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O Brasil tem se engajado na cooperação sul-sul como prática importante no relacionamento com outros países do sul global. No governo federal, as ações de cooperação sul-sul são coordenadas pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e implementadas com a colaboração de vários órgãos federais e organizações parceiras. A prática brasileira da cooperação sul-sul busca se diferenciar, em vários aspectos, da cooperação norte-sul, praticada pelos doadores tradicionais. Acerca desse assunto, julgue (C ou E) o item seguir.
A cooperação sul-sul brasileira está calcada nos princípios da solidariedade e da não ingerência, o que implica a não utilização dos mecanismos de cooperação para influenciar a política doméstica dos países com os quais o Brasil coopera.
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O Brasil tem se engajado na cooperação sul-sul como prática importante no relacionamento com outros países do sul global. No governo federal, as ações de cooperação sul-sul são coordenadas pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e implementadas com a colaboração de vários órgãos federais e organizações parceiras. A prática brasileira da cooperação sul-sul busca se diferenciar, em vários aspectos, da cooperação norte-sul, praticada pelos doadores tradicionais. Acerca desse assunto, julgue (C ou E) o item seguir.
No Brasil e no plano internacional, a cooperação sul-sul já foi chamada de cooperação técnica entre países em desenvolvimento, tendo como referência a Primeira Conferência das Nações Unidas sobre Cooperação Técnica entre Países em Desenvolvimento.
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A agenda de segurança internacional alargou-se após o término da Guerra Fria. As ameaças e os riscos tornaram-se multidimensionais, incidindo mais diretamente sobre os indivíduos e envolvendo menos problemas militares e estratégicos. Nesse contexto, temas como o terrorismo, o narcotráfico e o crime organizado transnacional ganharam maior relevância nas discussões globais e se refletiram na atuação diplomática do Brasil. A esse respeito, julgue (C ou E) o item a seguir.
A “rota caipira” suscita um problema transnacional para o Brasil, uma vez que a organização criminosa que a controla atua na Bolívia e no Paraguai, de forma independente ou em associação com grupos criminosos locais, e exerce influência no sistema penitenciário paraguaio.
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A agenda de segurança internacional alargou-se após o término da Guerra Fria. As ameaças e os riscos tornaram-se multidimensionais, incidindo mais diretamente sobre os indivíduos e envolvendo menos problemas militares e estratégicos. Nesse contexto, temas como o terrorismo, o narcotráfico e o crime organizado transnacional ganharam maior relevância nas discussões globais e se refletiram na atuação diplomática do Brasil. A esse respeito, julgue (C ou E) o item a seguir.
Em 2009, a União das Nações Sul-Americanas (Unasul), por iniciativa brasileira, reconheceu as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) como grupo narcoterrorista, porém não houve nenhum tipo de intervenção militar por parte da organização, no território colombiano.
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A agenda de segurança internacional alargou-se após o término da Guerra Fria. As ameaças e os riscos tornaram-se multidimensionais, incidindo mais diretamente sobre os indivíduos e envolvendo menos problemas militares e estratégicos. Nesse contexto, temas como o terrorismo, o narcotráfico e o crime organizado transnacional ganharam maior relevância nas discussões globais e se refletiram na atuação diplomática do Brasil. A esse respeito, julgue (C ou E) o item a seguir.
O Brasil prioriza o combate ao financiamento do terrorismo em instâncias internacionais, mas não aderiu ao Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo, porque participa de outros mecanismos no âmbito da cooperação Sul-Sul, como o Grupo de Ação Financeira da América do Sul contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo.
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A agenda de segurança internacional alargou-se após o término da Guerra Fria. As ameaças e os riscos tornaram-se multidimensionais, incidindo mais diretamente sobre os indivíduos e envolvendo menos problemas militares e estratégicos. Nesse contexto, temas como o terrorismo, o narcotráfico e o crime organizado transnacional ganharam maior relevância nas discussões globais e se refletiram na atuação diplomática do Brasil. A esse respeito, julgue (C ou E) o item a seguir.
No início dos anos de 1990, o governo brasileiro, pressionado por interesses norte-americanos, atribuiu ao Exército Brasileiro, entre outras competências secundárias, a capacidade de atuar contra os crimes transfronteiriços na faixa de fronteira.
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A respeito do G-20, do BRICS e do IBAS, julgue (C ou E) o item a seguir.
