Ao longo da história, a compreensão da deficiência passou por diversas mudanças. Pessoas com deficiência foram vistas de formas muito diferentes, desde
indivíduos inspiradores até alvos de caridade ou de
castigo divino.
Leia as descrições abaixo, que representam diferentes formas de pensar a deficiência:
1. Uma visão que se baseia em princípios religiosos, especialmente no cristianismo, e que vê a caridade como o principal guia na relação com pessoas com deficiência. Nesses casos, a pessoa com deficiência é considerada uma vítima do destino, merecedora de compaixão, piedade, superproteção e assistência.
2. Uma perspectiva que se afasta do campo religioso e aborda a deficiência a partir da ciência. A pessoa com deficiência é vista como alguém com uma condição patológica que precisa ser corrigida, consertada ou curada. A responsabilidade de se adaptar à sociedade recai sobre o indivíduo, que é considerado anormal por fugir do padrão.
3. Uma visão que surgiu dos movimentos sociais das próprias pessoas com deficiência. Ela critica outras abordagens e entende a deficiência como uma parte da diversidade humana. A opressão não está na condição individual, mas sim na falta de políticas públicas e na inadequação da sociedade em acomodar as diferentes variações humanas.
As concepções descritas correspondem, respectivamente, aos seguintes modelos de deficiência:
Leia as descrições abaixo, que representam diferentes formas de pensar a deficiência:
1. Uma visão que se baseia em princípios religiosos, especialmente no cristianismo, e que vê a caridade como o principal guia na relação com pessoas com deficiência. Nesses casos, a pessoa com deficiência é considerada uma vítima do destino, merecedora de compaixão, piedade, superproteção e assistência.
2. Uma perspectiva que se afasta do campo religioso e aborda a deficiência a partir da ciência. A pessoa com deficiência é vista como alguém com uma condição patológica que precisa ser corrigida, consertada ou curada. A responsabilidade de se adaptar à sociedade recai sobre o indivíduo, que é considerado anormal por fugir do padrão.
3. Uma visão que surgiu dos movimentos sociais das próprias pessoas com deficiência. Ela critica outras abordagens e entende a deficiência como uma parte da diversidade humana. A opressão não está na condição individual, mas sim na falta de políticas públicas e na inadequação da sociedade em acomodar as diferentes variações humanas.
As concepções descritas correspondem, respectivamente, aos seguintes modelos de deficiência:
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Professor da Educação Especial - Guia-Intérprete
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