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3945168 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Enunciado 4794826-1

Enunciado 4794826-2

Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.

Adjetivos com função de adjuntos adnominais são omissíveis num texto quando a perda de sentido não afeta a referência da expressão; se afeta, não são omissíveis. Agora, associe as duas colunas. 

(1) omissível (2) não omissível
( ) melhores (l.01) ( ) brasileiros (l.01) ( ) grande (l.02) ( ) cruciais, desde então permanentes, (l.06) ( ) agudo (l.08)

Assinale a alternativa que preenche adequadamente os parênteses, de cima para baixo.
 

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3945167 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Enunciado 4794825-1

Enunciado 4794825-2

Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.

Considere as afirmações abaixo, referentes ao uso de vírgulas no texto.

I. As vírgulas que delimitam “como a questão sobre nossa composição racial e seu papel na evolução do país” (I.06-07) poderiam ser eliminadas sem prejuízo do sentido do texto.

II. As vírgulas que delimitam “e noutros livros da época” (l.24) poderiam ser eliminadas sem prejuízo do sentido do texto.

III. A vírgula que segue “sofisticada e diversa” (l.37) poderia ser eliminada sem prejuízo sentido do texto, mas a vírgula que segue “na sociedade” (l.43) não poderia.

Quais afirmações são corretas?

 

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3945166 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Enunciado 4794822-1

Enunciado 4794822-2

Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.

Considere as três afirmações abaixo.

I. Lamounier admite que existe um tipo de clientelismo que se origina da importância das relações familiares e de interesse pessoal em certas sociedades, como concebido por Sérgio Buarque.

II. Lamounier aponta que há um outro tipo de clientelismo, que se origina da apropriação dos mecanismos e recursos do Estado para favorecimento de pessoas próximas.

III. Lamounier discorda totalmente da análise de Sérgio Buarque de Holanda das origens das relações clientelísticas no Estado brasileiro.

Quais das afirmações estão de acordo com o texto?

 

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3945165 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Enunciado 4794821-1

Enunciado 4794821-2

Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.

Assinale a afirmação que está de acordo com o texto.
 

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3945164 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Enunciado 4794820-1

Enunciado 4794820-2

Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas pontilhadas das linhas 21, 24, 31 e 46, nesta ordem.
 

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3945163 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Enunciado 4794819-1

Enunciado 4794819-2

Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas tracejadas das linhas 02, 16, 17 e 34, nesta ordem.
 

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Leia o texto para responder à questão.

O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio.

O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.

Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.

Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti-chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!

Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.

Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.

(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal
 

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Leia o texto para responder à questão.

O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio.

O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.

Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.

Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti-chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!

Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.

Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.

(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)

Considere as frases:

• Era comum que os adolescentes, depois algum tempo, preferissem ___________ .

• Pensei que era um exercício  ___________ os adolescentes recorriam para não se chatearem.

• Os adolescentes não faziam nenhum gesto em oposição  ___________ o comerciante dizia.

• O homem da loja vizinha estava ansioso  ___________   o seu rádio de volta.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas das frases devem ser preenchidas, respectivamente, com:

 

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Leia o texto para responder à questão.

O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio.

O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.

Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.

Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti-chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!

Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.

Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.

(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância.
 

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Leia o texto para responder à questão.

O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio.

O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.

Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.

Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti-chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!

Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.

Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.

(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)

Considere as passagens:

• O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas. (2º parágrafo)

• ... como se estivessem a assistir a um jogo de pingue--pongue. (4º parágrafo)

• ... e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. (4º parágrafo)

Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja. (5º parágrafo)

• Prometi-lhe procurar o rádio... (6º parágrafo)

Em conformidade com a norma-padrão, as passagens destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:

 

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