Nas declarações das Cúpulas do BRICS, China e Rússia reconhecem a importância da África do Sul, do Brasil e da Índia em temas internacionais e as aspirações desses países no âmbito das Nações Unidas. No entanto, não há nenhuma afirmação de que os dois primeiros apoiem as candidaturas sul-africana, brasileira e indiana a um assento permanente no Conselho de Segurança.
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Diplomacia é a condução das relações internacionais por meio da negociação; o método pelo qual essas relações são ajustadas por embaixadores e enviados; a atividade ou arte do diplomata.
NICHOLSON, Harold. Diplomacy. Oxford: Oxford University Press, 1950, p. 15 apud BULL, Heddley. A sociedade anárquica. Brasília: Editora da UnB & Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2002, p. 187.
Nessa noite, enquanto ele [o secretário do Exterior britânico Edward Grey] jantava com [lorde] Haldane, um mensageiro do Ministério do Exterior trouxe (…) um telegrama, que, segundo relato de Haldane, informava que ‘a Alemanha está prestes a invadir a Bélgica’. (…). Passando-o a Haldane, perguntou-lhe o que este achava.
– Mobilização imediata, respondeu Haldane.
TUCHMAN, Barbara. Os canhões de agosto. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, p. 131.
No que se refere aos conceitos de diplomacia e de política externa, julgue (C ou E) o item a seguir.
São funções clássicas da diplomacia informar, representar e negociar. Infere-se que, com a rápida aceleração tecnológica e a revolução nos meios de comunicação, verificadas nas últimas décadas, a diplomacia pública – compreendida como a interação não somente entre representantes de Estados nacionais, mas também entre as chancelarias e o grande público, inclusive por meio das chamadas redes sociais – vem adquirindo crescente relevância como ferramenta de política externa.
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Diplomacia é a condução das relações internacionais por meio da negociação; o método pelo qual essas relações são ajustadas por embaixadores e enviados; a atividade ou arte do diplomata.
NICHOLSON, Harold. Diplomacy. Oxford: Oxford University Press, 1950, p. 15 apud BULL, Heddley. A sociedade anárquica. Brasília: Editora da UnB & Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2002, p. 187.
Nessa noite, enquanto ele [o secretário do Exterior britânico Edward Grey] jantava com [lorde] Haldane, um mensageiro do Ministério do Exterior trouxe (…) um telegrama, que, segundo relato de Haldane, informava que ‘a Alemanha está prestes a invadir a Bélgica’. (…). Passando-o a Haldane, perguntou-lhe o que este achava.
– Mobilização imediata, respondeu Haldane.
TUCHMAN, Barbara. Os canhões de agosto. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, p. 131.
No que se refere aos conceitos de diplomacia e de política externa, julgue (C ou E) o item a seguir.
Por adotar foco primariamente em questões militares e de segurança, a Escola Realista das Relações Internacionais relega à diplomacia condição periférica como instrumento de poder dos Estados nacionais. Presume-se, dessa forma, que, segundo a ótica realista, a preferência pela diplomacia como método para resolver contendas internacionais é uma expressão antes de fraqueza do que da força de determinado Estado em suas interações com o sistema internacional.
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Diplomacia é a condução das relações internacionais por meio da negociação; o método pelo qual essas relações são ajustadas por embaixadores e enviados; a atividade ou arte do diplomata.
NICHOLSON, Harold. Diplomacy. Oxford: Oxford University Press, 1950, p. 15 apud BULL, Heddley. A sociedade anárquica. Brasília: Editora da UnB & Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2002, p. 187.
Nessa noite, enquanto ele [o secretário do Exterior britânico Edward Grey] jantava com [lorde] Haldane, um mensageiro do Ministério do Exterior trouxe (…) um telegrama, que, segundo relato de Haldane, informava que ‘a Alemanha está prestes a invadir a Bélgica’. (…). Passando-o a Haldane, perguntou-lhe o que este achava.
– Mobilização imediata, respondeu Haldane.
TUCHMAN, Barbara. Os canhões de agosto. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, p. 131.
No que se refere aos conceitos de diplomacia e de política externa, julgue (C ou E) o item a seguir.
Considerando o episódio narrado por Tuchman, é correto concluir que, enquanto o telegrama recebido pelo então secretário do Exterior Edward Grey, informando quanto à iminência da invasão da Bélgica pela Alemanha em agosto de 1914, integrava o repertório da diplomacia britânica, a decisão de “mobilização [militar] imediata” que o ex-secretário de Guerra lorde Richard Haldane recomendava fazia parte de uma estratégia mais ampla de política externa em tempos de guerra.
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