O processo de escolarização de pessoas surdas tem
atravessado mudanças significativas ao longo dos
séculos, refletindo diferentes compreensões sobre a
surdez, o sujeito surdo e sua relação com a linguagem e
o conhecimento. Desde os primórdios do oralismo,
baseado na supressão da língua de sinais em favor da
fala, até a proposta da educação bilíngue, que
reconhece a Libras como primeira língua do surdo e o
português escrito como segunda, observa-se um
deslocamento teórico importante, com implicações
pedagógicas, filosóficas e socioculturais. Nesse contexto,
abordagens como a comunicação total, ainda presentes
em muitas instituições, revelam a persistência de
práticas que oscilam entre a assimilação e o
reconhecimento da diferença.
Com base nessas informações, considera-se que:
Com base nessas informações, considera-se que: