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3977136 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. São Domingos-SC
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro
        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.
         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.
         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
A acentuação gráfica das palavras na língua portuguesa segue regras específicas, sendo, por exemplo, todas as proparoxítonas obrigatoriamente acentuadas. Considerando as palavras apresentadas a seguir, assinale a alternativa correta quanto à identificação da palavra acentuada por ser proparoxítona.
 

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3977135 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. São Domingos-SC
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro
        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.
         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.
         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No período “Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro”, o termo quando introduz uma oração que desempenha função de:
 

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3977134 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. São Domingos-SC
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro
        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.
         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.
         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No trecho “No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real”, o conectivo pois expressa relação de
 

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3977133 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. São Domingos-SC
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro
        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.
         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.
         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
O autor argumenta que o hábito de julgar as escolhas alheias contrasta com o exercício do autoconhecimento. Sobre essa relação, analise as assertivas:

I. O julgamento rápido funciona como fuga emocional, pois evita o esforço de examinar aspectos internos que podem ser desconfortáveis.
II. O processo de autoconhecimento leva o indivíduo a reconhecer suas próprias fragilidades, diminuindo a rigidez com que observa o outro.
III. O texto afirma que abandonar o julgamento significa aceitar atitudes injustas dos outros sem reflexão crítica.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
 

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3977132 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. São Domingos-SC
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro
        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.
         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.
         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
O texto desenvolve uma reflexão sobre o processo de autoconhecimento, contrapondo-o ao impulso de julgar a vida alheia. Considerando o eixo central da argumentação, assinale a alternativa correta.
 

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3977111 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. São Domingos-SC
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Expectativa de vida dos brasileiros chega a 76,6 anos, aponta IBGE

A expectativa de vida da população brasileira atingiu 76,6 anos em 2024, conforme as Tábuas de Mortalidade divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (28). O resultado representa um crescimento de 2,5 meses em relação ao ano de 2023.

O aumento da longevidade no país ocorre após o indicador ter recuado em 2021, impactado pela pandemia de Coronavírus.

O crescimento da expectativa de vida em 2024 manteve a tendência de recuperação observada desde 2022, após a queda para 72,8 anos registrada em 2021, período de maior impacto da Covid-19.

Para a população masculina, a expectativa de vida subiu de 73,1 anos em 2023 para 73,3 anos em 2024, um aumento de 2,5 meses. Para as mulheres, o ganho foi de 2,0 meses, passando de 79,7 para 79,9 anos. Em 2024, o diferencial entre os sexos foi de 6,6 anos.

A longevidade da população brasileira aumentou 31,1 anos no período entre 1940 e 2024, visto que em 1940 a média era de 45,5 anos.

A redução da mortalidade infantil é um dos fatores que contribui para o aumento da expectativa de vida ao longo dos anos.

Em 2024, a taxa de mortalidade infantil, que compreende crianças com menos de um ano, foi de 12,3 para cada mil nascidos vivos no Brasil.

Este indicador se reduziu significativamente desde 1940, quando 146,6 crianças, a cada mil nascidos vivos, não completavam o primeiro ano de vida.

A queda da mortalidade de crianças está associada, entre outros fatores, a campanhas de vacinação em massa, atenção ao pré-natal, aleitamento materno, e programas de nutrição infantil, além do aumento da renda e da escolaridade, e da melhora do acesso a serviços de saneamento adequado.

Para os brasileiros que chegam aos 60 anos a expectativa de vida também cresceu. Em 2024, um indivíduo que atinge esta idade viveria, em média, mais 22,6 anos.

Esse aumento histórico, desde 1940, foi de 9,3 anos para este grupo etário. Para quem chega aos 80 anos em 2024, a expectativa é de mais 9,5 anos para as mulheres e mais 8,3 anos para os homens.

As Tábuas de Mortalidade 2024 são utilizadas pelo Governo Federal como um dos parâmetros para determinar o chamado fator previdenciário, que integra o cálculo dos valores das aposentadorias sob o Regime Geral de Previdência Social.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil/expectativa-de-vida

dos-brasileiros-chega-a-766-anos-aponta-ibge/ (adaptado).

Considerando a relação entre letras, fonemas e a presença (ou não) de dígrafos, analise as palavras “saneamento” e “adequado”, e assinale a alternativa correta quanto ao número de fonemas e à existência de dígrafos em cada uma delas.
 

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3977110 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. São Domingos-SC
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Expectativa de vida dos brasileiros chega a 76,6 anos, aponta IBGE

A expectativa de vida da população brasileira atingiu 76,6 anos em 2024, conforme as Tábuas de Mortalidade divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (28). O resultado representa um crescimento de 2,5 meses em relação ao ano de 2023.

O aumento da longevidade no país ocorre após o indicador ter recuado em 2021, impactado pela pandemia de Coronavírus.

O crescimento da expectativa de vida em 2024 manteve a tendência de recuperação observada desde 2022, após a queda para 72,8 anos registrada em 2021, período de maior impacto da Covid-19.

