Homem, 27 anos de idade, relata que desde a adolescência
apresenta quadro de oscilações rápidas do humor
desencadeadas por eventos externos. Quando as coisas vão
bem, fica muito feliz, eufórico, chegando a se colocar em
situações de risco, como beber excessivamente, para agradar
os amigos. Mas se, no mesmo dia, algum amigo faz algo de
que ele não gosta, sente-se rejeitado, abandonado, fica muito
triste e desanimado e chega a se cortar superficialmente nos
antebraços com objeto afiado. Conta que a dor física,
provocada pelos cortes, ajuda a aliviar a angústia e a sensação
de vazio intensas que sente. Qual o diagnóstico mais provável
e a conduta mais adequada para o caso apresentado?
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