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4088189 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Em um experimento de biotecnologia, uma colônia de bactérias se reproduz de forma que sua população triplica a cada 6 horas. Se inicialmente havia 200 unidades, quantas bactérias haverá após 24 horas de crescimento contínuo, mantendo o mesmo padrão de reprodução?

 

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4088188 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Um designer de sistemas inteligentes está desenvolvendo um algoritmo de reconhecimento de padrões visuais para ser usado em testes de raciocínio lógico. Para avaliar a capacidade de identificação de regularidades, ele apresenta aos participantes uma sequência alternada de números e letras do alfabeto, conforme o código abaixo:

4 A, 3 C, 4 E, 3 G, 4 I...

Cada símbolo e letra seguem uma lógica específica que combina variação de forma e de posição na sequência alfabética.

Com base nessa sequência, analise as afirmações a seguir:

(   ) O número e a letra variam simultaneamente e seguem uma lógica alternada.

(   ) O número 3 está sempre associadas a letras pares do alfabeto.

(   ) O próximo elemento após 4 I será 3 K.

(   ) A sequência apresenta crescimento uniforme de duas posições no alfabeto.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

 

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4088187 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora

Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.

Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.

Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.

Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.

Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.

Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.

A IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real.

Na frase em questão, encontra-se uma figura de linguagem denominada
 

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4088186 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora

Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.

Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.

Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.

Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.

Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.

Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.

A tecnologia e a inteligência artificial transformaram a forma como o ser humano interage com o mundo, mas também levantaram questões sobre ética, inclusão e representatividade. O texto aborda essa temática, discutindo os impactos sociais e simbólicos da IA na vida das pessoas.

Com base na leitura do texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
 

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4088185 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora

Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.

Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.

Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.

Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.

Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.

Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.

Nem"todos", porém, têm a mesma experiência.

Em relação ao emprego das classes de palavras, o termo destacado trata-se de

 

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4088184 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora

Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.

Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.

Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.

Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.

Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.

Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.

Os textos apresentam diferentes formas de construção, dependendo da intenção comunicativa do autor e do modo como os fatos são relatados ao público.

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa correta quanto à tipologia e ao gênero textual.
 

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4088183 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora

Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.

Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.

Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.

Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.

Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.

Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.

Ao questionar o motivo, a IA respondeu que "não havia dados suficientes" para representar sua condição.

Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada, o verbo "haver" é

 

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4088182 Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
A NR-01 estabelece as disposições gerais e o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) a serem observados pelas organizações e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. O GRO é composto por um conjunto de medidas de prevenção. Marque a alternativa CORRETA da afirmativa que não faz parte do processo de gerenciamento de riscos ocupacionais conforme a NR-01.
 

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4088181 Ano: 2026
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
As boas práticas laboratoriais são essenciais para garantir a biossegurança. Elas envolvem procedimentos que visam a segurança dos profissionais e a qualidade dos resultados. Considerando os princípios de biossegurança em laboratórios de saúde. Marque a alternativa INCORRETA para uma prática de garantir biossegurança.
 

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4088180 Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), que constava na antiga NR-09, foi substituído pelo Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da NR-01. No entanto, a estrutura do PPRA, focada em antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ambientais (físicos, químicos e biológicos), ainda é uma referência importante. Marque a alternativa CORRETA que corresponde a descrição do que era a principal articulação entre o PPRA e o PCMSO.
 

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