por
diferentes formas de violência. “O ciclo começa com xingamentos,
ciúmes excessivos, piadas ofensivas, ameaças, controle, assédio
sexual, chantagem, mentiras, ofensas e humilhações públicas”,
informou o órgão. “Em seguida, o agressor passa a cometer
agressões físicas, como beliscões, arranhões, empurrões e chutes,
além de destruir objetos da vítima. No estágio mais grave, há
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polícia, segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública
do estado (SSP-PI) divulgado nesta segunda-feira (8).
Os dados fazem parte da Biografia da Vítima de Feminicídio,
produzida pela Gerência de Análise Criminal Estatística (Gace), e
mostram que 87,85% das vítimas não haviam registrado boletim
de ocorrência contra os agressores.
A SSP alerta que o feminicídio costuma ser precedido por
diferentes formas de violência. “O ciclo começa com xingamentos,
ciúmes excessivos, piadas ofensivas, ameaças, controle, assédio
sexual, chantagem, mentiras, ofensas e humilhações públicas”,
informou o órgão. “Em seguida, o agressor passa a cometer
agressões físicas, como beliscões, arranhões, empurrões e chutes,
além de destruir objetos da vítima. No estágio mais grave, há
confinamento, lesões corporais, ameaças com armas, abuso
sexual, espancamento e ameaça de morte. Por fim, ocorre o
feminicídio”, detalhou.
A SSP, a Defensoria Pública, o Tribunal de Justiça e a Secretaria das
Mulheres do Piauí lançaram a cartilha “Você denuncia, o estado
acolhe”. O material reúne informações simples e diretas sobre
como denunciar casos de violência, os direitos das vítimas e os
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