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Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
(1) omissível (2) não omissível
( ) melhores (l.01) ( ) brasileiros (l.01) ( ) grande (l.02) ( ) cruciais, desde então permanentes, (l.06) ( ) agudo (l.08)
Assinale a alternativa que preenche adequadamente os parênteses, de cima para baixo.
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Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
Considere as afirmações abaixo, referentes ao uso de vírgulas no texto.
I. As vírgulas que delimitam “como a questão sobre nossa composição racial e seu papel na evolução do país” (I.06-07) poderiam ser eliminadas sem prejuízo do sentido do texto.
II. As vírgulas que delimitam “e noutros livros da época” (l.24) poderiam ser eliminadas sem prejuízo do sentido do texto.
III. A vírgula que segue “sofisticada e diversa” (l.37) poderia ser eliminada sem prejuízo sentido do texto, mas a vírgula que segue “na sociedade” (l.43) não poderia.
Quais afirmações são corretas?
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Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
Considere as três afirmações abaixo.
I. Lamounier admite que existe um tipo de clientelismo que se origina da importância das relações familiares e de interesse pessoal em certas sociedades, como concebido por Sérgio Buarque.
II. Lamounier aponta que há um outro tipo de clientelismo, que se origina da apropriação dos mecanismos e recursos do Estado para favorecimento de pessoas próximas.
III. Lamounier discorda totalmente da análise de Sérgio Buarque de Holanda das origens das relações clientelísticas no Estado brasileiro.
Quais das afirmações estão de acordo com o texto?
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Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
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Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
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Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
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Leia o texto para responder à questão.
O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio.
O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.
Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.
Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti-chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!
Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.
Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.
(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio.
O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.
Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.
Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti-chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!
Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.
Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.
(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)
Considere as frases:
• Era comum que os adolescentes, depois algum tempo, preferissem ___________ .
• Pensei que era um exercício ___________ os adolescentes recorriam para não se chatearem.
• Os adolescentes não faziam nenhum gesto em oposição ___________ o comerciante dizia.
• O homem da loja vizinha estava ansioso ___________ o seu rádio de volta.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas das frases devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Leia o texto para responder à questão.
O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio.
O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.
Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.
Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti-chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!
Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.
Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.
(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio.
O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.
Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.
Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti-chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!
Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.
Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.
(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)
Considere as passagens:
• O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas. (2º parágrafo)
• ... como se estivessem a assistir a um jogo de pingue--pongue. (4º parágrafo)
• ... e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. (4º parágrafo)
• Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja. (5º parágrafo)
• Prometi-lhe procurar o rádio... (6º parágrafo)
Em conformidade com a norma-padrão, as passagens destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:
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