Bruno, proprietário da fazenda Boa Esperança, possuía diversos
cavalos, utilizados para lazer e turismo rural.
Durante uma ventania moderada, o portão do curral, já
enferrujado e sem manutenção adequada, foi danificado,
permitindo que um dos animais escapasse e alcançasse uma via
rural próxima à propriedade. O cavalo colidiu com o automóvel
conduzido por Carla, que não possuía habilitação para dirigir.
O impacto causou danos materiais expressivos e ferimentos leves
à motorista, que propôs ação indenizatória, pleiteando reparação
por todos os danos sofridos. Em contestação, Bruno sustentou que não deveria indenizar, pois
o acidente decorreu de força maior, já que o portão cedeu devido
ao vento e, também, porque Carla, ao conduzir o veículo sem
habilitação, agiu com culpa exclusiva.
Considerando a legislação aplicável, é correto afirmar que Bruno:
Considerando a legislação aplicável, é correto afirmar que Bruno: