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4063812 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego do hífen pelo Acordo Ortográfico vigente.
 

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4063811 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Assinale a alternativa em que todas as palavras foram escritas corretamente.

 

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4063810 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
Complete a frase abaixo:

Eles foram viajar ___________ estavam em férias. Mas o vizinho quis saber ____________ esqueceram a janela aberta. Decidiu esperar e perguntar o ___________ quando eles voltarem.

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
 

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4063809 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
Assinale a alternativa em que todas as palavras são exemplos de paroxítonas.
 

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4063770 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Enunciado 4556436-1

A charge faz menção à proposta de criação de um Código de Conduta para

 

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4063762 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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     “As plantas viam o jardineiro como as plantas veem. Não se sentiam agradecidas. Tratavam o seu regador à semelhança da chuva que caía sobre elas nas noites de Outono. Florescerem não era o seu meio de meterem conversa com o jardineiro, mas uma forma de acentuarem a sua indiferença à declaração de amor que ele cultivava a cada hora.
       Tanto lhes fazia serem cuidadas por um assassino, se eram sujas as mãos que as amparavam ou o que viera antes do amor que ele lhes dedicava.
        Seguiam-no com seu olhar sem julgamento, alheias a que, todas as manhãs, Celestino acordava por elas. Vigiavam os seus passos, pressentiam a sua presença, alegravam-se de o ver, conheciam as suas rotinas. Sem que por um instante lhe sentissem a falta, ou se afligissem com as suas ausências ocasionais.
       Por maiores que fossem os cuidados do jardineiro, às plantas tanto lhes fazia viver ou morrer. Tanto lhes dava que ele se finasse no sono ou voltasse ao quintal todos os dias. Tanto lhes dava que tivesse encontrado nelas uma razão de viver ou as amasse.
     Se lhes faltasse a rega, murchariam. Não seria por mal, não o levavam a mal. Nada esperavam dele.”
Djaimilia Pereira de Almeida, A visão das plantas.
No trecho “Seguiam-no com o olhar”, o termo “-no” contribui para a coesão do texto porque
 

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4063761 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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     “As plantas viam o jardineiro como as plantas veem. Não se sentiam agradecidas. Tratavam o seu regador à semelhança da chuva que caía sobre elas nas noites de Outono. Florescerem não era o seu meio de meterem conversa com o jardineiro, mas uma forma de acentuarem a sua indiferença à declaração de amor que ele cultivava a cada hora.
       Tanto lhes fazia serem cuidadas por um assassino, se eram sujas as mãos que as amparavam ou o que viera antes do amor que ele lhes dedicava.
        Seguiam-no com seu olhar sem julgamento, alheias a que, todas as manhãs, Celestino acordava por elas. Vigiavam os seus passos, pressentiam a sua presença, alegravam-se de o ver, conheciam as suas rotinas. Sem que por um instante lhe sentissem a falta, ou se afligissem com as suas ausências ocasionais.
       Por maiores que fossem os cuidados do jardineiro, às plantas tanto lhes fazia viver ou morrer. Tanto lhes dava que ele se finasse no sono ou voltasse ao quintal todos os dias. Tanto lhes dava que tivesse encontrado nelas uma razão de viver ou as amasse.
     Se lhes faltasse a rega, murchariam. Não seria por mal, não o levavam a mal. Nada esperavam dele.”
Djaimilia Pereira de Almeida, A visão das plantas.
Assinale a alternativa que mantém a ordem lógica dos fatos apresentada no texto.
 

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4063760 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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     “As plantas viam o jardineiro como as plantas veem. Não se sentiam agradecidas. Tratavam o seu regador à semelhança da chuva que caía sobre elas nas noites de Outono. Florescerem não era o seu meio de meterem conversa com o jardineiro, mas uma forma de acentuarem a sua indiferença à declaração de amor que ele cultivava a cada hora.
       Tanto lhes fazia serem cuidadas por um assassino, se eram sujas as mãos que as amparavam ou o que viera antes do amor que ele lhes dedicava.
        Seguiam-no com seu olhar sem julgamento, alheias a que, todas as manhãs, Celestino acordava por elas. Vigiavam os seus passos, pressentiam a sua presença, alegravam-se de o ver, conheciam as suas rotinas. Sem que por um instante lhe sentissem a falta, ou se afligissem com as suas ausências ocasionais.
       Por maiores que fossem os cuidados do jardineiro, às plantas tanto lhes fazia viver ou morrer. Tanto lhes dava que ele se finasse no sono ou voltasse ao quintal todos os dias. Tanto lhes dava que tivesse encontrado nelas uma razão de viver ou as amasse.
     Se lhes faltasse a rega, murchariam. Não seria por mal, não o levavam a mal. Nada esperavam dele.”
Djaimilia Pereira de Almeida, A visão das plantas.
Ao atribuir às plantas ações humanas, como “seguir com o olhar” e “vigiar os passos”, o texto utiliza
 

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4063759 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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     “As plantas viam o jardineiro como as plantas veem. Não se sentiam agradecidas. Tratavam o seu regador à semelhança da chuva que caía sobre elas nas noites de Outono. Florescerem não era o seu meio de meterem conversa com o jardineiro, mas uma forma de acentuarem a sua indiferença à declaração de amor que ele cultivava a cada hora.
       Tanto lhes fazia serem cuidadas por um assassino, se eram sujas as mãos que as amparavam ou o que viera antes do amor que ele lhes dedicava.
        Seguiam-no com seu olhar sem julgamento, alheias a que, todas as manhãs, Celestino acordava por elas. Vigiavam os seus passos, pressentiam a sua presença, alegravam-se de o ver, conheciam as suas rotinas. Sem que por um instante lhe sentissem a falta, ou se afligissem com as suas ausências ocasionais.
       Por maiores que fossem os cuidados do jardineiro, às plantas tanto lhes fazia viver ou morrer. Tanto lhes dava que ele se finasse no sono ou voltasse ao quintal todos os dias. Tanto lhes dava que tivesse encontrado nelas uma razão de viver ou as amasse.
     Se lhes faltasse a rega, murchariam. Não seria por mal, não o levavam a mal. Nada esperavam dele.”
Djaimilia Pereira de Almeida, A visão das plantas.
No trecho “Nada esperavam dele”, a frase mostra que as plantas
 

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4063758 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Enunciado 4556424-1

Na frase “ É mais uma vítima da própria ignorância...”, a palavra “ignorância” pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por
 

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