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Margaret Mahler (1897-1985) propôs uma teoria para descrever como as crianças adquirem um
senso de identidade separado. A teoria de separação-individualização de Mahler baseava-se em
observações das interações entre crianças e mães. São estágios desta teoria, EXCETO:
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Considere o quadro clínico a seguir para responder a questão
Três semanas depois de um descarrilamento de trem, um analista de orçamentos de 42 anos se
apresentou na clínica de saúde mental. Mencionou que estava envergonhado em procurar atendimento,
já que anteriormente tinha sido bombeiro, mas achava que precisava de “uma confirmação de que o
que eu estou vivenciando é normal”. Ele relatou que, desde o acidente, vinha se sentindo nervoso e
muito ansioso. Tinha alguma dificuldade em focar sua atenção no trabalho e lembranças intrusivas
ocasionais de “como o chão tremeu; o ‘estouro’ tremendo e depois os gritos quando o trem tombou”.
Revelou que havia falado com cinco colegas de trabalho que também estavam no trem, e três
admitiram sintomas semelhantes. Entretanto, eles disseram que estavam melhorando. Ele estava mais
preocupado com a frequência dos episódios emotivos, por vezes desencadeados ao ouvir o nome de
um amigo machucado com gravidade, mas que, outras vezes, ocorriam “sem razão particular”. Além
disso, observou que, quando evacuou o trem, a equipe de resgate lhe deu orientações explícitas sobre
para onde deveria se dirigir, e, embora tivesse obedecido, agora se sentia extremamente culpado por
não ter voltado para auxiliar no resgate dos outros. Relatou uma modesta redução no apetite e negou
perda de peso, mas informou que havia parado com a corrida durante seu intervalo de almoço. Ele teve
dificuldade em conciliar o sono. Não se sentia descansado ao acordar. Negou ideação suicida ou
qualquer sintoma psicótico.
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Considere o quadro clínico a seguir para responder a questão
Três semanas depois de um descarrilamento de trem, um analista de orçamentos de 42 anos se
apresentou na clínica de saúde mental. Mencionou que estava envergonhado em procurar atendimento,
já que anteriormente tinha sido bombeiro, mas achava que precisava de “uma confirmação de que o
que eu estou vivenciando é normal”. Ele relatou que, desde o acidente, vinha se sentindo nervoso e
muito ansioso. Tinha alguma dificuldade em focar sua atenção no trabalho e lembranças intrusivas
ocasionais de “como o chão tremeu; o ‘estouro’ tremendo e depois os gritos quando o trem tombou”.
Revelou que havia falado com cinco colegas de trabalho que também estavam no trem, e três
admitiram sintomas semelhantes. Entretanto, eles disseram que estavam melhorando. Ele estava mais
preocupado com a frequência dos episódios emotivos, por vezes desencadeados ao ouvir o nome de
um amigo machucado com gravidade, mas que, outras vezes, ocorriam “sem razão particular”. Além
disso, observou que, quando evacuou o trem, a equipe de resgate lhe deu orientações explícitas sobre
para onde deveria se dirigir, e, embora tivesse obedecido, agora se sentia extremamente culpado por
não ter voltado para auxiliar no resgate dos outros. Relatou uma modesta redução no apetite e negou
perda de peso, mas informou que havia parado com a corrida durante seu intervalo de almoço. Ele teve
dificuldade em conciliar o sono. Não se sentia descansado ao acordar. Negou ideação suicida ou
qualquer sintoma psicótico.
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Considere o quadro clínico a seguir para responder a questão
Três semanas depois de um descarrilamento de trem, um analista de orçamentos de 42 anos se
apresentou na clínica de saúde mental. Mencionou que estava envergonhado em procurar atendimento,
já que anteriormente tinha sido bombeiro, mas achava que precisava de “uma confirmação de que o
que eu estou vivenciando é normal”. Ele relatou que, desde o acidente, vinha se sentindo nervoso e
muito ansioso. Tinha alguma dificuldade em focar sua atenção no trabalho e lembranças intrusivas
ocasionais de “como o chão tremeu; o ‘estouro’ tremendo e depois os gritos quando o trem tombou”.
Revelou que havia falado com cinco colegas de trabalho que também estavam no trem, e três
admitiram sintomas semelhantes. Entretanto, eles disseram que estavam melhorando. Ele estava mais
preocupado com a frequência dos episódios emotivos, por vezes desencadeados ao ouvir o nome de
um amigo machucado com gravidade, mas que, outras vezes, ocorriam “sem razão particular”. Além
disso, observou que, quando evacuou o trem, a equipe de resgate lhe deu orientações explícitas sobre
para onde deveria se dirigir, e, embora tivesse obedecido, agora se sentia extremamente culpado por
não ter voltado para auxiliar no resgate dos outros. Relatou uma modesta redução no apetite e negou
perda de peso, mas informou que havia parado com a corrida durante seu intervalo de almoço. Ele teve
dificuldade em conciliar o sono. Não se sentia descansado ao acordar. Negou ideação suicida ou
qualquer sintoma psicótico.
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A eletroconvulsoterapia (ECT) é uma terapêutica biológica que consiste na indução de convulsão
cerebral através de uma corrente elétrica. Sobre a eletroconvulsoterapia é CORRETO afirmar que:
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Considere o quadro clínico a seguir para responder a questão
Um paciente, que não fora analisado, reclamou, na primeira entrevista, que sofria da compulsão de
olhar para trás constantemente, por medo de que pudesse ter deixado algo importante atrás dele. Essas
ideias eram predominantes. Ele podia ter deixado uma moeda no chão; podia ter pisado em um inseto;
ou um inseto podia ter caído de costas e precisado de ajuda. Também tinha medo de tocar em tudo e,
sempre que tocava em um objeto, precisava se convencer de que não o havia destruído. Ele não tinha
ocupação, pois essas graves atitudes perturbavam todas as suas atividades de trabalho; no entanto,
tinha uma paixão: limpar casas. Ele gostava de visitar os vizinhos e limpar suas casas, só por diversão.
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Considere o quadro clínico a seguir para responder a questão
Um paciente, que não fora analisado, reclamou, na primeira entrevista, que sofria da compulsão de
olhar para trás constantemente, por medo de que pudesse ter deixado algo importante atrás dele. Essas
ideias eram predominantes. Ele podia ter deixado uma moeda no chão; podia ter pisado em um inseto;
ou um inseto podia ter caído de costas e precisado de ajuda. Também tinha medo de tocar em tudo e,
sempre que tocava em um objeto, precisava se convencer de que não o havia destruído. Ele não tinha
ocupação, pois essas graves atitudes perturbavam todas as suas atividades de trabalho; no entanto,
tinha uma paixão: limpar casas. Ele gostava de visitar os vizinhos e limpar suas casas, só por diversão.
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O termo fobia refere-se a um medo excessivo de objeto, circunstâncias ou situações. São exemplos
de fobia específicas e seu agente causador corretamente relacionados, EXCETO:
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Considere o quadro clínico a seguir para responder a questão
Em 1896, Charles Darwin deu a seguinte descrição psicofisiológica do medo agudo fundindo-se em
terror: O medo é, por vezes, precedido de susto, e, embora diferentes, ambos levam os sentidos da
visão e da audição a serem alertados de forma imediata. Em ambos os casos, os olhos e a boca ficam
muito abertos, e as sobrancelhas, levantadas. O homem aterrorizado primeiro fica imóvel e sem
respirar, como uma estátua, ou se agacha de forma instintiva como se fosse capaz de escapar de ser observado. O coração bate rápido e violentamente, de modo que palpita ou se debate contra as
costelas; mas é controverso se assim trabalha com mais eficiência do que o habitual, de maneira a
enviar uma quantidade maior de sangue para todas as partes do corpo; a pele fica pálida como durante
um desmaio incipiente. Essa palidez da superfície, contudo, pode, em grande parte, ou exclusivamente,
decorrer do centro vasomotor que é afetado a ponto de levar a uma contração das pequenas artérias da
pele.
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Em 1896, Charles Darwin deu a seguinte descrição psicofisiológica do medo agudo fundindo-se em
terror: O medo é, por vezes, precedido de susto, e, embora diferentes, ambos levam os sentidos da
visão e da audição a serem alertados de forma imediata. Em ambos os casos, os olhos e a boca ficam
muito abertos, e as sobrancelhas, levantadas. O homem aterrorizado primeiro fica imóvel e sem
respirar, como uma estátua, ou se agacha de forma instintiva como se fosse capaz de escapar de ser observado. O coração bate rápido e violentamente, de modo que palpita ou se debate contra as
costelas; mas é controverso se assim trabalha com mais eficiência do que o habitual, de maneira a
enviar uma quantidade maior de sangue para todas as partes do corpo; a pele fica pálida como durante
um desmaio incipiente. Essa palidez da superfície, contudo, pode, em grande parte, ou exclusivamente,
decorrer do centro vasomotor que é afetado a ponto de levar a uma contração das pequenas artérias da
pele.
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