B.F. Skinner (1953/1974), ao formular o
behaviorismo radical, concebeu o comportamento
como fenômeno selecionado por suas consequências,
rejeitando explicações mentalistas e valorizando o
controle experimental das variáveis. Em Science and
Human Behavior, o autor argumenta que “a liberdade é
um mito quando o comportamento é determinado por
contingências de reforço”, apontando o papel do
ambiente na modelagem das ações humanas. Dentro
dessa perspectiva, a aprendizagem é definida como: