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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
Em relação ao tratamento das síndromes psicóticas, assinale a alternativa correta.
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
A respeito dos transtornos mentais, assinale a alternativa correta.
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
Considerando o caso clínico apresentado, assinale a alternativa correta.
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
O tratamento central para o paciente desse caso clínico é a (o)
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
A hipótese diagnóstica mais compatível com esse caso é
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
A respeito do caso clínico descrito, assinale a alternativa correta.
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
Acerca do caso clínico apresentado, assinale a alternativa correta.
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
O histórico de comportamento solitário
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
Tendo em vista esse caso clínico, assinale a alternativa correta.
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Em um plantão noturno de determinado hospital público do Distrito Federal, um paciente de 35 anos de idade, desempregado, usuário diário de bebidas alcoólicas, com preferência por conhaque e cachaça, em média de um litro de cada uma dessas por dia, deu entrada apresentando sudorese profusa, tremores, náuseas, aumento da pressão arterial e “visões” de bichos asquerosos, como cobras, crocodilos e vermes, além de relatar ouvir sons estranhos, tipo barulhos e cochichos que não consegue explicar e nem distinguir o que é dito. Ele negou uso de drogas ilícitas e de medicações, informações confirmadas pelos familiares que residem com ele. A mãe informou que o filho ficou “agressivo” e começou com uma história, aparentemente sem fundamento, de que sua esposa o estava traindo e que ele iria matar a esposa e o amante, um famoso cantor de forró. O paciente, nos últimos dois dias, havia bebido aproximadamente meio litro de conhaque. A glicemia capilar aferida na admissão era de 35 mg/dL.
Com base no referido caso clínico, assinale a alternativa correta.
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