Para a população masculina, a expectativa de vida subiu de 73,1 anos em 2023 para 73,3 anos em 2024, um aumento de 2,5 meses. Para as mulheres, o ganho foi de 2,0 meses, passando de 79,7 para 79,9 anos. Em 2024, o diferencial entre os sexos foi de 6,6 anos.

A longevidade da população brasileira aumentou 31,1 anos no período entre 1940 e 2024, visto que em 1940 a média era de 45,5 anos.

A redução da mortalidade infantil é um dos fatores que contribui para o aumento da expectativa de vida ao longo dos anos.

Em 2024, a taxa de mortalidade infantil, que compreende crianças com menos de um ano, foi de 12,3 para cada mil nascidos vivos no Brasil.

Este indicador se reduziu significativamente desde 1940, quando 146,6 crianças, a cada mil nascidos vivos, não completavam o primeiro ano de vida.

A queda da mortalidade de crianças está associada, entre outros fatores, a campanhas de vacinação em massa, atenção ao pré-natal, aleitamento materno, e programas de nutrição infantil, além do aumento da renda e da escolaridade, e da melhora do acesso a serviços de saneamento adequado.

Para os brasileiros que chegam aos 60 anos a expectativa de vida também cresceu. Em 2024, um indivíduo que atinge esta idade viveria, em média, mais 22,6 anos.

Esse aumento histórico, desde 1940, foi de 9,3 anos para este grupo etário. Para quem chega aos 80 anos em 2024, a expectativa é de mais 9,5 anos para as mulheres e mais 8,3 anos para os homens.

As Tábuas de Mortalidade 2024 são utilizadas pelo Governo Federal como um dos parâmetros para determinar o chamado fator previdenciário, que integra o cálculo dos valores das aposentadorias sob o Regime Geral de Previdência Social.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil/expectativa-de-vida

dos-brasileiros-chega-a-766-anos-aponta-ibge/ (adaptado).

No trecho “As Tábuas de Mortalidade 2024 são utilizadas pelo Governo Federal”, o termo “As Tábuas de Mortalidade 2024” exerce a função de núcleo do sujeito e está claramente expresso na oração. Assim, o tipo de sujeito é:
 

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3977109 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. São Domingos-SC
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Expectativa de vida dos brasileiros chega a 76,6 anos, aponta IBGE

A expectativa de vida da população brasileira atingiu 76,6 anos em 2024, conforme as Tábuas de Mortalidade divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (28). O resultado representa um crescimento de 2,5 meses em relação ao ano de 2023.

O aumento da longevidade no país ocorre após o indicador ter recuado em 2021, impactado pela pandemia de Coronavírus.

O crescimento da expectativa de vida em 2024 manteve a tendência de recuperação observada desde 2022, após a queda para 72,8 anos registrada em 2021, período de maior impacto da Covid-19.

Para a população masculina, a expectativa de vida subiu de 73,1 anos em 2023 para 73,3 anos em 2024, um aumento de 2,5 meses. Para as mulheres, o ganho foi de 2,0 meses, passando de 79,7 para 79,9 anos. Em 2024, o diferencial entre os sexos foi de 6,6 anos.

A longevidade da população brasileira aumentou 31,1 anos no período entre 1940 e 2024, visto que em 1940 a média era de 45,5 anos.

A redução da mortalidade infantil é um dos fatores que contribui para o aumento da expectativa de vida ao longo dos anos.

Em 2024, a taxa de mortalidade infantil, que compreende crianças com menos de um ano, foi de 12,3 para cada mil nascidos vivos no Brasil.

Este indicador se reduziu significativamente desde 1940, quando 146,6 crianças, a cada mil nascidos vivos, não completavam o primeiro ano de vida.

A queda da mortalidade de crianças está associada, entre outros fatores, a campanhas de vacinação em massa, atenção ao pré-natal, aleitamento materno, e programas de nutrição infantil, além do aumento da renda e da escolaridade, e da melhora do acesso a serviços de saneamento adequado.

Para os brasileiros que chegam aos 60 anos a expectativa de vida também cresceu. Em 2024, um indivíduo que atinge esta idade viveria, em média, mais 22,6 anos.

Esse aumento histórico, desde 1940, foi de 9,3 anos para este grupo etário. Para quem chega aos 80 anos em 2024, a expectativa é de mais 9,5 anos para as mulheres e mais 8,3 anos para os homens.

As Tábuas de Mortalidade 2024 são utilizadas pelo Governo Federal como um dos parâmetros para determinar o chamado fator previdenciário, que integra o cálculo dos valores das aposentadorias sob o Regime Geral de Previdência Social.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil/expectativa-de-vida

dos-brasileiros-chega-a-766-anos-aponta-ibge/ (adaptado).

No trecho “Para os brasileiros que chegam aos 60 anos a expectativa de vida também cresceu”, a oração destacada exerce função de caracterizar o termo “brasileiros”, especificando a qual grupo o texto se refere. Assim, essa oração é classificada como:
 

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3977108 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. São Domingos-SC
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Expectativa de vida dos brasileiros chega a 76,6 anos, aponta IBGE

A expectativa de vida da população brasileira atingiu 76,6 anos em 2024, conforme as Tábuas de Mortalidade divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (28). O resultado representa um crescimento de 2,5 meses em relação ao ano de 2023.

