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O ano de 2020 foi marcado por um bombardeio de informações sobre o Coronavírus, sobre
a imunidade, sobre doenças e saúde. Frases como: Use máscara e álcool em gel para se
proteger e proteger aos outros. Como reforçar sua imunidade contra o coronavírus,? Fique
em casa! Entre outras, foram constantemente vinculadas nas mídias, redes sociais e falas
cotidianas. Um universo de excesso de informação e de insegurança afligiu a população
brasileira que, em casa, consumia as mensagens midiáticas de todas as redes.
Os referidos aspectos da vida social cotidiana podem ser analisados a partir da evolução da concepção de poder da sociedade disciplinar, para a concepção de poder da sociedade do:
Os referidos aspectos da vida social cotidiana podem ser analisados a partir da evolução da concepção de poder da sociedade disciplinar, para a concepção de poder da sociedade do:
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A situação de pandemia do Covid-19 e de isolamento social em 2020 acentuou as
transformações que emergem na educação e na comunicação no século XXI. O ensino
remoto; a educação a distância; as novas metodologias de educação, como o design
Thinking e as metodologias ativas; as novas formas de aprendizagem dos jovens que
estudam e ensinam por meio de canais no YouTube são algumas das mudanças na forma
de ensinar e aprender do novo século.
Esse espaço de saber corresponde ao que Pierre Lévy definiu como ciberespaço, que consiste em um espaço
Esse espaço de saber corresponde ao que Pierre Lévy definiu como ciberespaço, que consiste em um espaço
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Leia e analise a charge a seguir.

Disponível em:<http://mundo-de-ideias.blogspot.com/2010/07/mafalda-democracia.html> . Acesso em: 28 dez. 2020.
Na charge ilustrada acima, a personagem Mafalda é acometida de um ataque de risos após ler o conceito de democracia apresentado em um dicionário.
A famosa charge da Mafalda elucida uma das principais análises de Norbert Bobbio ao evidenciar as transformações ocorridas na democracia na segunda metade do século XX, qual seja,
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Leia a reportagem do G1 abaixo.
Massas são o prato favorito do mundo, segundo pesquisa
Uma pesquisa global encomendada pela ONG britânica contra a pobreza Oxfam revela que as massas são o alimento número um numa lista dos mais apreciados em todo o mundo. O levantamento, feito pela consultoria GlobeScan, ouviu mais de 16 mil pessoas em 17 países, entre eles o Brasil. Em cada um deles, as pessoas falaram que tipo de comida preferem. A pesquisa aponta que, além de serem populares em países europeus, as massas em geral também são muito procuradas em países como Filipinas, Guatemala e África do Sul, de cultura tão díspares. Depois das massas, a maioria dos ouvidos colocou carne como a sua segunda maior preferência. A seguir vem arroz, pizza, frango, peixes e frutos do mar, vegetais, pratos chineses em geral, pratos italianos e pratos mexicanos.
(G1, Mundo, 16/06/2011, Disponível em:<http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/06/massas-sao-o-prato-favorito-do-mundo-segundo-pesquisa.html> . Acesso em: 29 dez. 2020).
De origem italiana ou chinesa, as massas e as pizzas já se tornaram parte da cultura alimentar mundial. Levando em consideração que a alimentação é carregada de cultura e identidade, considera-se que a apropriação mundial das massas e da pizza correspondem a um processo de
Massas são o prato favorito do mundo, segundo pesquisa
Uma pesquisa global encomendada pela ONG britânica contra a pobreza Oxfam revela que as massas são o alimento número um numa lista dos mais apreciados em todo o mundo. O levantamento, feito pela consultoria GlobeScan, ouviu mais de 16 mil pessoas em 17 países, entre eles o Brasil. Em cada um deles, as pessoas falaram que tipo de comida preferem. A pesquisa aponta que, além de serem populares em países europeus, as massas em geral também são muito procuradas em países como Filipinas, Guatemala e África do Sul, de cultura tão díspares. Depois das massas, a maioria dos ouvidos colocou carne como a sua segunda maior preferência. A seguir vem arroz, pizza, frango, peixes e frutos do mar, vegetais, pratos chineses em geral, pratos italianos e pratos mexicanos.
(G1, Mundo, 16/06/2011, Disponível em:<http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/06/massas-sao-o-prato-favorito-do-mundo-segundo-pesquisa.html> . Acesso em: 29 dez. 2020).
De origem italiana ou chinesa, as massas e as pizzas já se tornaram parte da cultura alimentar mundial. Levando em consideração que a alimentação é carregada de cultura e identidade, considera-se que a apropriação mundial das massas e da pizza correspondem a um processo de
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Em sua obra, Lévi-Strauss utiliza uma metáfora do jogo de cartas para explicitar
importantes noções sobre a cultura. Segundo ele:
“O homem é como um jogador que tem nas mãos, ao se instalar à mesa, cartas que ele não inventou, pois o jogo de cartas é um dado da história e da civilização [...]. Cada repartição das cartas resulta de uma distinção contingente entre os jogadores e se faz a sua revelia. Quando se dão as cartas, cada sociedade assim como cada jogador, as interpreta nos termos de diversos sistemas, que podem ser comuns ou particulares: regras de um jogo ou regras de uma tática. E sabe-se bem que com as mesmas cartas, jogadores diferentes farão partidas diferentes, ainda que, limitados pelas regras, não possam fazer qualquer partida com determinadas cartas” (Lévi-Strauss, 1958 apud Cuche, 2012).
Com essa metáfora, Lévi-Strauss, na interpretação de Cuche, refere-se
“O homem é como um jogador que tem nas mãos, ao se instalar à mesa, cartas que ele não inventou, pois o jogo de cartas é um dado da história e da civilização [...]. Cada repartição das cartas resulta de uma distinção contingente entre os jogadores e se faz a sua revelia. Quando se dão as cartas, cada sociedade assim como cada jogador, as interpreta nos termos de diversos sistemas, que podem ser comuns ou particulares: regras de um jogo ou regras de uma tática. E sabe-se bem que com as mesmas cartas, jogadores diferentes farão partidas diferentes, ainda que, limitados pelas regras, não possam fazer qualquer partida com determinadas cartas” (Lévi-Strauss, 1958 apud Cuche, 2012).
Com essa metáfora, Lévi-Strauss, na interpretação de Cuche, refere-se
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Na obra O Capital: crítica da economia política, Karl Marx (2003) faz uma análise histórica
da origem e da dinâmica do modo de produção capitalista. Muitos dos conceitos
desenvolvidos por Marx estão presentes no cotidiano da sociedade, como na charge abaixo.

Disponível em: <http://gepgeooficial.blogspot.com/2015/03/momento-reflexao.html>Acesso em: 15 de abril de 2021.
Nesta charge, a personagem Mafalda traz um questionamento que evidencia dois conceitos importantes da obra de Marx. Quais são eles?

Disponível em: <http://gepgeooficial.blogspot.com/2015/03/momento-reflexao.html>Acesso em: 15 de abril de 2021.
Nesta charge, a personagem Mafalda traz um questionamento que evidencia dois conceitos importantes da obra de Marx. Quais são eles?
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A perspectiva teórica desenvolvida por Pierre Bourdieu permite uma análise da relação de
classes sociais a partir da noção de sistemas simbólicos. Enquanto instrumentos
estruturados e estruturantes de comunicação e de conhecimento, estes constituem formas
de imposição ou de legitimação da definição do mundo social de uma classe sobre outra.
Esse processo de dominação é compreendido por Bourdieu como
Esse processo de dominação é compreendido por Bourdieu como
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A discussão sobre o indivíduo e a sociedade estabelece as bases metodológicas e teóricas
de autores clássicos da sociologia para compreender as relações e as transformações
sociais. Dentre elas, destacam-se duas compreensões: a visão de que a sociedade
prevalece sobre o indivíduo, conformada por uma consciência coletiva que assegura a
integração dos membros da sociedade; e a compreensão de que a sociedade existe
concretamente, mas não é externa aos indivíduos e, sim, formada pelo conjunto das ações
dos indivíduos relacionando-se reciprocamente.
As duas compreensões correspondem, respectivamente, aos pensamentos de
As duas compreensões correspondem, respectivamente, aos pensamentos de
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Poder e Estado são temas de estudo das ciências sociais, já analisados pelos teóricos
clássicos da Sociologia.
Relacione a concepção de Estado ao seu respectivo teórico.
1. Karl Marx 2. Max Weber 3. Émile Durkheim
( ) O Estado é fundamental na organização da sociedade, principalmente nas mais complexas, tendo a função de organizar a sociedade, principalmente, por meio de uma formação moral.
( ) O Estado Moderno representa os interesses da classe burguesa com a função de manter as condições necessárias para o desenvolvimento do capitalismo.
( ) O Estado é uma relação de homens dominando homens, sendo necessário que dominados obedeçam à autoridade dos que detêm o poder.
