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Polícia do RS abre inquérito para investigar grupos neonazistas
Investigação transcorre desde setembro. Cerca de 15 pessoas são monitoradas.
A Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância de Porto Alegre abriu novo inquérito para investigar a atuação de células neonazistas no Rio Grande do Sul. De acordo com a delegada Andrea Mattos, responsável pela investigação, cerca de quinze pessoas são monitoradas. Conforme a delegada, o inquérito foi aberto em setembro e está em andamento. Ela afirma que as pessoas monitoradas possuem conexões, mas não necessariamente agem em conjunto. A delegada explica ainda que, nesses indiciamentos, somaram-se ao racismo outros crimes como pedofilia, terrorismo e homofobia.
(Polícia do RS abre inquérito para investigar grupos neonazistas | Rio Grande do Sul | G1. Disponível em: globo.com)
Tanto a ideologia quanto as ações dos neonazistas, pelos lugares onde atuam, estão diretamente relacionadas ao etnocentrismo, uma vez que:
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia BrasileiraDesigualdade social no Brasil
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia BrasileiraContexto social brasileiro
No final do século XX, como resposta à crise do emprego e amparada nos ideais fundamentais do cooperativismo de autogestão, surgiu no Brasil o movimento da economia solidária, como atesta Singer (2000, p. 25): “a economia solidária começou a ressurgir, de forma esparsa na década de 1980, e tomou impulso crescente a partir da segunda metade dos anos 1990. Ela resulta de movimentos sociais que reagem à crise de desemprego em massa, que tem seu início em 1981 e se agrava com a abertura do mercado interno às importações, a partir de 1990”. Na conjuntura nacional do início do século XXI, em que há uma combinação de elevação da taxa de desemprego e desemprego estrutural, de precarização das condições de trabalho, dentre outros fatores, a perspectiva cooperativista tornou-se:
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Globalização é normalmente associada a processos econômicos, como a circulação de capitais, a ampliação dos mercados ou integração produtiva em escala mundial. Mas descreve, também, fenômenos da esfera social, como criação e expansão de instituições supranacionais, universalização de padrões culturais e equacionamento de questões concernentes à totalidade do planeta (meio ambiente, desarmamento nuclear, crescimento populacional, direitos humanos etc.). Assim, o termo tem designado à crescente transnacionaliação das relações econômicas, sociais, políticas e culturais que ocorrem no mundo, sobretudo nos últimos vinte anos.
(VIEIRA, 2002, P. 72-3.)
Para compreender a globalização e suas implicações no conceito de Estado é necessário observar todas as dimensões do fenômeno, bem como os impactos na própria estrutura estatal. Nesse sentido, um olhar apurado sobre as dimensões da globalização orienta a reorganização da luta por direitos e dos problemas a serem enfrentados para efetivá-los. Se pensarmos especificamente na dimensão sociopolítica, é correto afirmar que:
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Castas na Índia
Durante séculos, as castas ditaram todos os aspectos da sociedade indiana. Porém, nos anos 50, uma nova Constituição foi feita, proibindo que os dalits fossem discriminados e criando cotas para que as castas inferiores fizessem parte de cargos governamentais. Nesse momento, é rompido – supostamente – a cultura de segregação milenar na Índia. Porém, após 70 anos desse decreto, a violência provida deste sistema ainda é uma realidade que está longe de ser erradicada. Mesmo que nas últimas décadas, graças à urbanização e ao aumento do ensino laico nas escolas, cada vez mais é visto o casamento entre castas e a interferência tem diminuído um pouco. Ainda assim, o governo indiano garante que o sistema não existe mais no país, sendo que ele nunca de fato chegou ao fim e a esquerda indiana continua lutando para que a Constituição seja realmente aplicada.
(Disponível em: https://falauniversidades.com.br/entenda-como-se-deu-ofim-das-castas-na-india. Acesso em: 09/01/23.)
Um dos problemas que se coloca, por excelência, à sociologia é o das diferenças sociais. Na concepção weberiana, elas podem ter vários princípios explicativos. Um dos critérios de classificação mais relevantes é dado pela dominância, em determinada unidade histórica, de uma forma de organização, ou pelo peso particular que cada uma das diversas esferas da vida coletiva possa ter. Em relação especificamente à questão das castas, Weber:
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Berger & Luckmann, sob a ótica da Sociologia do Conhecimento, definem a socialização como “a ampla e consistente introdução de um indivíduo no mundo objetivo de uma sociedade ou de um setor dela”. Definem, ainda, a socialização primária como “a primeira socialização que o indivíduo experimenta na infância, e em virtude da qual torna-se membro da sociedade”; e socialização secundária como “qualquer processo subsequente que introduz o indivíduo já socializado em novos setores do mundo objetivo de sua sociedade”.