O aumento da longevidade no país ocorre após o indicador ter recuado em 2021, impactado pela pandemia de Coronavírus.

O crescimento da expectativa de vida em 2024 manteve a tendência de recuperação observada desde 2022, após a queda para 72,8 anos registrada em 2021, período de maior impacto da Covid-19.

Para a população masculina, a expectativa de vida subiu de 73,1 anos em 2023 para 73,3 anos em 2024, um aumento de 2,5 meses. Para as mulheres, o ganho foi de 2,0 meses, passando de 79,7 para 79,9 anos. Em 2024, o diferencial entre os sexos foi de 6,6 anos.

A longevidade da população brasileira aumentou 31,1 anos no período entre 1940 e 2024, visto que em 1940 a média era de 45,5 anos.

A redução da mortalidade infantil é um dos fatores que contribui para o aumento da expectativa de vida ao longo dos anos.

Em 2024, a taxa de mortalidade infantil, que compreende crianças com menos de um ano, foi de 12,3 para cada mil nascidos vivos no Brasil.

Este indicador se reduziu significativamente desde 1940, quando 146,6 crianças, a cada mil nascidos vivos, não completavam o primeiro ano de vida.

A queda da mortalidade de crianças está associada, entre outros fatores, a campanhas de vacinação em massa, atenção ao pré-natal, aleitamento materno, e programas de nutrição infantil, além do aumento da renda e da escolaridade, e da melhora do acesso a serviços de saneamento adequado.

Para os brasileiros que chegam aos 60 anos a expectativa de vida também cresceu. Em 2024, um indivíduo que atinge esta idade viveria, em média, mais 22,6 anos.

Esse aumento histórico, desde 1940, foi de 9,3 anos para este grupo etário. Para quem chega aos 80 anos em 2024, a expectativa é de mais 9,5 anos para as mulheres e mais 8,3 anos para os homens.

As Tábuas de Mortalidade 2024 são utilizadas pelo Governo Federal como um dos parâmetros para determinar o chamado fator previdenciário, que integra o cálculo dos valores das aposentadorias sob o Regime Geral de Previdência Social.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil/expectativa-de-vida

dos-brasileiros-chega-a-766-anos-aponta-ibge/ (adaptado).

No trecho “Esse indicador se reduziu significativamente desde 1940”, a palavra “significativamente” é classificada morfologicamente como:
 

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3977072 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. São Domingos-SC
Expectativa de vida dos brasileiros chega a 76,6 anos, aponta IBGE
         A expectativa de vida da população brasileira atingiu 76,6 anos em 2024, conforme as Tábuas de Mortalidade divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (28). O resultado representa um crescimento de 2,5 meses em relação ao ano de 2023.
       O aumento da longevidade no país ocorre após o indicador ter recuado em 2021, impactado pela pandemia de Coronavírus.
         O crescimento da expectativa de vida em 2024 manteve a tendência de recuperação observada desde 2022, após a queda para 72,8 anos registrada em 2021, período de maior impacto da Covid-19.
         Para a população masculina, a expectativa de vida subiu de 73,1 anos em 2023 para 73,3 anos em 2024, um aumento de 2,5 meses. Para as mulheres, o ganho foi de 2,0 meses, passando de 79,7 para 79,9 anos. Em 2024, o diferencial entre os sexos foi de 6,6 anos.
         A longevidade da população brasileira aumentou 31,1 anos no período entre 1940 e 2024, visto que em 1940 a média era de 45,5 anos
         A redução da mortalidade infantil é um dos fatores que contribui para o aumento da expectativa de vida ao longo dos anos.
         Em 2024, a taxa de mortalidade infantil, que compreende crianças com menos de um ano, foi de 12,3 para cada mil nascidos vivos no Brasil.
         Este indicador se reduziu significativamente desde 1940, quando 146,6 crianças, a cada mil nascidos vivos, não completavam o primeiro ano de vida.
         A queda da mortalidade de crianças está associada, entre outros fatores, a campanhas de vacinação em massa, atenção ao pré-natal, aleitamento materno, e programas de nutrição infantil, além do aumento da renda e da escolaridade, e da melhora do acesso a serviços de saneamento adequado.
         Para os brasileiros que chegam aos 60 anos a expectativa de vida também cresceu. Em 2024, um indivíduo que atinge esta idade viveria, em média, mais 22,6 anos.
         Esse aumento histórico, desde 1940, foi de 9,3 anos para este grupo etário. Para quem chega aos 80 anos em 2024, a expectativa é de mais 9,5 anos para as mulheres e mais 8,3 anos para os homens.
         As Tábuas de Mortalidade 2024 são utilizadas pelo Governo Federal como um dos parâmetros para determinar o chamado fator previdenciário, que integra o cálculo dos valores das aposentadorias sob o Regime Geral de Previdência Social. 
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil/expectativa-de-vida-
dos-brasileiros-chega-a-766-anos-aponta-ibge/ (adaptado). 
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à relação de sinonímia com palavras do texto.
 

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