A sequência correta, de preenchimento da coluna, de cima para baixo, correspondente à relação entre teórico e teoria é
1. Karl Marx 2. Max Weber 3. Émile Durkheim
( ) O Estado é fundamental na organização da sociedade, principalmente nas mais complexas, tendo a função de organizar a sociedade, principalmente, por meio de uma formação moral.
( ) O Estado Moderno representa os interesses da classe burguesa com a função de manter as condições necessárias para o desenvolvimento do capitalismo.
( ) O Estado é uma relação de homens dominando homens, sendo necessário que dominados obedeçam à autoridade dos que detêm o poder.
A sequência correta, de preenchimento da coluna, de cima para baixo, correspondente à relação entre teórico e teoria é
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Leia a história relatada por Kathryn Woodward, na obra organizada por Tomaz Tadeu da
Silva, Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais (2000).
São quatro horas da manhã. Estou no posto de comando da milícia sérvia local, em uma casa de fazenda abandonada, a 250 metros da linha de frente croata... não na Bósnia, mas nas zonas de guerra da Croácia central. O mundo não está mais olhando, mas toda noite as milícias croatas e servas trocam tiros e, às vezes, pesados ataques de bazuca.
Esta é uma guerra de cidade pequena. Todo mundo conhece todo mundo: eles foram, todos, à escola juntos; antes da guerra, alguns deles trabalhavam na mesma oficina: namoravam as mesmas garotas. Toda noite, eles se comunicam pelo rádio “faixa do cidadão” e trocam insultos – tratando-se por seus respectivos nomes. Depois saem dali para tentar se matar uns aos outros.
Estou falando com soldados sérvios – reservistas cansados, de meia-idade, que preferiam estar em casa, na cama. Estou tentando compreender por que vizinhos começam a se matar uns aos outros. Digo, primeiramente, que não consigo distinguir entre sérvios e croatas. “O que faz vocês pensarem que são diferentes?”
O homem com quem estou falando pega um maço de cigarros do bolso de sua jaqueta caqui. “Vê isto? São cigarros sérvios. Do outro lado, eles fumam cigarros croatas.”
“Mas eles são, ambos, cigarros, certo?”
“Vocês estrangeiros não entendem nada” – ele dá de ombros e começa a limpar a metralhadora Zastovo.
Mas a pergunta que eu fiz incomoda-o, de forma que, alguns minutos mais tarde, ele joga a arma no banco ao lado e diz: “Olha, a coisa é assim. Aqueles croatas pensam que são melhores que nós. Eles pensam que são europeus finos e tudo o mais. Vou lhe dizer uma coisa. Somos todos lixo dos Bálcãs” (IGNATIEFF, 1994: 1-2) (WOODWARD, 2020, p.07).
Woodward utiliza essa história para ilustrar
São quatro horas da manhã. Estou no posto de comando da milícia sérvia local, em uma casa de fazenda abandonada, a 250 metros da linha de frente croata... não na Bósnia, mas nas zonas de guerra da Croácia central. O mundo não está mais olhando, mas toda noite as milícias croatas e servas trocam tiros e, às vezes, pesados ataques de bazuca.
Esta é uma guerra de cidade pequena. Todo mundo conhece todo mundo: eles foram, todos, à escola juntos; antes da guerra, alguns deles trabalhavam na mesma oficina: namoravam as mesmas garotas. Toda noite, eles se comunicam pelo rádio “faixa do cidadão” e trocam insultos – tratando-se por seus respectivos nomes. Depois saem dali para tentar se matar uns aos outros.
Estou falando com soldados sérvios – reservistas cansados, de meia-idade, que preferiam estar em casa, na cama. Estou tentando compreender por que vizinhos começam a se matar uns aos outros. Digo, primeiramente, que não consigo distinguir entre sérvios e croatas. “O que faz vocês pensarem que são diferentes?”
O homem com quem estou falando pega um maço de cigarros do bolso de sua jaqueta caqui. “Vê isto? São cigarros sérvios. Do outro lado, eles fumam cigarros croatas.”
“Mas eles são, ambos, cigarros, certo?”
“Vocês estrangeiros não entendem nada” – ele dá de ombros e começa a limpar a metralhadora Zastovo.
Mas a pergunta que eu fiz incomoda-o, de forma que, alguns minutos mais tarde, ele joga a arma no banco ao lado e diz: “Olha, a coisa é assim. Aqueles croatas pensam que são melhores que nós. Eles pensam que são europeus finos e tudo o mais. Vou lhe dizer uma coisa. Somos todos lixo dos Bálcãs” (IGNATIEFF, 1994: 1-2) (WOODWARD, 2020, p.07).
Woodward utiliza essa história para ilustrar
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