(BERGER, P. & LUCKMANN, T, 1976.)
Família e escola – nas sociedades que assim as determinam – acabam sendo as grandes agências socializadoras, respectivamente, da socialização primária e da socialização secundária, sendo que:
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A Constituição de 1988, também conhecida como Constituição Cidadã, foi resultado do esforço político pela redemocratização e símbolo do fim do autoritarismo vigente na Ditadura Militar. Essa Constituição é o texto-base que determina os direitos e os deveres dos entes políticos e dos cidadãos do nosso país. Foi escrita durante esse processo de redemocratização do Brasil após o fim da Ditadura. Foi resultado de um amplo debate que se estendeu durante mais de um ano e simbolizou o início da Nova República.
(Disponível em https://brasilescola.uol.com.br/historiab/constituicao1988.)
A Constituição de 1988 é considerada por muitos juristas, especialistas em história, profissionais de vários setores, como a mais completa das constituições que o Brasil já teve. Com 34 anos de vigência, abarca inúmeros assuntos anteriormente “esquecidos”. Em relação às questões de cidadania em nosso país:
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Havia duas formas de trabalho infantil durante a Revolução Industrial: crianças classificadas como parish apprentice (órfão aprendiz) e free labor children (crianças que trabalhavam nas fábricas junto com os pais). As primeiras eram crianças órfãs que ficavam sob os cuidados do governo britânico. Os donos das fábricas forneciam abrigo e comida em troca de seu trabalho; elas não recebiam qualquer remuneração em dinheiro. Aquelas que recebiam salários extremamente baixos ganharam o título de free labor children; algumas tinham apenas cinco anos de idade e trabalhavam em fábricas e minas de carvão. Em virtude do crescimento das tecelagens, muitas crianças trabalhavam em moinhos de algodão, onde passavam a maior parte do tempo em locais com muito pouco ar fresco e nenhuma atividade. Também eram contratadas para trabalhar em fábricas de fósforo, como limpadores de chaminés, e na fabricação de tijolos.
(Condições do trabalho infantil na Revolução Industrial. Disponível em: ehow.com.br.)
O aspecto relativo à exploração da mão de obra infantil é apenas um dos muitos e sérios problemas sociais que eclodiram ou se intensificaram com a emergência da Revolução Industrial. Acirramento da miséria e péssimas condições de trabalho e vida de um lado, crescimento desigual e acumulação de riqueza de outro, enfim, um caos social que influenciou no surgimento das Ciências Sociais, na medida em que:
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Os movimentos sociais emergentes, no Brasil, na década de 1970, referem-se à luta social, cujos eixos temáticos, em sua maioria, dizem respeito aos conflitos entre atores de todas as classes sociais. Os sindicatos e os partidos políticos, devido à sua subordinação ao Estado autoritário, implantado pela Ditadura Militar de 1964, não podem canalizar os problemas específicos de grupos, estimulando, assim, o surgimento de formas não institucionais de defesa dos interesses, levando à sociedade civil a conquistar o espaço público por meio de iniciativas cívicas de protestos e greves.
(SCHERER-WARREN,1987, p. 47.).
O momento da emergência das práticas reivindicatórias, na década de 1970, significou uma movimentação da sociedade civil, a despeito da repressão que despolitizava e privatizava a vida. Novos espaços foram ocupados pelos trabalhadores e pelos diversos grupos sociais para a prática de lutas e de organizações. Essas práticas reivindicatórias trazem:
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Analise as afirmações abaixo:
1. Os processos migratórios estão relacionados com a necessidade capitalista de formação de exércitos de mão de obra de reserva. Este excedente pressiona o valor dos salários para baixo para maximizar os ganhos. 2. A migração é um dos fatores de quebra das comunidades tradicionais mantidas juntas pelos laços de solidariedade mecânica. A transição para a solidariedade orgânica, baseada numa divisão social de trabalho e interdependência econômica é frequentemente acompanhada pela anomia, ou o colapso do sistema de valores comuns, que resulta em desintegração social. 3. A migração é um fator incidental, criando classes sociais e grupos de status étnicos.
Relacione as afirmações aos autores abaixo:
( ) Karl Marx. ( ) Max Weber. ( ) Émile Durkheim.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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