Lúcia, mulher, 68 anos, aposentada, se apresenta à clínica de fisioterapia com queixas de Dor Lombar Crônica Primária
(DLBCP) persistente há mais de oito meses. A dor é de intensidade moderada e a tem impedido de realizar suas caminhadas
diárias e de participar plenamente de atividades sociais com suas amigas, impactando na sua qualidade de vida e gerando
certo desconforto emocional. Ela não possui histórico de traumas recentes ou condições médicas graves que justifiquem a
dor. Em avaliação, Lúcia expressa um desejo de encontrar tratamentos que realmente funcionem, mas demonstra apreensão
em relação a medicamentos devido a experiências passadas com efeitos colaterais e receio de dependência. Menciona, também, que a acessibilidade e o custo dos tratamentos são fatores importantes para ela. Considerando a importância da segurança e a evidência de benefícios e danos de intervenções não farmacológicas, são intervenções físicas que devem ser usadas
como parte da rotina no manejo da DLBCP em adultos, incluindo idosos, conforme as diretrizes da Organização Mundial de
Saúde (OMS) e as melhores evidências disponíveis, EXCETO: