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Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue os itens que se seguem.
No caso de Carlos, o uso de intervenções farmacológicas é contraindicado, pois o risco suicida é manejado exclusivamente com intervenções psicossociais e planos de segurança.
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Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue os itens que se seguem.
Uma abordagem recomendada para a intervenção em situações como a de Carlos, em que há risco suicida, é a construção de um plano de segurança, que inclua estratégias de enfrentamento para momentos de crise.
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Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue os itens que se seguem.
Carlos apresenta sinais de afeto intolerável, como desespero e culpa, que são fatores associados ao risco iminente de suicídio, sendo a avaliação contínua de risco indispensável durante o tratamento.
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Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue os itens que se seguem.
O isolamento social apresentado por Carlos é característico do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), e reflete uma tentativa de evitar estímulos associados ao trauma vivenciado.
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Uma escola pública localizada em uma comunidade de alta vulnerabilidade social buscou a ajuda de uma equipe multidisciplinar para lidar com o aumento de casos de bullying, baixa frequência escolar e relatos de estresse entre alunos e professores. A psicóloga da equipe iniciou uma avaliação institucional, que contemplou entrevistas com alunos, professores e famílias, para compreender as dinâmicas e as demandas daquele espaço. Após a análise, ela propôs intervenções voltadas para a promoção do bem-estar coletivo, por meio de rodas de conversa para fortalecimento de vínculos, capacitação de professores em práticas de mediação de conflitos e ações preventivas para a saúde mental, como palestras e grupos de apoio.
Considerando a situação hipotética apresentada e os múltiplos aspectos a ela relacionados, julgue os próximos itens.
A proposta de capacitação de professores e as rodas de conversa mencionadas na situação hipotética precedente não se configuram como práticas de higiene mental, pois estas se restringem a intervenções individuais.
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Uma escola pública localizada em uma comunidade de alta vulnerabilidade social buscou a ajuda de uma equipe multidisciplinar para lidar com o aumento de casos de bullying, baixa frequência escolar e relatos de estresse entre alunos e professores. A psicóloga da equipe iniciou uma avaliação institucional, que contemplou entrevistas com alunos, professores e famílias, para compreender as dinâmicas e as demandas daquele espaço. Após a análise, ela propôs intervenções voltadas para a promoção do bem-estar coletivo, por meio de rodas de conversa para fortalecimento de vínculos, capacitação de professores em práticas de mediação de conflitos e ações preventivas para a saúde mental, como palestras e grupos de apoio.
Considerando a situação hipotética apresentada e os múltiplos aspectos a ela relacionados, julgue os próximos itens.
A abordagem descrita na situação hipotética está de acordo com os pressupostos da psicologia institucional e comunitária, cujo objetivo é transformar as práticas e dinâmicas coletivas por meio de intervenções que envolvam a participação ativa dos indivíduos e grupos.
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Juliana, 28 anos de idade, enfrentou uma perda gestacional no terceiro mês de gravidez. Após o aborto espontâneo, ela experimentou um grande impacto emocional, manifestando sintomas de tristeza, ansiedade e isolamento. Durante a gestação, Juliana estava sendo acompanhada na Unidade Básica de Saúde (UBS), e, após a perda, a equipe multidisciplinar da unidade, inclusive a psicóloga, continuou a oferecer suporte a Juliana durante seu processo de luto.
A partir da situação hipotética precedente, julgue os itens a seguir.
O suporte psicológico fornecido à Juliana na UBS é um exemplo de atenção à saúde no nível terciário, que é voltado para a recuperação de condições graves e complicadas.
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Juliana, 28 anos de idade, enfrentou uma perda gestacional no terceiro mês de gravidez. Após o aborto espontâneo, ela experimentou um grande impacto emocional, manifestando sintomas de tristeza, ansiedade e isolamento. Durante a gestação, Juliana estava sendo acompanhada na Unidade Básica de Saúde (UBS), e, após a perda, a equipe multidisciplinar da unidade, inclusive a psicóloga, continuou a oferecer suporte a Juliana durante seu processo de luto.
A partir da situação hipotética precedente, julgue os itens a seguir.
O papel do psicólogo na equipe multidisciplinar, em casos como o de Juliana, inclui facilitar a expressão emocional, orientar a família e contribuir para o planejamento de cuidados preventivos e reabilitadores.
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Juliana, 28 anos de idade, enfrentou uma perda gestacional no terceiro mês de gravidez. Após o aborto espontâneo, ela experimentou um grande impacto emocional, manifestando sintomas de tristeza, ansiedade e isolamento. Durante a gestação, Juliana estava sendo acompanhada na Unidade Básica de Saúde (UBS), e, após a perda, a equipe multidisciplinar da unidade, inclusive a psicóloga, continuou a oferecer suporte a Juliana durante seu processo de luto.
A partir da situação hipotética precedente, julgue os itens a seguir.
Em casos de perda gestacional, como o de Juliana, pode-se conduzir a intervenção psicológica levando-se em consideração os estágios do luto descritos por Kübler-Ross, reconhecendo-se que as mulheres podem passar por diferentes estágios, como negação e depressão, durante o processo de luto.
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Juliana, 28 anos de idade, enfrentou uma perda gestacional no terceiro mês de gravidez. Após o aborto espontâneo, ela experimentou um grande impacto emocional, manifestando sintomas de tristeza, ansiedade e isolamento. Durante a gestação, Juliana estava sendo acompanhada na Unidade Básica de Saúde (UBS), e, após a perda, a equipe multidisciplinar da unidade, inclusive a psicóloga, continuou a oferecer suporte a Juliana durante seu processo de luto.
A partir da situação hipotética precedente, julgue os itens a seguir.
Intervenções psicológicas específicas como grupos de apoio para mulheres em luto gestacional dificilmente contribuem para a aceitação da perda ou para o fortalecimento da rede de suporte social, podendo inclusive conduzir para um luto complicado.
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