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SACAVINO, S.; CANDAU, V. M. (Org.). Educação em direitos humanos. Petrópolis: DP et Alli, 2008.
A justificativa que embasa essa afirmação, de acordo com o pensamento de Andrade, é de que a educação
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CLASTRES, P. A sociedade contra o Estado: investigações de antropologia política. Porto: Afrontamento, 1979.
Em relação à análise de sobre as “sociedades contra o Estado”, Clastres afirma que
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(FERNANDES, 2006, p. 239, grifos do autor) FERNANDES, F. A Revolução Burguesa no Brasil: ensaio de interpretação sociológica. São Paulo: Globo, 2006.
No contexto de formação dos Estados Nacionais modernos, a Revolução Burguesa no Brasil ocorreu numa organização política singular e com uma temporalidade única que, segundo Florestan Fernandes, se caracteriza como
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GOHN, M. G. Teoria dos movimentos sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo: Loyola, 2006.
Relacione as teorias e o paradigma da Coluna I às categorias correspondentes da Coluna II:
Coluna I 1. Teoria marxista/neomarxista
2. Teoria dos Novos Movimentos Sociais 3. Teoria da Mobilização Política 4. Paradigma latino-americano
Coluna II
( ) Destaca o papel dos atores sociais nas ações coletivas em detrimento de um sujeito específico. ( ) Começa a se destacar nos anos 1970, ao criticar o utilitarismo e o individualismo metodológico presentes nas análises dos movimentos sociais. ( ) Apresenta Cidadania, Identidade Coletiva e Resistência como categorias analíticas. ( ) Destaca as transformações das condições de existência por meio das lutas sociais.
A sequência correta é
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DURKHEIM, E. Emile Durkheim. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleção Os Pensadores).
Sobre esse assunto, é correto afirmar que, para Durkheim,
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Valorização da própria segurança, busca por poder econômico e social e desejo de aproveitar mais os prazeres da vida estão entre as prioridades dos brasileiros. Diante do medo de ser infectado e das preocupações decorrentes da crise econômica, brasileiros passaram a valorizar mais a própria segurança e a de parentes próximos, no que diz respeito à saúde e ao bem-estar; desenvolveram atitudes mais individualistas e de dominância, com relação ao dinheiro e à posição social, e ainda despertaram um desejo maior de aproveitar a vida, segundo estudo realizado pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e publicado na revista científica Personality and Individual Differences. A pesquisa contou com a participação de 578 brasileiros – 70% eram mulheres com idade média de 39 anos […].
“Os valores que observamos sobressaindo entre os brasileiros não são tão desejáveis, quando pensamos em um contexto colaborativo de sociedade, uma vez que motivam ações e pensamentos mais restritos a um ciclo pequeno de pessoas, ao invés de pensar no coletivo. Despertam ações individualistas e egoístas, colocando o seu próprio prazer acima do de outras pessoas. Valores altruístas e de atenção ao coletivo parecem ter diminuído”, explica Ronald Fischer, psicólogo e pesquisador do IDOR.
CNN BRASIL, 21 jul. 2021. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br. Acesso em: 7 set. 2022.
O termo “individualismo” é amplamente utilizado na modernidade e na pós-modernidade. Os usos coletivos desse termo, tanto no âmbito do senso comum quanto no debate acadêmico, podem configurar percepções diferenciadas. Elias (1994) propõe um olhar sociológico específico para a suposta dicotomia entre “indivíduo” e “sociedade”.
ELIAS, N. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.
A interpretação do “individualismo”, com base na análise do autor, é de que
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Refere-se ao processo de mudança cultural e psicológica resultante do contato prolongado entre grupos pertencentes a culturas diferentes. No contexto das relações de força historicamente desenvolvidas, esse processo pode gerar a imposição de valores sociais, estéticos e de padrões de referência da cultura predominante sobre as demais.
O trecho descreve um conceito das ciências sociais denominado
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De meu corpo ofereço
as minhas frutescências,
e ao leve desejo-roçar
de quem me acolhe,
entrego-me aos suados,
suaves e úmidos gestos
de indistintas mãos e
de indistintos punhos,
pois na maturação da fruta,
em sua casca quase-quase
rompida,
boca proibida não há.
EVARISTO, Conceição, “Da partilha do fruto”. Poemas da recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala, 2008.
Assinale a afirmativa que interpreta corretamente a que marcador de diferença social está relacionado o poema citado.
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O conceito de violência simbólica foi elaborado por Pierre Bourdieu, sociólogo francês, para descrever o processo em que se perpetuam e se impõem determinados valores culturais.
As afirmativas a seguir descrevem corretamente consequências do exercício da violência simbólica, à exceção de uma. Assinale-a.
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O conjunto de hábitos e estilos de vida que caracteriza a nossa existência afunda suas raízes em um sistema social, o qual constitui o campo de investigação da sociologia. Em 1959, Charles Wright Mills elaborou o conceito de imaginação sociológica, definindo-a como a capacidade de “refletir sobre si mesmos livres dos hábitos familiares da vida cotidiana, para poder observar a realidade com um olhar diferente”.
A respeito da sociologia como campo de investigação do homem em sociedade, analise as afirmativas a seguir.
I. A perspectiva sociológica visa a entender as regras implícitas que condicionam os indivíduos e suas relações na vida cotidiana, como os códigos, a linguagem, os hábitos e as expectativas em relação ao comportamento social, entre outros.
II. A sociologia desnaturaliza os sistemas que regem a vida em sociedade e que são percebidos como familiares e naturais, investigando sua formação e as razões de sua vigência, por exemplo.
III. A imaginação sociológica é uma prática de análise da Sociologia que busca entender a realidade social tal como ela é, identificando-se com o indivíduo, suas crenças e valores, tomados como explicação objetiva da realidade social.
Está correto o que se afirma em
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